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Arquivo de vermelho - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/vermelho/ Foz do Iguaçu em todas as suas formas Wed, 05 Aug 2026 18:36:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://almanaquefuturo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Logo-32x32.png Arquivo de vermelho - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/vermelho/ 32 32 244322787 Vermelho e Matheus Vermelho intensificam agenda regional após convenção do PL https://almanaquefuturo.com.br/politica/vermelho-e-matheus-vermelho-intensificam-agenda-regional-apos-convencao-do-pl/ Wed, 05 Aug 2026 18:36:00 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=35959

Após a homologação das candidaturas na convenção estadual do PL, realizada no último sábado (1º), em Curitiba, os deputados Vermelho, federal, e Matheus Vermelho, estadual, intensificaram a agenda política pelo interior do Paraná. A movimentação inclui visitas a municípios, encontros com lideranças e articulações com as bases eleitorais, dando início a uma nova etapa da […]

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Após a homologação das candidaturas na convenção estadual do PL, realizada no último sábado (1º), em Curitiba, os deputados Vermelho, federal, e Matheus Vermelho, estadual, intensificaram a agenda política pelo interior do Paraná. A movimentação inclui visitas a municípios, encontros com lideranças e articulações com as bases eleitorais, dando início a uma nova etapa da caminhada rumo às eleições de 2026.

Com atuação política concentrada a partir de Foz do Iguaçu, os dois parlamentares mantêm articulações em mais de 100 municípios das regiões Oeste, Sudoeste e Noroeste, além de agendas em Curitiba e na região Central do Estado.

Para Matheus Vermelho, a homologação consolida um projeto construído ao longo dos últimos anos em parceria com lideranças municipais. O deputado afirmou que pretende ampliar o diálogo com diferentes regiões e manter uma atuação voltada às demandas apresentadas pelos municípios.

Vermelho, por sua vez, destacou a necessidade de fortalecer a atuação conjunta da bancada do PL no Paraná. Durante a convenção, o deputado declarou apoio à candidatura de Sergio Moro ao Governo do Estado e defendeu uma agenda integrada entre os parlamentares da legenda, com foco em investimentos, infraestrutura e desenvolvimento regional.

A convenção também oficializou Sergio Moro como candidato do PL ao Governo do Paraná, tendo Edson Vasconcelos como candidato a vice-governador. Para o Senado, o partido homologou as candidaturas de Filipe Barros e Deltan Dallagnol.

Com as candidaturas formalizadas, Vermelho e Matheus Vermelho passam agora a concentrar esforços na construção da campanha e no fortalecimento das alianças regionais. A estratégia é ampliar a presença nos municípios e manter uma agenda próxima das lideranças e das comunidades que integram suas bases eleitorais.

Após a convenção estadual do PL, Vermelho e Matheus Vermelho intensificam a agenda pelo Paraná e retomam as articulações regionais com foco nas eleições de 2026. Na foto eles cumprimentam Sérgio Moro

 

LEGENDA:

Após a convenção estadual do PL, Vermelho e Matheus Vermelho intensificam a agenda pelo Paraná e retomam as articulações regionais com foco nas eleições de 2026.

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40 anos de Macuco Safari: A trajetória que transformou o turismo em diplomacia nas águas do Iguaçu https://almanaquefuturo.com.br/uncategorized/40-anos-de-macuco-safari-a-trajetoria-que-transformou-o-turismo-em-diplomacia-nas-aguas-do-iguacu/ Thu, 30 Apr 2026 17:00:47 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=33396

Redação Almanaque Futuro com fotos de acervo do Macuco Safari.   O Macuco Safari não é apenas uma ferramenta em favor da contemplação; é um braço que garante emoção em meio a uma das maravilhas da natureza. Estima-se que milhões de visitantes tenham se emocionado no percurso de desafiar as corredeiras para o tão sonhado banho […]

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Redação Almanaque Futuro com fotos de acervo do Macuco Safari.  

O Macuco Safari não é apenas uma ferramenta em favor da contemplação; é um braço que garante emoção em meio a uma das maravilhas da natureza. Estima-se que milhões de visitantes tenham se emocionado no percurso de desafiar as corredeiras para o tão sonhado banho nas quedas que formam as Cataratas do Iguaçu. Ao longo de quatro décadas, o empreendimento consolidou-se como uma viga mestra da economia de Foz do Iguaçu, sustentando uma rede que alimenta milhares de famílias e impulsiona dezenas de setores de forma persistente sob a liderança de Ademir Fernandes.

Sobre esse impacto decisivo, o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri, pontuou: “Celebrar os 40 anos do Macuco Safari é reconhecer uma trajetória de sucesso que contribuiu de forma decisiva para projetar Foz do Iguaçu no cenário nacional e internacional. Ao longo dessas quatro décadas, a atração se consolidou como uma experiência única junto às Cataratas do Iguaçu, ampliando a visibilidade do destino e fortalecendo o turismo sustentável na região. Trata-se de uma iniciativa que gera desenvolvimento, emprego e renda, ao mesmo tempo em que valoriza o patrimônio natural e proporciona aos visitantes uma conexão inesquecível com uma das maiores maravilhas do mundo.”

Enio Verri, diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional. (Foto: Sara Cheida)

A história desse reconhecimento internacional remete aos anos 50, quando o Parque Nacional concluía suas primeiras etapas de ocupação. Foi nesse cenário que Eleanor Roosevelt, ao deparar-se com a magnitude do conjunto, exclamou a célebre frase: “Poor Niagara” (Pobre Niágara). Essa comparação foi o primeiro grande impulso da nossa mídia internacional, que ganharia corpo com a construção da Itaipu e a vinda de reis e presidentes. O Macuco Safari herdou esse prestígio e o transformou em uma operação profissional de classe mundial.

Para o prefeito de Foz do Iguaçu, General Joaquim Silva e Luna, o empreendimento é a nossa mais renomada atração de aventura dentro do Parque Nacional do Iguaçu. Ele celebrou essas quatro décadas ressaltando que essa maravilhosa experiência imersiva exporta as mais belas imagens da nossa terra ao mundo, parabenizando o amigo e empreendedor Ademir Fernandes pelo trabalho perseverante junto à sua equipe.

Joaquim Silva e Luna, prefeito de Foz do Iguaçu.

Contudo, nem sempre o caminho foi suave. Na virada do milênio, após os atentados de 11 de setembro, o destino sofreu com campanhas difamatórias. A reação veio através da arte e da inteligência, com o Festival do Humor Gráfico, onde jornalistas e cartunistas do mundo inteiro fizeram fila para o Macuco Safari. O resultado foi uma enxurrada de fotos e desenhos de pessoas se divertindo nas águas, contradizendo qualquer narrativa de medo. O Macuco investiu pesado no acolhimento desses formadores de opinião, provando ser uma ferramenta de diplomacia.

Neste contexto de identidade local, o vereador Paulo de Brito, presidente da Câmara Municipal, relatou: “É com grande orgulho que celebramos hoje a trajetória do Macuco Safari. Ao longo de quatro décadas, esse empreendimento deixou de ser apenas um atrativo turístico para se tornar parte viva da identidade da nossa cidade. É impossível falar dessa história sem reconhecer o legado do Sr. Ademir Fernandes, que nos inspira a construir uma cidade cada vez mais forte, sustentável e acolhedora”.

Paulo de Brito, presidente da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu.

A lista de quem já enfrentou as águas brancas a bordo do Macuco é um verdadeiro “Quem é Quem” da cultura global, incluindo Bill Gates, Tony Blair e Anthony Hopkins. No cenário nacional, apresentadores como Luciano Huck, Marcos Mion e Patrícia Poeta, além de artistas como o casal Taís Araújo e Lázaro Ramos, o DJ Alok e Sabrina Sato, ajudaram a compor esse imenso mosaico de prestígio que projeta Foz para o mundo.

Segundo Felipe Gonzalez, diretor do grupo Cassinotur e ex-secretário de Turismo, a conquista das Cataratas como Maravilha da Natureza em 2011 foi fundamental para o Destino Iguaçu, mas o Macuco Safari é o braço que torna a visita indescritível pela emoção. Ele esclareceu que o passeio é um grande marketing por traduzir os três principais sentidos humanos: ver, sentir e viver, promovendo continuamente o destino através da experiência sensorial.

Felipe Gonzalez, diretor do grupo Cassinotur.

A operação no Cânion do Iguaçu ocorre em um ambiente de elevada complexidade hidrodinâmica, caracterizado por ondas estacionárias e refluxos. Dominar essa dinâmica exige que o piloto transcenda manuais, dominando a arte de flanquear formações rochosas submersas sob volumes colossais de água. Além disso, o mercado não oferecia barcos prontos, o que exigiu do Macuco uma engenharia sob medida, com cascos projetados para suportar esforços de torção e estresse extremos.

Conforme observou o presidente do Visit Iguassu, Wolney Biesdorf, celebrar estes 40 anos é reconhecer a visão empreendedora de Ademir Fernandes e sua contribuição decisiva para o desenvolvimento do turismo em Foz. Ele afirmou que o Macuco faz parte da memória afetiva de milhões de visitantes e segue sendo um dos grandes embaixadores do nosso destino para o mundo.

Wolney Biesdorf, presidente do Visit Iguassu.

Mais do que a adrenalina, o Macuco Safari consolidou a chamada contemplação ativa. A empresa não apenas contrata profissionais; ela os forma em uma “pós-graduação” em águas turbulentas que dura de dois a três anos. Esse rigor técnico explica o histórico estatístico impressionante: nos últimos 25 anos, a operação manteve índices de incidentes próximos a zero, mesmo transportando milhões de pessoas e enfrentando as mais severas variações climáticas.

O deputado estadual Matheus Vermelho pontuou que o Macuco Safari inovou ao aproximar visitantes das Cataratas com segurança e responsabilidade ambiental, ajudando a consolidar o destino internacionalmente. Ele ressaltou que, sob a liderança do empresário Ademir, o empreendimento gera empregos, contribui para a economia local e reafirma seu compromisso com a sustentabilidade e o desenvolvimento regional.

Matheus Vermelho, deputado estadual

O impacto social da empresa alcança bairros como as Vilas Yolanda, Carimã e o Porto Meira, além de cidades vizinas. Com cerca de 350 colaboradores diretos, o Macuco valoriza a “prata da casa”, permitindo que guias, biólogos e técnicos construam suas vidas e eduquem seus filhos sob o lastro dessa atividade. Além disso, cerca de 20 mil pessoas atuam na área de transporte ligada ao fluxo gerado pelo atrativo, garantindo a saúde financeira de postos de combustível e oficinas.

De acordo com o deputado federal Vermelho, o Macuco Safari é marcado pela visão empreendedora de Ademir, que inovou e desenvolveu experiências únicas no turismo de natureza. O parlamentar observou que o trabalho constante ajudou a transformar a visita às Cataratas e a expandir a atuação para outros atrativos, como o Kattamaram II, consolidando o destino com forte impacto na economia local.

Vermelho, deputado federal pelo Paraná

Ao completar quatro décadas, o legado é claro: a sustentabilidade aqui abandona o discurso teórico e assume um papel pedagógico, transformando o rio em uma imensa sala de aula para alunos da rede municipal. Sob a orientação de biólogos, as crianças compreendem a importância da preservação através de ações práticas, plantando o sentimento de pertencimento na comunidade local.

Neste sentido técnico e humano, o diretor de Turismo do Parquetec/Itaipu Binacional, Yuri Benites, esclareceu que o Macuco é a autêntica definição de como o potencial empreendedor agrega à experiência de visitação, preservando o meio ambiente e gerando renda qualificada. Ele destacou que as inovações criadas sob a liderança do Sr. Ademir posicionaram a empresa como referência global no setor de atrações em áreas naturais.

Yuri Benites, diretor de Turismo do Parquetec/Itaipu Binacional

Encerrando as homenagens, o ex-prefeito de Foz do Iguaçu e amigo de longa data, Paulo Mac Donald Ghisi, celebrou a trajetória do parceiro de rodadas de truco com admiração pessoal:

“Ademir, parabéns pelos 40 anos do Macuco. Você teve a visão e a competência para colocar em prática… grande iniciativa!”.

Paulo Mac Donald Ghisi, engenheiro, ex-prefeito de Foz do Iguaçu.

O sucesso do Macuco Safari prova que, quando o turismo é praticado com seriedade, ele se torna o caminho mais curto para a prosperidade de todo um povo, unindo a ousadia humana à majestade da natureza.

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A costura política antes do fechamento da janela https://almanaquefuturo.com.br/artigo-de-opiniao/a-costura-politica-antes-do-fechamento-da-janela/ Mon, 06 Apr 2026 15:39:15 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=32717

O mundo depois da janela A costura foi intensa no tecido político iguaçuense, com alguns lances até inusitados. Muito disso se deu em razão dos reflexos no Estado do Paraná e também pela corrida presidencial ainda polarizada. Os pré-candidatos fervem nos cálculos de votos necessários em cada legenda e, naturalmente, isso influenciou bastante na escolha […]

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O mundo depois da janela

A costura foi intensa no tecido político iguaçuense, com alguns lances até inusitados. Muito disso se deu em razão dos reflexos no Estado do Paraná e também pela corrida presidencial ainda polarizada. Os pré-candidatos fervem nos cálculos de votos necessários em cada legenda e, naturalmente, isso influenciou bastante na escolha de uma agremiação. “Que mané ideologia coisa nenhuma”, dizem; o que importa é se eleger para depois deliberar. É essa a face aberta da política brasileira. O viés ideológico é seguir o líder da direita ou da esquerda, com os dois lados pendendo para o centro.

 

Apostas apressadas

O fato é que muitos jogam precipitadamente, outros nem tanto. Há quem olhe para as pesquisas no Paraná convicto em uma vitória avassaladora de Sérgio Moro, conforme o último mix de sondagens. Mas calma, estacionou. O caso é que minhoca esperta não atravessa o galinheiro e sabe que o ambiente poderá se alterar no curso dos acontecimentos. Ainda é cedo sob todos os aspectos. A trama ainda nem começou a se desenrolar.

 

Ratinho e as pesquisas

Os passarinhos que pousam nas janelas do Palácio Iguaçu garantem que o governo mantém um altíssimo grau de confiança, com gente apostando alto na sucessão, seja lá com quem for. O nome forte continua sendo Guto Silva, que estaria para ser anunciado em breve.

 

Seo Moro e afins

O senador não perde tempo: sentou na janelinha do PL e está filiando tudo o que há pela frente, aumentando o calibre partidário. Zé Elias, de Foz, assinou a ficha. O partido levou de volta para a legenda o deputado federal Vermelho e, junto dele, o Matheus, que até pouco tempo transitava de braços dados com Guto Silva. Para o pai, o PL é casa antiga — saiu de lá ressentido com os embaraços nas eleições municipais e retornou sorridente, apostando em Flávio e na corrente bolsonarista. Já para Matheus a situação é outra: é ambiente novo, sem as amarras com o governo estadual. A esta altura, já recebeu aviso para devolver as nomeações que faziam parte dos acordos com a “Ratolândia”. Mas no fim, segundo consta, ambos se identificam mais com as propostas de Flávio Bolsonaro e, por tabela, apoiarão o projeto do partido em território paranaense. Vão de chapa limpa, sabendo que o PL é pesado e exige muitos votos para a eleição. Pai e filho foram corajosos.

 

Moro em Foz

O senador aproveitou o final de semana para descansar em Foz e, claro, visitou as Cataratas via Macuco Safari, que comemora 40 anos de operações! Segundo Zé Elias, sempre no assessoramento, Moro e família foram devidamente batizados pela correnteza do Rio Iguaçu — um ponto fundamental para olhar a cidade, seus atrativos e a sua gente com carinho redobrado! (Foto Principal)

 

Aproximação

Todo mundo sabe que Zé Elias construiu e consolidou uma amizade muito forte com o senador. Em caso de sucesso nas urnas, a cidade terá um ancoradouro bem firme no governo.

Com o amigo Zé Elias, recém filiado ao PL. Zé faz uma boa base por Foz caso o senador se dê bem nas urnas.

 

E como é que fica?

O General Silva e Luna permaneceu no PL; diga-se, continua presidente do partido em Foz. Com a decisão, terá que conversar com Vermelho e Matheus. Quem diria! Uma mudança radical para quem estava acostumado a deliberar tudo com Fernando Giacobo — hoje em outra caravela e, conforme os movimentos da maré, a nau se distancia. Ele deve assumir até uma secretaria no governo Ratinho. Como o prefeito não pretende ser candidato a nada neste ano, terá liberdade para decidir o destino partidário com calma. Disse várias vezes que o compromisso é com Bolsonaro e pisa em ovos para comentar a disputa paranaense.

 

Todos de olho no MDB

A ida de Rafael Greca para o MDB moldou uma nova aura em torno do ex-eterno-prefeito de Curitiba. Tornou-se o “sonho de consumo” para todas as frentes (esquerda, direita e centro) e, para onde for, terá chances de emplacar cadeiras na ALEP e na Câmara. Vale lembrar que Aírton José voltou para o partido e é pré-candidato por Foz. Ele está em intensa movimentação e já integra a lista fixa dos nomes que devem encarar a disputa.

 

União Brasil

A nova casa de Deoclecio Duarte. Ele optou por uma escolha intermediária e estará atento aos movimentos, pois é assim que se formará a nova fase política: entendendo como será o agrupamento das alianças. O União Brasil federaliza com o PP, uma estrutura bem situada e em compasso de espera. Se a escolha partidária foi cuidadosa, o pós-janela requer olhar periférico. Para Deoclecio, as mudanças não implicam em recomeço; pelo contrário, ele transita em uma avenida larga e pavimentada para sua empreitada.

 

Paulo Mac quietinho

Como este colunista escreveu várias vezes, o mundo girou, mas Paulo Mac ficou na dele, no PP, observando o movimento. Agora, sem Matheus no partido, ele pode até arriscar “entrar na chuva e não se molhar”. Atrapalhar os aliados da última eleição era algo que ele não queria. Para os afoitos, vai o recado: Paulo vai continuar na moita, porque sabe que sua entrada faz barulho. Se sair candidato, jogará caroço no angu. Mas como Paulo olha muito para 2028, vamos aguardar o caldo engrossar.

 

João Morales

O ex-vereador está no Solidariedade, federado com o PRD, e forma base aliada com Flávio Bolsonaro e Sérgio Moro no Paraná. É outro nome que trabalha a candidatura para a Câmara Federal. Vários pré-candidatos surgiram no período de janela, alguns velhos conhecidos, inclusive.

 

PT, PV e afins

A ala da esquerda, apesar dos recentes encontros com lideranças (Enio, Gleisi e Zeca), trabalha a formatação da dobradinha. Dizem que tudo se encaminhava para Valentina, até a chegada de Yasmin Hachem ao PT pela porta lateral. Sim, em condições normais, o PT possui a porta da frente (por onde entra a base da pirâmide petista) e a portinhola do lado (quando o “povo de cima” empurra um nome aqui ou acolá). De qualquer maneira, não é a porta dos fundos, o que já é um alento. No geral, Requião Filho segue mandando ver, com uma frente considerada por ele auspiciosa.

 

E o que falta?

Os partidos e seus pesos-pesados ajustam as luvas para os rounds vindouros. Tudo indica que não será uma luta de nocaute. Na sequência, resta saber a composição para o Senado e os contornos das odisseias partidárias. Seguimos atentos!

 

Rogério Bonato (@rogerio.ro.bonato) • Facebook

Rogério Romano Bonato escreve a coluna No Bico do Corvo com exclusividade para o Almanaque Futuro

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Hieróglifos eleitorais, janelas que se fecham e o radar do “Red papi” https://almanaquefuturo.com.br/artigo-de-opiniao/hieroglifos-eleitorais-janelas-que-se-fecham-e-o-radar-do-papi/ Tue, 24 Mar 2026 14:32:42 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=32373

Paulo no Contraponto O ex-prefeito Paulo Mac Donald Ghisi possui um dom extraordinário de caminhar como artiodáctilo em loja de bibelôs. No programa Contraponto desta segunda-feira, na Rádio Cultura de Foz do Iguaçu, fez como sempre faz: pôs o povo a pensar. Todos queriam saber o que fará nas eleições deste ano (entrevistadores e ouvintes), […]

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Paulo no Contraponto

O ex-prefeito Paulo Mac Donald Ghisi possui um dom extraordinário de caminhar como artiodáctilo em loja de bibelôs. No programa Contraponto desta segunda-feira, na Rádio Cultura de Foz do Iguaçu, fez como sempre faz: pôs o povo a pensar. Todos queriam saber o que fará nas eleições deste ano (entrevistadores e ouvintes), mas ele desconversou, esquivou, plantou condicionais sobre pesquisas e o desejo do povo e, em algum momento, vitimizou-se com um “eles não me querem”, lembrando a reviravolta das eleições municipais, onde mantinha cerca de 45% das intenções e acabou derrotado por um “cara de fora” da cidade no primeiro turno. Em verdade, a conversa do Paulo é sobre 2028. Deixou um recado bastante claro para os bons entendedores, em “hieróglifos egípcios” — ou seja, de amplas interpretações. São muitas as variáveis até uma candidatura; haja paciência, mas é ele quem decide.

 

O assunto é a cidade

Na cabeça de Paulo Mac, a cidade vem antes de tudo, porque é o palco das ações políticas de grande interesse da população. Ainda mais quando o assunto é Foz do Iguaçu, uma ilha no meio de tantas repartições federais se intrometendo em tudo, com grande carga de imposições. E é bem o que acontece: tudo é planejado por gente distante e, em razão disso, a população vive à mercê de grandes enrascadas, labirintos e obras que se perdem pela falta de conhecimento logístico nativo. Comunidades literalmente morrem diante de projetos estapafúrdios, como aconteceu com o Jupira e hoje ameaça o isolamento do Jardim Cataratas. Há, ainda, uma Perimetral Leste que não servirá para mais nada a não ser filas de caminhões, inutilizando o tráfego de veículos pequenos, inclusive o transporte de visitantes e turistas; a tragédia do Trevo do Charrua; e a BR-469 causando grande dor de cabeça aos moradores da área Sul. Pedestres terão que saltar as muretas e desviar dos táxis em alta velocidade indo para o aeroporto. Uma barbaridade! Parodiando Kate Lyra, “o iguaçuense é bonzinho”, permite que lhe façam de gato e sapato. Paulo quer mudar isso; critica a inércia e essa forma de agir e pensar.

 

Um jeito de olhar

Ao contrário do que possa parecer, Paulo é um homem de posicionamento firme e mantém uma visão muito clara da cidade, com uma paixão que vai além dos cargos políticos. Se olharmos isso com atenção, nos incorporaremos ao mesmo dilema. Na opinião deste colunista, Paulo veste bem melhor a roupa de prefeito: calça jeans, sapatos sem cadarços e camisa fora da calça, indo todos os dias de madrugada para o gabinete para se debruçar em soluções urbanas, na saúde, na educação e no dia a dia da população que vive no “engasgo” de uma cidade que anda bem mais rápido que o pensamento político nos gabinetes em Curitiba e Brasília. Francamente, não o vejo atrás de uma bancada na ALEP ou na Câmara Federal, com gravatinha, terno de tergal e meias. Deem um tempo. Mas, como dito acima, o ex-prefeito decidirá como passará os próximos anos, porque, com ou sem cargo, a política não sairá dele.

 

O parapeito do Paulo

Todo mundo sabe que a janela eleitoral se fechará em 3 de abril — em menos de dez dias. Esperto, Paulo diz que ainda conversará com o “maioral” do PP, Ricardo Barros. Na Rádio Cultura, ele foi elegante ao demonstrar preocupação com os amigos, os deputados Vermelho (pai) e Matheus Vermelho (filho), que pertencem ao mesmo partido; não quer, de jeito algum, causar azedume na “chupeta eleitoral” de ambos. E o Vermelho “papi”, o “Red raiz”, que não é nada bobo, continua batendo no peito sobre a empreitada em favor de Paulo. Faz isso porque agrada aos arrependidos de não terem votado no ex-prefeito e também aos que não aprovam a atual gestão. E haja gente nesse nicho. No geral, Paulo ainda vai pensar bastante, independentemente do incômodo que isso cause. Ele possui um radar completo da situação e fará uma escolha pontual. Vamos pensar: se sair candidato, feliz do suplente, porque a legislatura será de apenas dois anos.

 

Falar em Vermelho…

…o deputado estava com o radinho de pilhas ao ouvido, escutando a entrevista de Paulo Mac Donald, quando Joel de Lima deixou de mencionar seu nome ao relacionar os deputados eleitos por Foz ao longo da história. O ranger de dentes e o rosnado foram ouvidos à distância na Esplanada. O Vermelho ficou roxo! Na visão do entrevistador, os deputados ou exerceram a suplência ou não representaram a cidade no quesito “entrega”. Cada um pensa do seu jeito e, por isso, este colunista resolveu fazer um balanço dos mandatos de Vermelho na Câmara. Não é defesa, é ajuste memorial.

 

Resultados

Indo aos números, nos deparamos com um fato: o deputado trabalhou bastante. Não sejamos injustos: se somarmos o “cascalho” enviado por Luciano, Spada, Rorato e Prof. Sérgio e outros, a conta não chega aos pés do que Vermelho injetou na cidade — cifra que beira os R$ 102 milhões. Convém lembrar que ele fincou bandeira em Foz em 1991; são 35 anos de fronteira.

 

Onde está o dinheiro?

Sem querer entrar em briga de foice, os recursos públicos viabilizados pelo parlamentar atenderam a praticamente todos os setores. A Saúde contou com quase R$ 60 milhões: do Hospital Municipal às UPAs, o dinheiro virou equipamento e remédio (o que, convenhamos, é o mínimo que se espera, mas que raramente acontece). Na educação, foram mais de R$ 10,6 milhões para tirar do papel quatro creches (Jardim Buenos Aires, Rosa Cirilo, Almada e Celeste Sottomaior).

 

Entre o afago e o “porrete”

A vida política é um paradoxo. No momento em que Vermelho foi eleito vice-presidente da Comissão de Finanças da Câmara — o coração financeiro do Congresso, por onde passam os bilhões que decidem o futuro do país — ele levava um “gelo” radiofônico? Claro que se incomodou, e com razão. É uma ironia: enquanto ele amplia sua influência em Brasília para controlar o fluxo do Orçamento de 2026, leva um soco no estômago. O reparo é necessário; afinal, nenhum projeto de impacto econômico relevante avançará sem que o Vermelho saiba. Bom, possivelmente ele mesmo fará o balancete. Ao que parece, solicitou espaço no programa Contraponto. Os supermercados já estão reforçando os estoques de pipoca.

 

Ratinho: in ou out?

A semana é inspiradora quando o assunto é reflexão. Depois de ouvir Paulo Mac refletindo por quase uma hora e, em seguida, ler o noticiário com a desistência de Ratinho Júnior em sua insólita corrida rumo ao Planalto, lembrei de um episódio em escala bem menor: a decisão do ex-deputado Chico Noroeste e seu clássico exercício de “profunda reflexão”. Quem esquece aquilo? Ratinho, enfim, planeja ficar pelo Paraná, fazendo força contra Sérgio Moro e, por tabela, revisando seu grupo político. Deve haver muitas encrencas no percurso, como, por exemplo, a “mão do Master” na privatização da Copel — ai, ai, ai. Isso vai dar uma dorzinha de cabeça nas eleições.

 

Coalizão

Dizem as vertentes que o governador permanecerá no Palácio Iguaçu, antes e depois da eleição. Caso emplaque o substituto, poderá — segundo as más e as boas línguas — até mesmo assumir um cargo de assessor no governo, porque o tempo passa rápido e ele não quer desgrudar. Quem for ungido para a missão de substituí-lo sabe que ela será de apenas quatro anos. Little Mouse quer o gabinete de volta em 2030!

 

E o Moro?

A decisão de Ratinho Júnior deve ter criado uma caraminhola na cabeça do senador Sérgio Moro. No mínimo, ele meditou bastante sobre a pressão de Valdemar da Costa Neto em barrá-lo no “baile do PL”, mesmo com o apoio de Flávio Bolsonaro. Mas isso é passado. O senador já se mudou para o partido.

 

Dilema

Política é assim: um dia calça de veludo, no outro a bunda de fora. Os candidatos a deputado pelo PL estavam como patos na lagoa, faceiros, imaginando uma estrada aberta e fácil de ser percorrida. As variantes eram promissoras de qualquer maneira: ou seguiriam com Moro, ou com Ratinho. Ainda haverá muita gente dividida.

 

Deoclecio

O empresário e comunicador assoprou 50 velinhas no dia 20. Como o Corvo estava em período sabático, realizando “profundas reflexões”, não cumprimentou o amigo Deoclécio por meio da coluna, como faz com todos os aniversariantes. Mas, de olho no aniversariante, foi possível entender que ele vem causando um debate de repercussão: a tese de que “Foz do Iguaçu precisa ser reconhecida pelo Estado e pelo Governo Federal como uma metrópole trinacional”. Num raio de 50 quilômetros, são 11 municípios de fronteira, com população de 1 milhão de habitantes e um PIB de R$ 82 bilhões — economia que, no Paraná, só perde para a Região Metropolitana de Curitiba.

 

De corredor a polo

Foz é vista por muitos como rota de passagem, e a mudança de conceito pode causar um salto. A proposta defendida por Deoclécio foca em políticas adequadas e apoio institucional; a cidade tem condições de deixar de ser apenas um corredor logístico para se tornar um polo de transformação. O empresário avalia que isso não prosperou ainda porque a legislação é desatualizada. E é mesmo. Para ele, com mudanças pontuais e diálogo com os governos estadual e federal, Foz pode se tornar mais competitiva e atrativa para novos negócios. Na avaliação dele, com um novo olhar do Poder Público e planejamento integrado, Foz pode consolidar seu protagonismo regional. A proposta de “metrópole trinacional” vai além de um conceito: trata-se de um novo modelo de planejamento, capaz de alinhar desenvolvimento econômico, integração internacional e melhoria na qualidade de vida.

 

De olho na ALEP

Como pré-candidato a deputado estadual pelo PL, ele entende que a cidade precisa aumentar a representatividade na Assembleia Legislativa com mais força política para assegurar esse reconhecimento. “Precisamos ter um olhar amplo sobre Foz do Iguaçu e aproveitar toda essa posição estratégica que temos. É fundamental aumentar a representatividade, ter mais deputados que busquem esse reconhecimento e que também dialoguem com os parlamentos de fronteira no Paraguai e na Argentina”, argumenta.

 

Rogério Bonato – Wikipédia, a enciclopédia livre

Rogério Romano Bonato atiça a imaginação ao escrever a coluna No Bico do Corvo, publicada com exclusividade no portal Almanaque Futuro e meios eletrônicos da Rádio Cultura de Foz do Iguaçu. Ele é membro cativo do programa Contraponto, levado ao ar de segundas às sextas-feiras, das 11:00 às 12:30. Não bateu o cartão nesta terça, 24, em razão de uma aparente e demolidora gripe. 

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No Bico do Corvo: a política ensaia os primeiros passos em casas de ovos https://almanaquefuturo.com.br/artigo-de-opiniao/no-bico-do-corvo-a-politica-ensaia-os-primeiros-passos-em-casas-de-ovos/ Thu, 26 Feb 2026 12:55:42 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=31635

Especulato geral O vírus eleitoral tem uma capacidade de contágio impressionante: ele não pede licença, gruda na pele e, quando você percebe, a cidade inteira já está febril. O processo é lento, gradual e, invariavelmente, regado a vazamentos oportunos. Desta vez, circula uma suposta folha de anotações — de próprio punho, dizem — do senador […]

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Especulato geral

O vírus eleitoral tem uma capacidade de contágio impressionante: ele não pede licença, gruda na pele e, quando você percebe, a cidade inteira já está febril. O processo é lento, gradual e, invariavelmente, regado a vazamentos oportunos. Desta vez, circula uma suposta folha de anotações — de próprio punho, dizem — do senador Flávio Bolsonaro. No papel, um raio-X das capitanias hereditárias do Brasil. O Paraná, como não poderia deixar de ser, aparece com destaque e por razões que, para o “01”, são agravantes. No rascunho, nomes como Sérgio Moro e Guto Silva (este devidamente carimbado como o “homem do Ratinho”) dividem espaço com uma observação lateral que parece um grito de Valdemar Costa Neto: “Giacobo não pode ser candidato”.

 

Parto natimorto?

Ora, o que é isso? A pré-candidatura de Fernando Giacobo já nasce com certidão de óbito assinada pelo parteiro do PL? Valdemar, que no fim das contas é quem decide a maternidade do mundo político e quem fica pelo caminho, parece querer abortar o plano. Uma pena. Pela primeira vez, Foz do Iguaçu teria um candidato ao governo com potencial real de bagunçar o coreto das urnas. Sim, para quem esqueceu, o domicílio eleitoral do homem é aqui nas barrancas do Rio Paraná.

 

Pensemos:

Giacobo candidato, amarrado ao sobrenome Bolsonaro em um estado que ainda ostenta o rótulo de “bolsonarista raiz”, apoiado por uma legião de prefeitos e com um vice forte na capital… não faria barulho? Faria um estrondo! O surgimento desses “papeletes” providenciais para desviar o nome dele da disputa é o maior sintoma de que a coisa é séria. Ontem, provocado por este colunista, ele disparou: “Serei candidato a governador caso o Ratinho saia para Presidente”. Anotem.

 

A letra de médico e o mapa da bagunça

Ainda tentando decifrar a “letra de médico” (ou seriam hieróglifos?) de Flávio Bolsonaro no que tange ao Senado, o cenário é de guerra. Aparecem Filipe Barros (PL), Cristina Graeml (PMB) e Deltan Dallagnol. Ao lado de Filipe, a ordem é clara: “Conversar – só apoiamos ele”. Para Cristina, o veredito é curto: “Não dá, atrapalha o Filipe”. E sobre Deltan, a pérola: “Candidato do Ratinho, 1º nas pesquisas, TSE garante”. É o mapa da mina — ou da mina terrestre — que habita a cabeça do primogênito do clã.

 

Incomodação?

O Paraná incomoda Flávio porque Ratinho Júnior insiste em demonstrar uma firmeza presidencial que atrapalha o tabuleiro do primogênito do “faraó”. Ignorar a força de Giacobo pode ser o erro fatal de Valdemar. Ele corre o risco de desmontar um projeto feito sob medida para dar um nó na cabeça do Governador.

O passeio das vaidades

Saindo do Olimpo brasiliense e caminhando pelo asfalto derretendo em Foz, as pré-candidaturas dividem-se entre as “levadas a sério” e as “piadas de boteco”. Não falo de pesquisas, que por enquanto são apenas horóscopos políticos, mas do termômetro das esquinas. Giacobo e Vermelho estão no trecho. Pulverizam as ervas daninhas, adubam o solo e, como galinhas, beliscam cada grão que cai dos caminhões da política. Luciano Alves vai precisar de fôlego. Longe da telinha, o brilho ofusca. A estratégia agora é tentar um “migué” e grudar no Ratinho Jr. para ver se sobra algum prestígio. Paulo Mac Donald segue no seu eterno “chove não molha”. O eleitorado espera o trovão, mas por enquanto é só garoa.

 

A briga de facão na ALEP

Dizem que ser Deputado Estadual é fácil. Ledo engano. Conseguir a legenda é uma coisa; buscar voto no interior é briga de facão no escuro em território alheio. Matheus Vermelho tem feito o dever de casa: pega carona com o papi e nas ações do Estado. Se o “trem da alegria” do governo passa por Foz, ele está na janelinha, sorrindo para a foto. Parece ter lugar cativo na “Ratolândia”, embora ainda seja cedo para o beija-mão definitivo.

 

O clone de Foz

E o que dizer de Deoclecio Duarte? O homem desponta na boca do povo com uma agenda que desafia as leis da física. Aparece em Capanema e, quase simultaneamente, em Guaraniaçu. Como não anda de helicóptero e o teletransporte ainda não foi inventado, suspeito que ele tenha um clone. Se não for isso, merece o Nobel de Tecnologia. Se houver um churrasco de paróquia ou bondinho de festa, pode apostar: Deoclecio estará lá, no meio do povo.

 

Silêncio, egos e churrasco

Enquanto uns gritam, Fernando Duso trabalha em silêncio. E o silêncio, na política, costuma ser um perigo, para os adversários. É o nome da centro-esquerda que mais se mexe nos bairros. Já o vice, Ricardinho, anda apagado, pisando em ovos e desviando de cascas de banana — talvez temendo o teste de popularidade do General. Quanto aos nossos vereadores, dizem que 80% querem ser candidatos. Um conselho: cuidado. No quesito carisma, muitos estão “por baixo de barriga de cobra”. Não adianta inaugurar ônibus ou sentar na janelinha; a atual Legislatura precisa de muito mais para cruzar a linha vermelha da credibilidade.

 

A festa do ano

Para encerrar, o comércio de Foz e até de Ciudad del Este agradece ao deputado Vermelho. É um tal de madame comprando sapato e homem aparando a barba que parece preparação para o Oscar. O motivo? O aniversário do homem, neste sábado. A lista, que começou seleta, cresceu tanto que a churrascaria já está aparando a grama do terreno vizinho para colocar mais mesas. Dizem que a solução será fretar o Rafain para dar conta do recado. É o “efeito Vermelho”: o povo vai porque gosta mais do aniversariante do que do espeto corrido. Tomara que ele dê uma canja na gaita para animar os penetras.

Uma boa quinta-feira a todos!

 

Rogério Romano Bonato adora política quando é bem feita, articulada, com gente séria no meio. A coluna No Bico do Corvo é publicada com excluisividade pelo portal Almanaque Futuro e meios eletrônicos da Rádio Cultura de Foz do Iguaçu.

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Vermelho retoma projeto da Escola Nacional de Turismo em Foz do Iguaçu https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/vermelho-retoma-projeto-da-escola-nacional-de-turismo-em-foz-do-iguacu/ Fri, 31 Jan 2025 14:51:53 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=20329

Depois de uma longa conversa com o ministro do Turismo, Celso Sabino, o deputado federal Vermelho garantiu que a Escola Nacional do Turismo de Foz do Iguaçu sairá do papel para beneficiar empresários e trabalhadores do setor. “Apresentamos ao ministro muitas demandas da nossa cidade. Convenci Celso Sabino a reativar essa iniciativa para que Foz […]

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Depois de uma longa conversa com o ministro do Turismo, Celso Sabino, o deputado federal Vermelho garantiu que a Escola Nacional do Turismo de Foz do Iguaçu sairá do papel para beneficiar empresários e trabalhadores do setor.
“Apresentamos ao ministro muitas demandas da nossa cidade. Convenci Celso Sabino a reativar essa iniciativa para que Foz do Iguaçu possa contar com uma escola de capacitação de mão de obra com a mais alta tecnologia”, afirmou Vermelho.
O projeto teve início em 2019, quando o deputado assumiu seu 1º mandato. Na época, o então ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, chegou a visitar Foz do Iguaçu e garantir os investimentos necessários.
A iniciativa ocorreu por meio de uma grande parceria entre o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (Sindhotéis), a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e o Ministério do Turismo (MTur). “A previsão era iniciar as aulas em 2020, com uma verba de R$ 3 milhões já empenhada”, recordou Vermelho. No entanto, a pandemia da Covid-19 suspendeu temporariamente o projeto.
Agora, com a retomada dos trabalhos e o apoio do ministro Celso Sabino, a Escola Nacional do Turismo volta com força total. “Recebemos a garantia de que aquela grande parceria será reativada e a Escola de Turismo em Foz do Iguaçu finalmente se tornará realidade. Voltaremos a dialogar com todos os envolvidos para ajustar os últimos detalhes”, explicou o deputado.
Vermelho defende a ideia do futuro centro de ensino funcionar no Sindhotéis, que já possui uma infraestrutura completa, incluindo diversas salas de aula, uma cozinha industrial de alto padrão e até um apartamento-modelo.
No projeto apresentado antes da pandemia, os cursos seriam ministrados por professores da Unioeste, reconhecidos pela excelência acadêmica. “A proposta desta escola é fruto de muito esforço e do comprometimento de diversos setores, unindo governo federal, instituições e setor privado”, ressaltou Vermelho.
“Nosso objetivo é criar uma escola modelo para o turismo no Brasil, alinhada às tendências contemporâneas do setor. Queremos oferecer cursos de excelência, baseados em inovação e tecnologia, para formar profissionais altamente qualificados”, afirmou.
A retomada da Escola Nacional do Turismo em Foz do Iguaçu é vista como um grande avanço para a qualificação da mão de obra no setor turístico, consolidando a cidade como um dos principais destinos de formação de profissionais da área. Com a integração de diferentes atores do segmento, a expectativa é que a instituição contribua significativamente para o crescimento econômico da região e do turismo nacional.

Passos importantes para consolidar mais um sonho iguaçuense

Quando assumiu seu mandato parlamentar em 2019, o deputado Vermelho foi procurado por representantes de entidades ligadas ao turismo de Foz do Iguaçu, que pediram apoio para a concretização de um antigo sonho de empresários e trabalhadores do setor: a criação de uma escola-modelo de turismo.
Vermelho abraçou a causa, promoveu diversas reuniões e conseguiu viabilizar recursos da ordem de R$ 3 milhões para dar início ao projeto. Um convênio chegou a ser assinado entre o Ministério do Turismo, a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (Sindhotéis) e o Governo do Estado. No entanto, a pandemia da Covid-19 forçou o adiamento do sonho.
MEMÓRIA
Em 20 de janeiro de 2020, uma grande reunião foi promovida no Sindhotéis, reunindo representantes do turismo para debater a importância da iniciativa. Durante o evento, diversas lideranças destacaram o impacto positivo da escola:
Neuso Rafagnin, ex-presidente do Sindhotéis: “Finalmente vamos ter uma escola-modelo em turismo, que vai formar profissionais para atender às demandas do setor.”
Gilmar Piolla, ex-secretário de Turismo: “Essa escola virá de encontro à Gestão Integrada do Turismo, que trabalha para transformar a cidade em um case de sucesso.”
Paulo Wolf, ex-reitor da Unioeste: “Esse projeto integra a universidade com a sociedade e com o empresariado. As regiões Oeste e Sudoeste do Paraná vão crescer muito.”
Felipe Gonzalez, ex-presidente do Comtur: “Foz do Iguaçu dará mais um passo para nosso turismo de excelência. Devemos muito ao deputado Vermelho.”
Com a retomada do projeto, a Escola Nacional do Turismo se aproxima de se tornar realidade, reforçando Foz do Iguaçu como referência nacional na capacitação de profissionais do setor.

Janeiro de 2020: Neuso Rafagnin, Paulo Wolf, Vermelho, Felipe Gonzalez, Gilmar Piolla e Adélio Demeterko.

 

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Vermelho celebra aprovação do projeto dos cassinos na CCJ do Senado https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/vermelho-celebra-aprovacao-do-projeto-dos-cassinos-na-ccj-do-senado/ Thu, 20 Jun 2024 21:44:17 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=16223

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (19), por 14 votos a 12, o relatório do projeto de lei que propõe a legalização de cassinos, bingos e do jogo do bicho no Brasil. Agora, o texto segue para votação no plenário do Senado. Aprovado inicialmente na Câmara dos Deputados como […]

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (19), por 14 votos a 12, o relatório do projeto de lei que propõe a legalização de cassinos, bingos e do jogo do bicho no Brasil. Agora, o texto segue para votação no plenário do Senado.

Aprovado inicialmente na Câmara dos Deputados como Projeto de Lei 2234/22, o deputado federal Vermelho destacou-se como um dos principais defensores da proposta. “Fiz parte do grupo de trabalho da Câmara encarregado de atualizar o projeto e travamos uma batalha dura nas comissões e no plenário. É um projeto importante para a geração de empregos e divisas para o país”, declarou Vermelho ao comemorar a decisão da CCJ.

Vermelho enfatizou a necessidade de manter a vigilância, pois o texto ainda será debatido no plenário do Senado e retornará à Câmara devido às alterações realizadas. O projeto prevê a instalação de cassinos em polos turísticos, como Foz do Iguaçu, e em complexos integrados de lazer, incluindo hotéis de alto padrão, restaurantes, bares e locais para eventos culturais.

Segundo Vermelho, a legalização dos jogos no Brasil poderá gerar mais de 800 mil empregos diretos e cerca de 700 mil indiretos. “Foz do Iguaçu tem muito a ganhar com esse projeto porque atrairá mais turistas, gerando movimento em hotéis, pousadas, restaurantes, bares e meios de transporte”, ressaltou Vermelho.

Discussão na CCJ
Durante a reunião da CCJ, senadores mais conservadores criticaram o projeto, alegando que poderia aumentar a criminalidade e gerar problemas de saúde. No entanto, o relator da proposta, senador Irajá, argumentou que países que regulamentaram os jogos de forma responsável experimentaram crescimento social e econômico, com aumento no fluxo de turistas.

Irajá destacou que os investimentos provenientes da aprovação do projeto podem chegar a R$ 100 bilhões, com arrecadação anual potencial de R$ 22 bilhões, a serem distribuídos entre estados, municípios e a União. “Não podemos perder essa grande oportunidade que outros países já compreenderam, de gerar emprego, renda e impostos, que serão revertidos em benefícios ao povo brasileiro nas áreas de saúde, educação, social e infraestrutura”, afirmou.


Vermelho: Vamos continuar vigilantes até a aprovação final do projeto

Bingo e Jogo do Bicho
O projeto permite a exploração permanente do jogo de bingo em locais específicos, tanto na modalidade de cartela quanto nas modalidades eletrônica e de videobingo. Cidades maiores poderão ter um estabelecimento para cada 150 mil habitantes, enquanto municípios e o Distrito Federal poderão explorar jogos de bingo em estádios com capacidade mínima de 15 mil torcedores, desde que de forma não eventual. As casas de bingo serão autorizadas a funcionar por 25 anos, renováveis por igual período, e deverão comprovar capital social mínimo de R$ 10 milhões.

Jogo do Bicho
Em cada estado e no Distrito Federal, uma pessoa jurídica poderá ser credenciada para explorar o jogo do bicho a cada 700 mil habitantes. Em Roraima, único estado com população abaixo desse limite, será permitida uma operadora. As autorizações para explorar o jogo do bicho terão validade de 25 anos, renováveis por igual período, e também exigirão capital social mínimo de R$ 10 milhões.

Apostas em Corridas de Cavalos
As apostas em corridas de cavalos poderão ser exploradas por entidades turfísticas credenciadas junto ao Ministério da Agricultura, que poderão também explorar jogos de bingo e videobingo no mesmo local.

Máquinas de Apostas
O projeto regulamenta o aluguel de máquinas de apostas, exigindo o registro e a realização de auditorias periódicas.

Crimes Relacionados ao Jogo
O projeto tipifica novos crimes contra o jogo e a aposta. Explorar jogos ilegalmente poderá resultar em até quatro anos de detenção, com penas dobradas se menores de idade estiverem envolvidos. Fraudar jogos e adulterar resultados pode acarretar até sete anos de reclusão, com penas agravadas se a vítima for idosa, menor de idade ou jogador compulsivo registrado. Permitir que menores de 18 anos entrem ou participem de apostas poderá resultar em até dois anos de detenção.

 

Assessoria

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Vermelho comemora derrubada da ‘MP do Fim do Mundo’ https://almanaquefuturo.com.br/politica/vermelho-comemora-derrubada-da-mp-do-fim-do-mundo/ Wed, 12 Jun 2024 13:53:35 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=16065

Nesta terça-feira (11), o deputado federal Vermelho usou a tribuna da Câmara dos Deputados para celebrar a derrubada da Medida Provisória 1.227/2024, popularmente conhecida como a “MP do fim do mundo”. A MP, que gerou grande polêmica ao prejudicar os setores produtivos do país, foi devolvida ao governo, cessando imediatamente todos os seus efeitos. “Nós […]

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Nesta terça-feira (11), o deputado federal Vermelho usou a tribuna da Câmara dos Deputados para celebrar a derrubada da Medida Provisória 1.227/2024, popularmente conhecida como a “MP do fim do mundo”. A MP, que gerou grande polêmica ao prejudicar os setores produtivos do país, foi devolvida ao governo, cessando imediatamente todos os seus efeitos.

“Nós condenamos essa Medida Provisória porque ela prejudicava muito o setor produtivo que gera emprego e desenvolvimento do país. Foi um trabalho árduo do Congresso Nacional e de 26 frentes parlamentares que se uniram para derrubar essa medida infeliz que onerava a maioria das empresas brasileiras. Foi mais uma vitória do Congresso Nacional e de quem trabalha e gera o progresso do nosso país”, destacou Vermelho.

O deputado ainda enfatizou a importância da mobilização conjunta para o sucesso na derrubada da MP. “Foi a maior mobilização das frentes parlamentares e das lideranças representativas dos setores produtivos do país. Conseguimos derrubar essa medida insana que representaria mais um golpe muito duro no produtor brasileiro, que teria de fazer empréstimos para pagar impostos, resultando no aumento de produtos que no final prejudicaria os trabalhadores”, acrescentou.

O anúncio da devolução da MP foi feito pelo presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, no final da tarde. A Medida Provisória, editada pelo governo, tinha como objetivo restringir as compensações do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Segundo Pacheco, alguns pontos da MP violam princípios constitucionais como segurança jurídica e previsibilidade.

“O que se observa nessa MP é que há uma inovação com alterações de regras tributárias que geram um enorme impacto ao setor produtivo nacional, sem que haja observância da regra constitucional da noventena na aplicação sobretudo dessas compensações do PIS e da Cofins”, explicou Pacheco, que também preside o Congresso Nacional.

Com a devolução, o setor produtivo respira aliviado, e a vitória é comemorada não só por parlamentares, mas também por trabalhadores e empresários de todo o país. A queda da “MP do fim do mundo” é vista como um passo importante para a estabilidade e o desenvolvimento econômico do Brasil.

 

Assessoria

 

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