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Arquivo de sustentabilidade - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/sustentabilidade/ Foz do Iguaçu em todas as suas formas Thu, 17 Sep 2026 19:18:42 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://almanaquefuturo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Logo-32x32.png Arquivo de sustentabilidade - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/sustentabilidade/ 32 32 244322787 UNILA finaliza edifício projetado para consumir quase zero energia https://almanaquefuturo.com.br/educacao/unila-finaliza-obras-de-predio-com-balanco-energetico-nulo-em-foz-do-iguacu/ Thu, 17 Sep 2026 12:40:16 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=38373

A UNILA finaliza, nos próximos dias, a construção de um edifício-piloto que combina soluções construtivas de baixa pegada de carbono, estratégias de conforto térmico e tecnologias voltadas à eficiência energética. A edificação segue o conceito Nearly Zero Energy Building (Nzeb), ou edifício de energia quase zero, e será utilizada para testar soluções que possam contribuir […]

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Vista geral da obra durante visita da comitiva da ENBPar

A UNILA finaliza, nos próximos dias, a construção de um edifício-piloto que combina soluções construtivas de baixa pegada de carbono, estratégias de conforto térmico e tecnologias voltadas à eficiência energética. A edificação segue o conceito Nearly Zero Energy Building (Nzeb), ou edifício de energia quase zero, e será utilizada para testar soluções que possam contribuir para a redução do consumo de energia nas construções. A expectativa é que o prédio, erguido no Campus Integração, seja aberto em novembro.

Chamada de Ombo’éva – “Quem ensina” em guarani –, a construção é fruto de uma chamada pública do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel) que buscou iniciativas capazes de aplicar o conceito de edifícios que produzem parte da energia necessária para o próprio consumo. Na época, em 2020, além da UNILA, foram selecionados projetos da Universidade de Brasília (UnB), do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) e da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). “O fato de termos sido contemplados entre os quatro vencedores do edital nos trouxe bastante alegria, por sermos uma universidade bastante jovem em relação às demais”, comemora Katia Regina Garcia Punhagui, pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação e uma das idealizadoras do projeto.

Com o início da operação do Ombo’éva, a intenção é que o espaço funcione como um laboratório aberto a pesquisadores e visitantes. Durante os dois primeiros anos de atividades, diferentes tecnologias serão monitoradas para verificar se o desempenho previsto no projeto se confirma na prática. “É uma edificação piloto, onde nós vamos testar tanto tecnologias passivas de condicionamento do ambiente quanto tecnologias ativas”, explica a docente.

Processo

Ana Cláudia Garcia: conceitos podem ser usados para novas edificações para redução do consumo de energia

Idealizado por um grupo de professores e alunos, o projeto do edifício foi selecionado por meio do Edital Procel Edifica Nzeb Brasil. Com a aprovação, a UNILA recebeu, em 2020, um aporte financeiro de R$ 994 mil oriundos da então Eletrobras, instituição cujas funções foram atribuídas à ENBPar (Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A.), após a privatização.

Em 2021, a equipe técnica da Prefeitura Universitária assumiu o projeto, quando também foram iniciadas as tratativas com a Fundação Stemmer para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (FEESC). Juntas, as instituições assinaram um convênio em novembro de 2024, ocasião em que a UNILA apresentou a contrapartida de R$ 947 mil, aprovada pelo Conselho Universitário em 2025.

“Além de toda a parte administrativa que a Prefeitura teve que assumir, havia também a necessidade de ter os projetos executivos”, conta Ivan Dario Gomez Araujo, prefeito universitário. “Um projeto submetido para um edital é mais uma pesquisa do que um projeto executivo pronto para construir. Para poder executar, os professores tiveram que passar seus direitos autorais para a UNILA, para que os nossos engenheiros e arquitetos pudessem concretizar a ideia e definir as responsabilidades técnicas”, complementa.

Carbono e bioclima

Kátia Punhagui: edificação piloto será usada para testar tecnologias de condicionamento do ambiente

Um dos diferenciais do edifício é o uso do CLT (Cross Laminated Timber), sistema construtivo baseado em painéis de madeira laminada cruzada. Como explicou Katia Punhagui, a tecnologia foi escolhida por apresentar “menor pegada de carbono” em comparação com sistemas construtivos convencionais e pela capacidade da madeira de armazenar carbono. Conforme destacou, 50% do peso, ou seja, da massa seca, dos painéis que compõem a estrutura do prédio correspondem a carbono puro, “que fica estocado”, pontuou.

Outro diferencial do edifício é a observância aos fatores bioclimáticos. Dentre as soluções adotadas neste quesito, está a orientação para o Norte. “A gente observa que há aberturas superiores, que servem para ventilação higiênica. Por isso, quando não quisermos ventilar a parte inferior, poderemos deixá-la fechada e, se quisermos renovar o ar, abrimos só a parte superior”, ilustrou o docente Egon Vettorazzi, também um dos idealizadores do projeto. “As aberturas superiores também servem para ventilação por efeito chaminé, ou seja, todo o ar quente das pessoas e dos equipamentos sobe e sai por cima”, completa.

A parte superior do prédio apresenta ainda uma grande abertura, voltada ao Sul, que permite a iluminação natural, mas com menor radiação solar. Além disso, Ombo’éva terá um pergolado para a colocação de vegetação cujas folhas caem no inverno. Com isso, haverá sombreamento no verão, época de altas temperaturas, e maior incidência de sol no inverno.

População

Paulo Gonçalves Cerqueira: modelos para otimizar consumo e conservar energia

A previsão dos idealizadores é que todas essas soluções tecnológicas possam, futuramente, ser democratizadas e utilizadas pela população, atendendo a uma das premissas do edital do Procel. Gerente de Conformidade Legal e Marketing na Diretoria de Programas de Governo da ENBPar, Ana Cláudia Leite Mesquita Garcia esclarece que o foco da iniciativa é que os conceitos adotados em edificações como o Ombo’éva possam ser utilizados nas construções em geral, visando à eficiência energética. “O que vai para a população são os conceitos do que pode ser utilizado em uma construção para que se consiga alcançar a eficiência energética. É ter um resultado melhor, consumindo menos energia elétrica”, sintetiza.

Em sua avaliação, na atualidade, em que muito se fala de transição energética, de fontes renováveis de energia e de redução de consumo, o Nzeb é um conceito que deve ser levado à população. Análise semelhante é feita por Paulo Gonçalves Cerqueira, da Coordenação de Programas de Governo da ENBPar. Segundo ele, não necessariamente se deve gerar mais energia, mas sim criar situações em que haja a otimização do seu uso. “Principalmente para o nosso país, onde você tem o potencial hidráulico [usinas hidrelétricas], toda vez que você utilizar energia solar ou energia eólica, você vai estar armazenando energia nos reservatórios. Por isso, essa [construções Nzeb] é uma forma muito boa de conservar energia.”

Outro objetivo de projetos como o Ombo’éva é baratear os custos desse tipo de edificação. Conforme Cerqueira, ao se criar algo inovador, é comum que os valores sejam mais elevados, e é justamente neste ponto que o papel da universidade é fundamental. “Tudo o que se cria tem um preço significativo, mas a tendência é que à medida que o projeto se amplia, seja um valor bem reduzido”, argumentou.

Com previsão para entrar em funcionamento nos próximos meses, o Ombo’éva abrigará inicialmente o Laboratório de Conforto Térmico e Eficiência Energética. Além disso, serão oferecidas palestras e atividades de formação e de divulgação científica pelo Grupo de Pesquisa Sustentabilidade e Inovação (Sinova) e Grupo de Pesquisa em Energia e Sustentabilidade Energética (Gpense). O local também abrigará o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da UNILA.

 

 

 

Assessoria

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Foz cria política para formar pequenos protetores Lei leva educação ambiental e proteção animal às crianças https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/foz-cria-politica-para-formar-pequenos-protetores-lei-leva-educacao-ambiental-e-protecao-animal-as-criancas/ Fri, 11 Sep 2026 16:28:31 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=37968

Foz do Iguaçu passa a contar com uma política voltada à formação de crianças para a proteção dos animais e do meio ambiente. A Prefeitura sancionou a Lei nº 5.742, que institui a política “Pequenos Protetores”. A iniciativa busca inserir a educação relacionada ao cuidado com os animais e à preservação ambiental na formação das […]

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Foz do Iguaçu passa a contar com uma política voltada à formação de crianças para a proteção dos animais e do meio ambiente. A Prefeitura sancionou a Lei nº 5.742, que institui a política “Pequenos Protetores”.

A iniciativa busca inserir a educação relacionada ao cuidado com os animais e à preservação ambiental na formação das crianças, estimulando desde cedo uma relação de respeito e responsabilidade com o meio ambiente.

A criação da política estabelece uma nova frente de educação e conscientização no município, associando a formação das novas gerações à proteção dos animais e à preservação ambiental.

 

Crédito Imagem: Banco de Imagens
Da Redação Almanaque Futuro

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Exemplo de sustentabilidade que transforma vidas e protege o planeta https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/exemplo-de-sustentabilidade-que-transforma-vidas-e-protege-o-planeta/ Tue, 25 Aug 2026 18:14:43 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=36583

Sustentabilidade não é um conceito abstrato ou restrito a grandes corporações multinacionais. No dia a dia das empresas, ela se traduz em escolhas simples, conscientes e diárias, capazes de transformar rotinas, preservar recursos naturais e promover o bem-estar coletivo. É exatamente sob essa premissa que a De Paula Contadores vem construindo uma trajetória exemplar de […]

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Sustentabilidade não é um conceito abstrato ou restrito a grandes corporações multinacionais. No dia a dia das empresas, ela se traduz em escolhas simples, conscientes e diárias, capazes de transformar rotinas, preservar recursos naturais e promover o bem-estar coletivo. É exatamente sob essa premissa que a De Paula Contadores vem construindo uma trajetória exemplar de responsabilidade ambiental e social, reconhecida pelas boas práticas sustentáveis. Com mais de cem colaboradores distribuídos em suas duas unidades, a organização demonstra na prática que pequenas atitudes cotidianas são o ponto de partida para grandes transformações no ecossistema empresarial e na comunidade.

Para os diretores da empresa, adotar um modelo de gestão responsável é um dever de todos e um convite aberto para que clientes, parceiros e outros negócios também façam a diferença em seus respectivos segmentos. Afinal, transformar o mundo exige uma corrente contínua de conscientização e engajamento.

“O diferencial da proposta sustentável da De Paula, no entanto, vai muito além da gestão de materiais. A empresa entende que cuidar do planeta exige, em primeiro lugar, cuidar das pessoas”, anuncia a CEO da empresa, Elizangela de Paula Kuhn

Dentro desse propósito, a eliminação de descartáveis tornou-se uma das marcas mais visíveis da mudança na De Paula. Todos os profissionais recebem copos térmicos e xícaras individuais, eliminando a oferta de utensílios plásticos de uso único em todos os setores de trabalho. A regra é clara e simples: o resíduo mais sustentável é aquele que não chega a ser produzido.

“Saber que trabalhamos em uma empresa que se preocupa verdadeiramente com o futuro renova nossa motivação. A gente percebe que cada pequeno gesto conta e que estamos deixando um legado positivo para a comunidade”, pontua a analista comercial, Cristiana Comino.

Outra frente essencial do programa é o uso inteligente da tecnologia em favor da redução do consumo de papel e de recursos naturais. Todas as estações de trabalho contam com dois monitores, permitindo que a conferência de relatórios e guias contábeis ocorra diretamente na tela, reduzindo drasticamente a necessidade de impressões em papel. Quando a cópia física é inevitável, papéis com espaços em branco são transformados em blocos de rascunho, garantindo o máximo reaproveitamento antes da reciclagem semanal dos resíduos.

“Na De Paula, sustentabilidade também está presente na forma como conduzimos nossos processos e nos relacionamos com os clientes. Hoje, trabalhamos 100% no digital, reduzindo o uso de papel e o impacto ambiental, além de garantir mais segurança e praticidade. Essa mudança é percebida e valorizada pelos clientes, que também demonstram interesse em adotar práticas mais sustentáveis”, Cristiane

Por isso, a promoção da saúde e da nutrição saudável ganhou espaço de destaque na rotina corporativa, com a oferta semanal do Dia da Fruta e o fornecimento diário de salada fresca durante o horário de almoço.

Essa atenção com a alimentação tem gerado frutos que ultrapassam as portas da contabilidade. Os colaboradores assimilam novos hábitos alimentares no trabalho e estendem esse cuidado aos seus lares, contagiando filhos, parceiros e familiares.

“A empresa valoriza muito o colaborador, porque tem preocupações que muitas não têm, como o dia da fruta e a salada fresca todos os dias no almoço para incentivar hábitos saudáveis. A forma como tratam isso é com muita seriedade. São valores difíceis de encontrar por aí e que representam um benefício real e valorização para todos nós”, relata a assistente do RH, Thaysa Carsoni do Nascimento.

O engajamento social também se fortalece por meio da economia circular com a realização anual do Brechó Solidário. A iniciativa arrecada roupas, calçados e itens em bom estado doados pela equipe, promovendo o consumo consciente e destinando toda a arrecadação para entidades assistenciais da região.

Ao consolidar essa mentalidade, a De Paula Contadores deixa uma mensagem clara a todo o setor produtivo: qualquer empresa pode e deve começar a sua jornada sustentável. Reduzir custos, proteger os recursos naturais, nutrir a saúde da equipe e envolver a sociedade não exige investimentos inalcançáveis, mas sim consistência e vontade de transformar o futuro a partir do presente.

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Itaipu investe em projeto de produção sustentável no Núcleo de Cooperação Socioambiental Sudoeste do MS https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/itaipu-investe-em-projeto-de-producao-sustentavel-no-nucleo-de-cooperacao-socioambiental-sudoeste-do-ms/ Tue, 30 Jun 2026 13:00:22 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=34932

A Itaipu Binacional firmou um convênio de cooperação técnica e financeira com a Associação Viva Vida de Amambai (AVVA) pelo Núcleo de Cooperação Socioambiental Sudoeste do Mato Grosso do Sul, no âmbito do programa Governança Participativa para a Sustentabilidade da Itaipu e do Itaipu Parquetec, para a execução do projeto “Raízes do Futuro”, voltado ao […]

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A Itaipu Binacional firmou um convênio de cooperação técnica e financeira com a Associação Viva Vida de Amambai (AVVA) pelo Núcleo de Cooperação Socioambiental Sudoeste do Mato Grosso do Sul, no âmbito do programa Governança Participativa para a Sustentabilidade da Itaipu e do Itaipu Parquetec, para a execução do projeto “Raízes do Futuro”, voltado ao desenvolvimento sustentável no sudoeste de Mato Grosso do Sul.

O projeto “Raízes do Futuro” aposta em desenvolvimento sustentável integrado na região, fortalecendo cadeias socioambientais e econômicas em 17 municípios, promovendo ações que integram preservação ambiental, inclusão social e geração de renda.

Entre as principais frentes estão a criação de um programa intermunicipal de educação ambiental, o incentivo à implantação de sistemas agroflorestais e o apoio à organização e profissionalização de associações locais.

A proposta busca ampliar práticas sustentáveis na produção rural, ao mesmo tempo em que fortalece políticas públicas e a participação comunitária.

O convênio beneficiará mais de 2 mil pessoas diretamente, incluindo gestores públicos, educadores, agricultores familiares, comunidades indígenas e integrantes de associações produtivas.

Além disso, o impacto indireto pode alcançar aproximadamente 367 mil moradores dos municípios envolvidos, com melhorias nas áreas ambiental, econômica e social.

O diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri, explicou que o convênio segue as diretrizes do Governo do Brasil para as políticas socioambientais. “Quando criamos o Programa Itaipu Mais que Energia foi por determinação do presidente Lula para que, após quitada a dívida da usina, pudéssemos retribuir à sociedade com projetos que trouxessem transformação do território, como esse que assinamos no Sudoeste do Mato Grosso do Sul”.

Foco em comunidades vulneráveis
O projeto será executado em 17 municípios do Núcleo de Cooperação Socioambiental (NCS) do sudoeste sul-mato-grossense, região marcada pela forte presença de comunidades rurais e indígenas, além de desafios relacionados à desigualdade social e pressão sobre recursos naturais.

Nesse contexto, a iniciativa prioriza ações voltadas à segurança alimentar, recuperação ambiental e fortalecimento da economia local, especialmente entre agricultores familiares e povos tradicionais.

O investimento total é de R$ 1,9 milhão, com o prazo de 12 meses para realização.

A Itaipu será responsável pelo financiamento, acompanhamento e fiscalização das ações. Já a Associação Viva Vida ficará encarregada da execução do projeto, mobilização das comunidades e prestação de contas.

Parceria para fortalecer políticas públicas
O convênio integra a estratégia da Itaipu dentro do programa Itaipu Mais que Energia de promover o desenvolvimento sustentável em sua área de atuação, alinhando ações ambientais, sociais e econômicas.

A iniciativa também reforça a atuação em rede com instituições locais, universidades e organizações sociais, buscando consolidar um modelo de desenvolvimento regional baseado na cooperação e na sustentabilidade.

A coordenadora do núcleo, Edina Brindarolli, afirmou que a assinatura do convênio é a celebração de um marco importante para o sudoeste do Mato Grosso do Sul. “Este convênio representa o fortalecimento de uma parceria construída a muitas mãos, baseada no diálogo, na cooperação e no compromisso com o desenvolvimento da nossa região, representando o fortalecimento de uma parceria construída a muitas mãos, baseada no diálogo, na cooperação e no compromisso com o desenvolvimento da nossa região.”

Segundo Edina, a iniciativa vai além do investimento financeiro. “Quando instituições, municípios e sociedade caminham juntos, conseguimos transformar desafios em oportunidades e gerar benefícios concretos para a população, por isso agradeço à Itaipu Binacional pela confiança e a todos os parceiros que acreditaram neste projeto coletivo”, afirmou.

Sobre os Núcleos
Criados em 2024 no âmbito do programa Itaipu Mais que Energia, os 21 Núcleos de Cooperação Socioambiental fazem parte de uma iniciativa alinhada às estratégias do Governo do Brasil voltadas ao meio ambiente e à transformação econômica e social. A ação, coordenada em parceria pela Itaipu Binacional e pelo Itaipu Parquetec, abrange os 399 municípios do Paraná e 35 do sul do Mato Grosso do Sul, região prioritária da usina.

Os Núcleos funcionam como espaços de escuta ativa, formação e educação, baseados na metodologia da governança participativa. O objetivo é mobilizar coletivamente as instituições parceiras para melhorar a qualidade de vida e promover um futuro sustentável nas comunidades.

O convênio assinado pela Itaipu com a entidade é, portanto, fruto de uma construção coletiva no território, em que os integrantes do núcleo decidiram conjuntamente em usar os recursos destinados a projetos socioambientais que beneficiem a população.

Além desse, recentemente foram assinados convênios com os Núcleos Centro-Sul, Médio Noroeste e Oeste, todos no Paraná. Os demais núcleos estão em tramitação de seus projetos coletivos para também se tornarem convênios.

Fonte: Imprensa Itaipu.

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Copel está entre as empresas mais sustentáveis do mundo, aponta índice da Bolsa de NY https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/copel-esta-entre-as-empresas-mais-sustentaveis-do-mundo-aponta-indice-da-bolsa-de-ny/ Mon, 04 May 2026 13:10:47 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=33478

A Copel celebra sua presença no Índice Dow Jones Best-in-Class, da Bolsa de Valores de Nova York, um dos mais respeitados indicadores globais de desempenho em sustentabilidade corporativa. O reconhecimento reafirma uma trajetória de evolução consistente nas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG), consolidando a companhia entre o grupo das empresas mais sustentáveis do […]

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A Copel celebra sua presença no Índice Dow Jones Best-in-Class, da Bolsa de Valores de Nova York, um dos mais respeitados indicadores globais de desempenho em sustentabilidade corporativa. O reconhecimento reafirma uma trajetória de evolução consistente nas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG), consolidando a companhia entre o grupo das empresas mais sustentáveis do mundo.

O Índice Dow Jones Best-in-Class reúne companhias que apresentam os mais elevados padrões de gestão sustentável em seus respectivos segmentos. O ingresso na carteira é resultado da Corporate Sustainability Assessment (CSA), avaliação que analisa critérios como gestão de riscos, impacto ambiental, enfrentamento das mudanças climáticas, eficiência operacional, ética, governança e desempenho social.

Para o presidente da Copel, Daniel Slaviero, o reconhecimento é reflexo de um compromisso contínuo com a sustentabilidade, que orienta as decisões estratégicas, com foco na prestação de serviço de qualidade para o cliente. “Esse reconhecimento internacional reforça que estamos no caminho certo, alinhando desempenho econômico, responsabilidade socioambiental e governança sólida”, afirma.

Segundo o diretor de Governança, Risco e Compliance, Vicente Loiácono Neto, integrar o índice representa um importante diferencial competitivo e estratégico. “Essa conquista amplia a visibilidade da Copel junto a investidores e ao mercado internacional, além de demonstrar menor risco de sustentabilidade e a solidez de nossa governança corporativa”, destaca.

EVOLUÇÃO – A Copel fortaleceu sua agenda ESG a partir de 2021 por meio da implementação do Plano de Neutralidade de Carbono, voltado à redução das emissões de gases de efeito estufa. Como parte dessa estratégia, a companhia realizou desinvestimentos orientados à descarbonização, reforçando seu posicionamento focado em fontes renováveis. Em 2024, alcançou a meta de geração de energia 100% renovável.

No pilar de governança, a Copel avançou de forma consistente na adoção das melhores práticas de mercado ao concluir, em 2025, sua migração para o Novo Mercado da B3.

“A entrada no Índice Dow Jones Best-in-Class reforçam a visão de longo prazo da empresa e a sua contribuição para uma transição energética responsável, gerando valor para os clientes, para os investidores e para as futuras gerações”, afirma a superintendente de Sustentabilidade da Copel, Luísa Nastari.

Fonte: AEN.

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Diretor-geral da Itaipu defende integração entre economia e sustentabilidade em aula magna na UEM https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/diretor-geral-da-itaipu-defende-integracao-entre-economia-e-sustentabilidade-em-aula-magna-na-uem/ Wed, 25 Mar 2026 14:05:06 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=32412

O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri, afirmou que não é mais possível pensar o desenvolvimento econômico dissociado da sustentabilidade ambiental e da inclusão social. A declaração foi feita durante a aula magna do curso de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), realizada na noite desta segunda-feira (23), no campus da instituição. […]

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O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri, afirmou que não é mais possível pensar o desenvolvimento econômico dissociado da sustentabilidade ambiental e da inclusão social. A declaração foi feita durante a aula magna do curso de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), realizada na noite desta segunda-feira (23), no campus da instituição.

Com o tema “O Desenvolvimento Econômico Sustentável no Brasil”, Verri destacou que a crise climática deixou de ser uma projeção futura para se tornar uma realidade concreta, com impactos já visíveis no cotidiano da população. “Não é mais uma questão de previsão. A crise está posta e exige adaptação imediata”, afirmou, ao citar eventos extremos como secas prolongadas e enchentes em diferentes regiões do país.

Segundo o diretor, a resposta a esse cenário passa pela transição energética, com a substituição gradual de fontes fósseis por energias limpas. No entanto, ele ressaltou que o principal desafio global está no financiamento dessa mudança. “Todos reconhecem a necessidade da transição, mas a grande discussão é quem vai pagar essa conta, especialmente nos países em desenvolvimento”, observou.

Verri também chamou atenção para o caráter desigual da crise climática, que atinge com mais intensidade as populações mais vulneráveis. “Ela tem classe social. Afeta mais quem vive em áreas de risco, nas periferias e nos países do Sul Global”, disse.

Durante a palestra, o diretor defendeu um novo conceito de desenvolvimento, que integre as dimensões econômica, social e ambiental. “Se não for sustentável, não é desenvolvimento”, resumiu, ao destacar a necessidade de incorporar essa visão na formação dos futuros economistas.

Verri apontou o Brasil como uma referência internacional no cenário energético, com uma matriz majoritariamente limpa, e reforçou o papel estratégico das hidrelétricas, especialmente da usina de Itaipu, para a segurança energética nacional. “As fontes como solar e eólica são fundamentais, mas são intermitentes. A hidrelétrica garante a energia firme, funcionando como uma espécie de bateria do sistema”, explicou.

O diretor também enfatizou o potencial do país para liderar a economia verde, tanto na atração de investimentos quanto na exportação de tecnologia, citando iniciativas de inovação, como os estudos da Binacional e do Itaipu Parquetec para o desenvolvimento do biogás e do biometano, do hidrogênio verde e do SAF, o combustível sustentável da aviação.

Ao final, o Verri ressaltou que, embora o Brasil esteja avançando, a solução para a crise climática depende de um esforço global coordenado. “O país está no caminho certo, mas não resolve o problema sozinho. Se as grandes economias não avançarem na transição energética, teremos dificuldades para garantir o futuro do planeta”, concluiu.

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Comunidade e sustentabilidade social: energia que transforma territórios e vidas https://almanaquefuturo.com.br/itaipu-51-anos/comunidade-e-sustentabilidade-social-energia-que-transforma-territorios-e-vidas/ Sat, 17 May 2025 16:36:35 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=23548

Por trás de cada megawatt gerado por Itaipu Binacional, há uma extensa rede de relações humanas e sociais em movimento. A atuação da usina não se limita à produção de energia — ela se estende a centenas de municípios, impacta a vida de milhares de pessoas e fortalece o tecido social de uma região fronteiriça […]

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Por trás de cada megawatt gerado por Itaipu Binacional, há uma extensa rede de relações humanas e sociais em movimento. A atuação da usina não se limita à produção de energia — ela se estende a centenas de municípios, impacta a vida de milhares de pessoas e fortalece o tecido social de uma região fronteiriça que compartilha culturas, desafios e oportunidades.

Desde que revisou e ampliou a sua missão institucional, em 2003, Itaipu compreendeu que desenvolvimento energético precisa andar lado a lado com inclusão, bem-estar e justiça social. Assim nasceu um modelo de sustentabilidade territorial que tem como foco o desenvolvimento comunitário, a participação cidadã e o fortalecimento da economia local.

Sustentabilidade que nasce na base
Nas últimas duas décadas, a usina implantou uma série de programas socioambientais que envolvem educação, capacitação, agricultura familiar, turismo sustentável, saneamento, gestão hídrica e protagonismo juvenil.

Esses projetos atuam diretamente em escolas, assentamentos rurais, aldeias indígenas e bairros periféricos, levando conhecimento, formação e infraestrutura básica para que os moradores se tornem agentes de transformação local. Em muitos casos, ações como proteção de nascentes, coleta seletiva, compostagem e hortas escolares são conduzidas por crianças e jovens que aprendem desde cedo o valor do território em que vivem.

Agricultura familiar e segurança alimentar

Outro eixo de atuação social está no apoio à agricultura familiar e aos sistemas produtivos sustentáveis. Por meio de convênios com cooperativas, associações e prefeituras, Itaipu incentiva práticas agroecológicas, promove a diversificação de culturas, fortalece cadeias curtas de comercialização e contribui para a geração de renda no campo.

Entre os produtos beneficiados estão hortifrutigranjeiros, leite, mel, mandioca e alimentos orgânicos certificados, que abastecem tanto os mercados locais quanto merendas escolares da rede pública. Em municípios como Santa Terezinha de Itaipu, Missal e São Miguel do Iguaçu, os agricultores familiares já relatam ganhos expressivos em produtividade e qualidade de vida.

Turismo, cultura e identidade

Na zona urbana e turística, Itaipu também investe em turismo sustentável, memória social e valorização cultural. Em Foz do Iguaçu, o Complexo Turístico Itaipu recebe mais de 350 mil visitantes por ano, que além de conhecerem a usina, têm contato com projetos de preservação ambiental, educação patrimonial e história da região, como veremos complementarmente na página 11.

No Paraguai, o Parque Lineal é um exemplo de como áreas degradadas podem se tornar espaços públicos de lazer e convivência, conectando a população à natureza e ao legado da hidrelétrica. Em ambos os países, a binacional apoia eventos culturais, bibliotecas, exposições itinerantes, grupos folclóricos e oficinas de formação.

Desenvolvimento como missão permanente

Itaipu compreende que seu papel como empresa pública e binacional vai além da eficiência operacional. O território em que está inserida — diverso, desigual e repleto de potencial — exige compromisso ético e ação estruturante. Por isso, sua atuação social é permanente, flexível e adaptada às realidades locais. São ações alinhadas às diretrizes do governo federal e que fazem parte, assim como muitas outras, do programa Itaipu Mais que Energia.
Ao completar 51 anos, a usina reafirma que sustentabilidade não é apenas proteger o meio ambiente, mas promover justiça social, educação de qualidade e oportunidades para todos. Porque a verdadeira energia de um país está no povo que o move.

Acesse aqui o Suplemento Especial de Aniversário Itaipu Binacional 51 Anos em PDF!

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Tecnologia e sustentabilidade no campo: Espaço Impulso dá inicio às atividades no Show Rural 2025 https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/tecnologia-e-sustentabilidade-no-campo-espaco-impulso-da-inicio-as-atividades-no-show-rural-2025/ Tue, 11 Feb 2025 13:30:10 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=20608

Na manhã desta segunda-feira (10), foi realizada a cerimônia de abertura das atividades do Espaço Impulso no Show Rural Coopavel 2025, em Cascavel, no Paraná. A programação, que se estende até sexta-feira (14), foi oficialmente aberta com uma cerimônia, marcando o início de uma semana repleta de inovação e tecnologia voltadas para o agronegócio. O […]

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Na manhã desta segunda-feira (10), foi realizada a cerimônia de abertura das atividades do Espaço Impulso no Show Rural Coopavel 2025, em Cascavel, no Paraná. A programação, que se estende até sexta-feira (14), foi oficialmente aberta com uma cerimônia, marcando o início de uma semana repleta de inovação e tecnologia voltadas para o agronegócio.

O evento de abertura reuniu ainda lideranças incluindo o Diretor Superintendente do Itaipu Parquetec, Professor Irineu Colombo; o Diretor-Geral da Itaipu Binacional, Enio Verri; e o Diretor Presidente da Coopavel, Dilvo Grolli. As autoridades destacaram a importância do Espaço Impulso como um ambiente propício para promover inovações, fortalecer parcerias estratégicas e fomentar o desenvolvimento tecnológico no agronegócio.

Em sua fala, o Professor Irineu Colombo enfatizou que “o Itaipu Parquetec, juntamente com a Itaipu Binacional, trabalha muito focado na questão da transição energética, segurança de barragens, inteligência territorial, tecnologia 5G e conectividade. Por isso nós temos uma parceria com a Coopavel, onde trazemos para cá iniciativas das startups para a área da agricultura familiar e do agronegócio, promovendo um amplo desenvolvimento neste ambiente propício que é o Show Rural”.

Segundo Enio Verri, “a inovação é fundamental para melhorar a qualidade de vida das pessoas e melhorar a produtividade, mas é fundamental que esteja alinhada à missão de respeitar e conservar o nosso planeta, por isso a Itaipu Binacional tem se dedicado a apoiar iniciativas que promovam a sustentabilidade como pilar estratégico para a produção agrícola”. Dilvo Grolli complementou ressaltando que “nós estamos no meio de um grande momento, onde temos as nossas lideranças pensando no futuro com sustentabilidade. E isso também está acontecendo com o produtor rural: quando ele fala, a natureza fala mais alto”.

Um dos pontos altos do evento foi o lançamento do Hackathon Fruticultura, uma competição criativa promovida pelo Itaipu Parquetec. O desafio visa incentivar soluções inovadoras que abarquem toda a cadeia produtiva da fruticultura, desde a melhoria da produtividade até a industrialização e comercialização internacional.

O Hackathon contará com a participação de até 20 grupos compostos por estudantes, pesquisadores e profissionais da área. Durante o evento, os participantes passarão por workshops de ideação, desenvolvimento de protótipos e mentorias especializadas, culminando na apresentação de pitches diante de uma banca avaliadora. As soluções mais promissoras receberão prêmios em dinheiro e mentorias exclusivas.

Para dar início à programação técnica do Espaço Impulso, foi realizado o painel “Políticas Públicas para Sustentabilidade no Agro”, voltado ao debate de iniciativas e desafios voltados à produção agropecuária sustentável. Participaram como painelistas o Diretor-Geral da Itaipu Binacional, Enio Verri, e o Diretor Presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, com a moderação do Professor Irineu Colombo.

Os painelistas discutiram questões como o uso eficiente de recursos hídricos, adoção de tecnologias sustentáveis e as políticas governamentais necessárias para fomentar boas práticas no setor agropecuário.

A programação do Espaço Impulso segue até sexta-feira, dia 14 de fevereiro, com uma agenda repleta de atividades voltadas à inovação e conexão no agronegócio. Além de painéis temáticos e palestras, serão realizados pitches de startups e sessões de networking.

Entre os destaques da programação estão painéis sobre biotecnologia e inteligência artificial aplicada ao campo e sustentabilidade. O evento busca oferecer um espaço dinâmico para a troca de conhecimentos e a prospecção de novos negócios.

Para conferir a programação completa, acesse https://espacoimpulso.com.br/eventos/13/show-rural-coopavel-2025.html

Itaipu Parquetec

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Foz do Iguaçu sediará o 8º Congresso Sul-Americano de Resíduos Sólidos e Sustentabilidade https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/foz-do-iguacu-sediara-o-8o-congresso-sul-americano-de-residuos-solidos-e-sustentabilidade/ Mon, 03 Feb 2025 21:51:02 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=20425

O Instituto Brasileiro de Estudos Ambientais e de Saneamento – IBEAS promoverá em Foz do Iguaçu/PR, no período de 06 a 08 de maio de 2025, o 8º Congresso Sul-Americano de Resíduos Sólidos e Sustentabilidade – ConReSol. O Congresso tem o apoio de Itaipu Parquetec na realização do evento e conta com o apoio institucional […]

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O Instituto Brasileiro de Estudos Ambientais e de Saneamento – IBEAS promoverá em Foz do Iguaçu/PR, no período de 06 a 08 de maio de 2025, o 8º Congresso Sul-Americano de Resíduos Sólidos e Sustentabilidade – ConReSol. O Congresso tem o apoio de Itaipu Parquetec na realização do evento e conta com o apoio institucional da APEAM – Associação Paranaense de Engenheiros Ambientais, do INPAR – Instituto de Promoção e Apoio à Reciclagem e do Instituto Federal do Paraná – IFPR. As atividades serão realizadas nas instalações do Itaipu Parquetec e Itaipu Binacional.

O 8º ConReSol receberá trabalhos de todos os países da América do Sul, podendo os mesmos serem apresentados em português ou espanhol. A expectativa é que sejam apresentados 350 trabalhos técnicos e que cerca de 400 pessoas participem do evento. Os resumos expandidos dos trabalhos técnicos-científicos poderão ser submetidos até o dia 02/03/25 pelo site do Congresso: www.ibeas.org.br/conresol8

O 8º ConReSol tem como objetivos gerais: promover a troca de experiência e fortalecer a atuação dos estudantes de graduação e de pós-graduação que atuam na área de resíduos sólidos, focando a sustentabilidade (tripé econômico, ambiental e social) em toda cadeia produtiva, desde a geração do produto até a disposição final do resíduo e promover e consolidar a troca de experiências entre as universidades, profissionais liberais e empresas da América do Sul, que desenvolvem estudos e projetos na área de resíduos sólidos, com foco em sustentabilidade. Tem ainda como objetivos específicos:

– Através de discentes, pesquisadores, docentes e profissionais que atuam na área de resíduos sólidos e sustentabilidade:

a) Apresentação de trabalhos técnicos e científicos relacionados ao tema central do Congresso.

b) Apresentação de trabalhos técnicos e científicos relacionados aos temas do Congresso:

I – Sustentabilidade, ciclo de vida do produto e tecnologias para minimização de resíduos;

II – Logística Reversa;

III – Educação Ambiental;

IV – Resíduos Sólidos Urbanos;

V – Resíduos Industriais;

VI – Resíduos de Serviços de Saúde;

VII – Resíduos da Construção Civil e outros;

VIII – Políticas, Planos e Programas públicas de resíduos sólidos;

IX – Legislação e licenciamento ambiental;

X – Coleta e transporte de resíduos sólidos;

XI – Aterros sanitários: projeto, licenciamento, gerenciamento e monitoramento;

XII – Tecnologias de tratamento e disposição de resíduos sólidos;

XIII – Coleta seletiva e reciclagem;

XIV – Aproveitamento energético em aterros;

XV – Outros

– Debater, através de mesas-redondas, com pesquisadores e profissionais convidados altamente qualificados, os temas do Congresso.

– Debater, através de palestras técnicas, temas específicos relacionados à área de resíduos sólidos e sustentabilidade, através de pesquisadores e profissionais convidados altamente qualificados;

– Realizar visitas técnicas relacionadas aos temas do Congresso;

– Promover minicursos relacionados à área de resíduos sólidos e sustentabilidade;

– Disseminar conhecimentos técnicos e práticos relacionados à área de resíduos sólidos para profissionais da área, órgãos governamentais (federais, estaduais e municipais) e estudantes de diferentes formação (engenharias, biologia, gestão ambiental, ciências e outros).

O 8º ConResol tem como público-alvo profissionais de nível superior e estudantes que trabalham na área de resíduos sólidos, empresas de saneamento, empresas de tratamento e destinação de resíduos sólidos e empresas que fornecem serviços e equipamentos para as atividades ligadas à gestão de resíduos, start ups desenvolvedoras de soluções para o setor, profissionais que atuam em prefeituras, órgãos públicos municipais e estaduais ligados ao tema resíduos sólidos, além de pesquisadores e estudantes que atuam nas áreas de resíduos sólidos, meio ambiente e sustentabilidade.

Os trabalhos técnicos-científicos poderão ser submetidos até o dia 02/03/2025 pelo site do Congresso: www.ibeas.org.br/conresol8

 

Itaipu Parquetec

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Certificação Ambiental: Foz do Iguaçu e Cascavel avançam na gestão sustentável https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/certificacao-ambiental-foz-do-iguacu-e-cascavel-avancam-na-gestao-sustentavel/ Thu, 16 Jan 2025 12:00:55 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=19697

Foz do Iguaçu e Cascavel, no Oeste do Paraná, acabam de receber o Certificado Ambiental para licenciamentos ambientais, concedido pelo Instituto Água e Terra (IAT) e pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (CEMA). A certificação, válida a partir de 2025, permite que os municípios realizem autorizações de atividades simples e de baixo impacto ambiental, conforme […]

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Foz do Iguaçu e Cascavel, no Oeste do Paraná, acabam de receber o Certificado Ambiental para licenciamentos ambientais, concedido pelo Instituto Água e Terra (IAT) e pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (CEMA). A certificação, válida a partir de 2025, permite que os municípios realizem autorizações de atividades simples e de baixo impacto ambiental, conforme estipulado pela Resolução CEMA Nº 110/2021.

Com essa medida, as cidades passam a gerenciar processos como licenciamentos para agropecuária, pequenos comércios, transportadoras e outros empreendimentos de impacto reduzido, utilizando o Sistema de Gestão Ambiental (SGA). Este sistema eletrônico centraliza e monitora os procedimentos, garantindo segurança técnica e jurídica, como explica Everton Souza, secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável: “Os municípios têm autonomia para autorizar licenciamentos, mas sempre por meio dessa ferramenta eletrônica, que permite uma visão global dos processos”.

A certificação representa um passo inicial para que os municípios alcancem a Delegação Plena, habilitando-os a lidar com licenciamentos de maior complexidade. Atualmente, 13 municípios paranaenses possuem algum tipo de prerrogativa para autorizar intervenções ambientais. “Ao passarmos o impacto local aos municípios, ganhamos mais liberdade para analisar empreendimentos de grande porte, agilizando os licenciamentos”, afirma Ivonete Coelho Chaves, gerente de Licenciamento Ambiental do IAT.

O prefeito de Foz do Iguaçu, Joaquim Silva e Luna, destacou a relevância da certificação para o crescimento sustentável da cidade: “Desenvolvimento econômico e sustentabilidade caminham juntos. Com essa conquista, podemos atrair investimentos e acelerar processos essenciais, sempre respeitando as normas ambientais”.

Capacitação e critérios
Para obter a certificação, os municípios devem atender a requisitos como a criação de Conselhos e Fundos Municipais do Meio Ambiente, execução de Planos Diretores com diretrizes ambientais e adequação de pessoal técnico. Profissionais municipais também precisam passar por capacitação promovida pelo IAT, fortalecendo a gestão descentralizada.

Benefícios do sistema de gestão ambiental
A autorização de licenciamentos pelo SGA abrange atividades como agropecuária (avicultura, bovinocultura, suinocultura, piscicultura), comércio e serviços (oficinas mecânicas, hospitais, restaurantes), transporte de cargas, postos de combustíveis, indústrias e gestão de resíduos sólidos. O sistema permite agilidade em processos simples e libera técnicos estaduais para projetos mais complexos, como hidrelétricas e rodovias.

 

Almanaque Futuro com AEN

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