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Arquivo de Santos Dumont - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/santos-dumont/ Foz do Iguaçu em todas as suas formas Tue, 18 Aug 2026 18:11:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://almanaquefuturo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Logo-32x32.png Arquivo de Santos Dumont - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/santos-dumont/ 32 32 244322787 Turismo do Paraná faz 110 anos e tem dedo do Santos Dumont nessa data https://almanaquefuturo.com.br/turismo/turismo-do-parana-faz-110-anos-e-tem-dedo-do-santos-dumont-nessa-data/ Tue, 18 Aug 2026 18:11:22 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=36319

Como definir uma data comemorativa. Muitas vezes é fácil: o fim de um conflito ou o nascimento de uma pessoa ilustre. Mas e quando ser quer estabelecer quando começou o Turismo no Paraná? A palavra turismo, ou o seu termo, foi oficializado por volta de 1811, segundo pesquisa no Google, e a Wikipédia diz que […]

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Como definir uma data comemorativa. Muitas vezes é fácil: o fim de um conflito ou o nascimento de uma pessoa ilustre. Mas e quando ser quer estabelecer quando começou o Turismo no Paraná?

A palavra turismo, ou o seu termo, foi oficializado por volta de 1811, segundo pesquisa no Google, e a Wikipédia diz que o turismo tem “duas linhas de pensamentos no qual a História do Turismo se divide. A primeira seria que é o ócio, descanso, cultura, saúde, negócios ou relações familiares. Estes deslocamentos se distinguem por sua finalidade dos outros tipos de viagens motivados por guerras, movimentos migratórios, conquista, comércio, etc.

Não obstante o turismo tem antecedentes históricos claros. Depois, se concretizaria com o então movimento da Revolução Industrial. A segunda linha de pensamento se baseia em que o Turismo realmente se iniciou com a Revolução Industrial, visto que os deslocamentos tinham como intuito o lazer”. E no Paraná?

Bem, poderíamos pegar a trilha do Caminhos de Peabiru que com mais de 4 mil km de extensão há mais de três mil anos ligava o Pacífico ao Atlântico, passando pelo Paraná. Será que esses ancestrais faziam turismo? Não foi essa a escolha.
Profissionais do setor se debruçaram sobre a questão e definiram que o turismo no Paraná começou com a visita às Cataratas de Foz do Iguaçu por Santos Dumont.

O aviador estava hospedado na Argentina em abril de 1916 e foi convidado por Frederico Engel que abriu o primeiro hotel de Foz do Iguaçu – o Hotel Brasil com sete apartamentos – em 1915 para visitar o lado brasileiro. Santos Dumont ficou três dias na então Vila Iguassu e para chegar às Cataratas era preciso andar a cavalo por quatro horas. Ele ficou impressionado com o que viu. Ao descobrir que a área pertencia a um uruguaio, se indignou. Disse, segundo registram várias matérias e autores:

“Posso dizer-lhe Frederico Engel, que estas maravilhas não podem pertencer a um particular”. Dumont alterou seus compromissos e foi a cavalo até Guarapuava e dali pegou um trem para Curitiba. Chegou à capital do Paraná e teve audiência em maio com Affonso Camargo, governador do Estado, quando insistiu para o governo comprasse a área. A área foi adquirida em 1919.

Com a área, veio o Parque, com o Parque o turismo e a definição de que a primeira e única visita de Santos Dumont às Cataratas do Iguaçu seria o marco inicial do Turismo no Paraná.

Mas existem outras datas significativas. 1969, criação da Paranatur (Empresa de Turismo do Paraná) e do Cepatur (Conselho Paranaense de Turismo). 2003, criação da Secretaria de Turismo do Paraná que depois seria extinta por reformas administrativas e unida à Secretaria do Esporte e noutra fase à Secretaria de Desenvolvimento Sustentável. 2023, recriada a Secretaria de Estado do Turismo e, junto, o Viaje Paraná, um serviço social autônomo.

É claro que iniciativas governamentais e, principalmente, orçamento, ajudam e favorecem o turismo no Paraná: o Estado recebeu mais de 1 milhão de turistas estrangeiros em 2025, um recorde, mais de 10 milhões de visitantes e o setor gerou uma receita de R$ 32 milhões. Mas só o Estado não pode tudo. Toda a cadeia do turismo, desde as Instâncias de Governança Regional, guias de turismo, agências de viagens, hoteleiros, restaurantes, comércio, parques, aeroportos importam e têm importância nesses números.

E todos esses segmentos estão de uma forma ou de outra representados no Cepatur que faz no dia 18 de agosto, às 13h, sua 100ª reunião ordinária quando os 110 anos do Turismo do Paraná será lembrado. É no Cepatur que se discutem as diretrizes e os rumos que o Turismo no Paraná deve seguir para continuar trilhando o caminho que faz do Estado um dos mais visitados no Brasil.

Fonte: Abrajet-PR (Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo – Paraná).

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Entre o vernáculo e o voto: lições de ontem e promessas de amanhã https://almanaquefuturo.com.br/artigo-de-opiniao/entre-o-vernaculo-e-o-voto-licoes-de-ontem-e-promessas-de-amanha/ Mon, 16 Mar 2026 11:50:53 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=32140

Prezado pedante escritor, Li, com indisfarçável desagrado, a crônica de vossa autoria em edição passada. É de se lamentar que um cavalheiro de vossas luzes avilte a nobre língua de Camões com o uso do termo “pum”. Tamanho chulismo deslustra o vernáculo e ofende a etiqueta! Faltou-vos o decoro de utilizar, quando menos, um “ventosidade” […]

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Prezado pedante escritor,

Li, com indisfarçável desagrado, a crônica de vossa autoria em edição passada. É de se lamentar que um cavalheiro de vossas luzes avilte a nobre língua de Camões com o uso do termo “pum”.

Tamanho chulismo deslustra o vernáculo e ofende a etiqueta! Faltou-vos o decoro de utilizar, quando menos, um “ventosidade” ou o clássico “flatulência”. Peço que recobre a bonomia e o asseio vocabular, sob pena de ver sua pena relegada ao esquecimento dos mal-educados.

Com a austeridade de sempre,

Eulália de Castro (Prof.ª Aposentada, 102 anos)

 

Digníssima mestra dona Eulália,

Acuso o recebimento de vossa admoestação, que me chegou às mãos como uma régua de palmatória — justa, porém gélida. Confesso que, ao ler vosso veredito, senti as faces tomadas por um rubor de quem foi pego colando na prova de Latim.

Peço vênia pelo deslize! Em um momento de fraqueza estilística, troquei o asseio da “ventosidade” pelo atalho chulo do tal “pum”. Foi, admito, um solavanco na gramática, um tropeço no vernáculo que decerto teria feito Camões sofrer de dispepsia.

Prometo, de agora em diante, polir minha pena com o esmero que a senhora nos incutiu. Se o estômago do texto roncar, buscarei o abrigo da “flatulência” ou, quem sabe, o silêncio discreto de um “meteoro gasoso”. Aceite este pedido de desculpas de quem, embora de cabelos brancos, ainda se sente no banco da frente de vossa sala de aula, de cabeça baixa e mãos postas.

Com o mais profundo e devoto respeito,

Seu eterno e (agora) comportado aluno, Rogério.

 

Política mandando ver

Parece que os nossos valorosos pré-candidatos combinaram o mês de março para intensificar as ações. Foi, aliás, uma semana de fervura no setor político. Os deputados Vermelho, pai e filhote, trabalharam duro em várias localidades de Foz e cidades próximas. O vice Ricardinho anda com a mão cheirando a Bálsamo Bengué de tanto cumprimentar o povo; Airton José, depois da filiação no MDB, quase não voltou mais para casa, o que deixa a dona Bia de beiço torcido, pronta para largar uma bronca. Já Deoclecio Duarte vai de um lado ao outro igual ao Tas, o demônio da Tasmânia dos desenhos animados. É, meus amigos, daqui em diante isso fará parte do nosso cotidiano e tomara que empolgue a população com vistas à eleição. Povo envolvido é garantia de escolha bem-feita.

 

Missão Brasília

Airton José oficializou seu retorno ao MDB, agora como pré-candidato a Deputado Federal. E se engana quem pensa que foi apenas uma assinatura protocolar: a recepção foi um verdadeiro “frisson”, superando — e muito — as expectativas mais otimistas do próprio Airton! O deputado federal Sérgio Souza, presidente estadual da legenda, trouxe as bênçãos diretas da executiva nacional e de Baleia Rossi.

 

Visitas e visitas

Deoclecio Duarte exibe um filmete relembrando o passado, um material, diga-se, muito eficaz para recordar que a política não é coisa nova na vida do empresário. Depois de visitar o vice-governador Darci Piana, ele deu um abraço em Danilo Vendrusculo, empresário do ramo de veículos pesados com a “estrela” Mercedes-Benz e presidente da ACIFI. Vamos ressaltar: a entidade desenha uma agenda para conversar com os candidatos. Na manhã desta segunda-feira, quem passou por lá foi Sérgio Moro.

 

Breu na Perimetral

Quando reclamamos sobre a Perimetral Leste, não demora para alguém fazer uma ligação e dizer que logo a situação estará normalizada. Mas a promessa tarda. A pista deveria ser toda iluminada, mas no trecho mais importante, no setor que compreende a Mata Verde, o escuro é de dar medo; não se vê absolutamente nada, a começar pelos ciclistas que insistem em não utilizar luzes sinalizadoras. Um vizinho relatou que havia um cavalo bem no meio da pista, o que obrigou um motorista — um argentino voltando da praia — a fazer um desvio abrupto, quase capotando o veículo. Acidentes são constantes no trecho.

 

Acessos negados

E como alguns acessos inexplicavelmente ainda não foram abertos, os motoristas fazem manobras das mais diversas, quase sempre sem o cuidado de usar o acostamento. Um aviso: a Perimetral Leste logo será dos caminhões, como o céu é do avião! Os que gostam de encurtar o caminho até o setor norte se decepcionarão. A festa ameaça acabar. Haverá mais veículos pesados ocupando a pista do que lambari na lagoa. Segundo os entendidos, é quase certa a formação de filas em todo o percurso e, como é pista única e com acostamento apertado, dificilmente sobrará espaço para os veículos leves.

 

Recomposição da João Paulo II

Milhares de veículos transitam no novo trecho da Avenida João Paulo II diariamente. É uma ligação eficiente entre o Jardim Tarobá e a Vila Yolanda. A pista está passando por um processo de raspagem, providência necessária, uma vez que o concreto – de ótima qualidade – acabou ondulando devido aos aclives e declives da via. A raspagem está sendo realizada com equipamento de ponta, o mesmo utilizado em pistas de aeroportos para garantir a aderência no pouso de grandes aviões. Ponto para os empreiteiros: colocaram a responsabilidade e a manutenção em primeiro lugar.

 

BR-469 nos finalmentes

Enfim, o trecho entre o Hotel Carimã e o acesso ao Aeroporto deve ser entregue. Os moradores e comerciantes da área sul agradecem; foram anos de tormento com desvios e soluções provisórias. A obra está parcialmente pronta, faltando o trecho de chegada ao Parque Nacional. Mas as perguntas persistem: haverá passarelas para pedestres? Onde ficarão os pontos de ônibus? A lista de questionamentos ainda é longa.

 

Argentina é quem manda

Mudando de assunto, usar celular próximo aos rios Iguaçu e Paraná tornou-se uma tarefa inglória. Usar o WhatsApp até passa (usando wifi de alguém), mas completar uma ligação é missão quase impossível. A chiadeira é grande por parte dos empresários que operam nessas áreas de fronteira. O sinal vizinho parece ignorar os limites geográficos.

 

Chip batizado

O vivente vai à farmácia, compra um chip oficial e, ao instalar, descobre que o número já pertenceu a alguém. Aparece a cara feia de alguém vestindo camiseta do Flamengo. Isso é uma barbaridade! As operadoras reciclam números descartados, o que significa que números antes usados por meliantes para falcatruas podem parar nas mãos de estudantes ou donas de casa. É o fim da picada e um perigo real para o usuário. E pensar que estamos na era do 5G!

 

Santos Dumont

Linda homenagem dos artistas plásticos aos 110 anos da passagem de Santos Dumont por Foz. Uma curiosidade: em boa parte das pinturas, o inventor está sorrindo. Isso é raro. Em retratos históricos, ele mantinha uma aparência severa, raramente esboçando alegria.

 

E qual a razão será?

Segundo narrou dona Elfrida Engel Nunes Rios em entrevista a este colunista em 1983, Dumont expressava profundo descontentamento com o uso militar do avião na Primeira Guerra (No auge em 1916). Mostrava-se depressivo e sorria apenas timidamente por cortesia. A arte, no entanto, permite essa licença poética. Santos Dumont sorrindo nas telas simboliza a libertação que ele possivelmente tanto procurou.

 

A visão do abandono

Quem foi à feirinha da JK encontrou amigos e arte, mas também se deparou com a saudade. Na esquina onde havia a COART, agora há um buraco cheio de lixo e escombros. Uma visão que o cidadão não merece, bem no coração da cidade. O abandono contrasta com a manhã de domingo e azeda o humor de muita gente.

Ratinho no museu

Beiramos o outono e nada das tradicionais águas de março. O que se vê são queimadas. Ontem, a fumaça impregnou o eixo turístico, inclusive próximo ao Museu de Cera, onde foi inaugurada a estátua do apresentador Ratinho. Ele prestigiou a iniciativa, decerto esperando que sua imagem de cera não derreta com esse calor fora de época. Dá-lhe ar-condicionado! O refúgio mesmo é o Bar de Gelo ao lado. Uma boa semana a todos!

 

Rogério Romano Bonato escreve a coluna No Bico do Corvo com exclusividade para o Almanaque Futuro e meios eletrônicos da Rádio Cultura de Foz do Iguaçu. P.S. Aceita críticas e puxões de de orelha dos leitores. Melhorar é uma meta, mesmo para um cinquentenário na humilde função de escriba.

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ACAPI celebra 50 anos com exposição inspirada em Santos Dumont em Foz do Iguaçu https://almanaquefuturo.com.br/cultura/acapi-celebra-50-anos-com-exposicao-inspirada-em-santos-dumont-em-foz-do-iguacu/ Tue, 28 Oct 2025 18:48:07 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=28817

Por Eliane Luiza Schaefer  A Associação Cultural dos Artistas de Foz do Iguaçu (ACAPI) comemora 50 anos de história com a exposição dedicada a Santos Dumont, que une arte, história e imaginação em uma jornada pelo legado do visionário brasileiro que revolucionou o mundo com suas invenções. Com curadoria do jornalista e mestre em Conservação […]

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Por Eliane Luiza Schaefer 

A Associação Cultural dos Artistas de Foz do Iguaçu (ACAPI) comemora 50 anos de história com a exposição dedicada a Santos Dumont, que une arte, história e imaginação em uma jornada pelo legado do visionário brasileiro que revolucionou o mundo com suas invenções.

Com curadoria do jornalista e mestre em Conservação do Patrimônio Histórico Dalmont Benítez, a mostra acontece de 7 a 30 de novembro, no GRESFI Clube (Avenida Juscelino Kubitschek, 1872), com entrada gratuita.

O público poderá apreciar obras de artistas locais que traduzem, em formas e cores, a leveza, a curiosidade e o espírito inventivo de Alberto Santos Dumont — o homem que transformou o céu em território da liberdade.

A visitação estará aberta de terça a sexta, das 12h às 21h, e aos sábados e domingos, das 9h às 21h.

 

Cinco décadas de arte e resistência

Fundada em 1975, a ACAPI nasceu do sonho coletivo de artistas que desejavam fortalecer a arte na vida social e cultural de Foz do Iguaçu.

Sua trajetória foi construída pela dedicação de criadores que se tornaram referência nas artes locais.

Hoje, a associação é reconhecida como uma das principais entidades culturais da região.

Cinquenta anos depois, segue fiel à sua essência: valorizar a arte, promover o diálogo entre gerações e fortalecer a identidade cultural da cidade.

Essa homenagem não é apenas histórica; é também um gesto de reconhecimento: dizer “valorizamos quem lutou antes de nós”. Santos-Dumont (assim ele assinava o nome para honrar a França, que o acolhera tão bem), é o responsável direto pela emancipação das Cataratas do Iguaçu, no início do século passado.

Junto com a exposição, a ACAPI lança o 1º Ciclo das Artes do Iguaçu, um presente para a comunidade: oficinas artísticas gratuitas, abertas e acessíveis, que aproximam o público do fazer artístico.

“Para nós, acapianos, é uma alegria celebrar 50 anos junto da sociedade. É um prazer compartilhar processos, técnicas, cores, traços e saberes. É uma honra homenagear Santos Dumont e, ao mesmo tempo, abrir espaço para os novos artistas, que representam a continuidade da nossa trajetória”, relata Renata Olivi, presidente da ACAPI de Foz.

 

Santos Dumont: o artista das invenções

Símbolo de criatividade e ousadia, Alberto Santos Dumont (1873–1932) foi mais que o “pai da aviação”: um inventor movido pela curiosidade e pela beleza do desconhecido.

Em 1901, conquistou o Prêmio Deutsch ao contornar a Torre Eiffel com o dirigível nº 6 — feito que encantou o mundo. Cinco anos depois, em 1906, seu 14-bis realizou o primeiro voo autônomo de uma máquina mais pesada que o ar, reconhecido pela Fédération Aéronautique Internationale (FAI).

Além do avião, Dumont criou projetos inovadores como o relógio de pulso (em parceria com Louis Cartier), e a leve aeronave Demoiselle (1909), ícone da elegância e simplicidade do design funcional.

Sua vida e obra tornaram-se símbolo da busca pela liberdade e pela invenção.

 

Serviço

Exposição: Santos Dumont

Realização: ACAPI — Associação Cultural dos Artistas de Foz do Iguaçu

Curadoria: Dalmont Benítez (jornalista e mestre em Conservação do Patrimônio Histórico)

Local: GRESFI Clube — Av. Juscelino Kubitschek, 1872, Foz do Iguaçu

Período: 7 a 30 de novembro de 2025

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Exposição “Asas da Memória: Santos Dumont na Terra das Cataratas” abrirá todo sábado a partir de 1º de março https://almanaquefuturo.com.br/cultura/exposicao-asas-da-memoria-santos-dumont-na-terra-das-cataratas-abrira-todo-sabado-a-partir-de-1o-de-marco/ Wed, 26 Feb 2025 16:19:47 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=21003

Quatro voluntários e um sonho em comum: divulgar a história de Alberto Santos Dumont com Foz do Iguaçu para cada vez mais pessoas. A partir do dia 1º de março de 2025 (próximo sábado), esse objetivo alcança mais uma etapa. A exposição “Asas da Memória: Santos Dumont na Terra das Cataratas” será aberta todos os sábados, no […]

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Quatro voluntários e um sonho em comum: divulgar a história de Alberto Santos Dumont com Foz do Iguaçu para cada vez mais pessoas. A partir do dia 1º de março de 2025 (próximo sábado), esse objetivo alcança mais uma etapa. A exposição “Asas da Memória: Santos Dumont na Terra das Cataratas” será aberta todos os sábados, no Clube Gresfi, das 8h às 12h. Os interessados não precisam fazer agendamento prévio e a visita é gratuita. O atendimento será feito por voluntários que se uniram para viabilizar a ação. As visitas agendadas continuam sendo realizadas nos outros dias da semana, também de forma gratuita.

São duas salas temáticas. A primeira aborda a trajetória de vida do pai da aviação e curiosidades sobre os inventos dele. Na segunda sala, o enfoque é na passagem de Dumont por Foz do Iguaçu, em abril de 1916. Fotos, peças antigas originais e réplicas das máquinas voadoras desenhadas pelo aeronauta brasileiro estão expostas no espaço. “Sem dúvida, uma das atrações é a mesa de dois metros de altura com cadeiras altas, uma réplica da mesa que Santos Dumont tinha dentro do apartamento dele, em Paris, onde servia os ‘Jantares nas Alturas’,” conta Sílvia Scandalo, uma das voluntárias que mantém a exposição.

A exposição

O acervo da exposição “Asas da Memória: Santos Dumont na Terra das Cataratas” começou a ser reunido oito anos atrás, a partir do encontro de quatro pessoas com o ideal conjunto de divulgar os feitos de Santos Dumont. Depois de visitar uma exposição em Minas Gerais, sobre Santos Dumont, o empresário Sérgio Teixeira, de Foz do Iguaçu, surpreendeu-se com a informação do envolvimento de Dumont com as Cataratas do Iguaçu. Uma amiga em comum, a jornalista Sílvia Scandalo, apresentou-o à jornalista Izabelle Ferrari, pesquisadora do tema, e os três contaram com o apoio da historiadora mineira Maria Margareth Monteiro (falecida no ano passado) para iniciar os trabalhos.

A irmã de Izabelle, Kathlen M. Ferrari uniu-se ao grupo para a criação da exposição que ficou em exibição por dois anos no Ecomuseu da Itaipu e, desde 2021, está instalada no Clube Gresfi. “Essa história precisa ser mais conhecida por moradores e turistas, por isso, nosso maior ideal é que seja construído um espaço de memória dentro do Parque Nacional do Iguaçu, perto da estátua de Santos Dumont,” defende Sérgio Teixeira.

O grupo também conta com o apoio de familiares de Alberto Santos Dumont, de outros museus relacionados a Santos Dumont, no Brasil, e, especialmente, do Museu Cabangu – Casa Natal de Santos Dumont, em Minas Gerais. Até agora, mais de 3500 pessoas já visitaram a exposição, com agendamento e de forma gratuita, no Clube Gresfi, incluindo alunos de escolas públicas e privadas.

Encontro com voluntários

Para preparar os atendimentos aos sábados, os voluntários que mantém o acervo conduziram um treinamento, no último sábado (22), para os demais voluntários que irão receber os visitantes. Foram relembrados detalhes da vinda de Santos Dumont a Foz do Iguaçu, com apresentação de fotos, livros para pesquisa e o documento que embasa todo o trabalho: o relato real de dona Elfrida Engel Nunes Rios (in memoriam), moradora de Foz do Iguaçu que tinha 15 anos quando o aviador esteve na fronteira. A família dela convidou, hospedou e acompanhou Santos Dumont até às Cataratas do Iguaçu, em abril de 1916.

Cerca de 25 pessoas estavam presentes ao encontro, que reuniu descendentes de pessoas que tiveram envolvimento direto com essa história, guias de turismo e integrantes da Associação Cultural dos Artistas Plásticos de Foz do Iguaçu (ACAPI) que estavam em busca de inspiração para produzir obras relacionadas a esse tema.

 

SERVIÇO

EXPOSIÇÃO “ASAS DA MEMÓRIA – SANTOS DUMONT NA TERRA DAS CATARATAS”

CLUBE GRESFI (Av. Juscelino Kubitscheck, 1872 – Jd. América, Foz do Iguaçu/PR)

AOS SÁBADOS

DAS 8H ÀS 12H

VISITA GRATUITA

SEM NECESSIDADE DE AGENDAMENTO

IDADE LIVRE

CONTATO: 45 99118-6715

Assessoria

Foto: Manu Somavila

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“As alturas não me intimidam” disse Santos Dumont, se equilibrando no tronco rente ao Salto Floriano. https://almanaquefuturo.com.br/artigo-de-opiniao/as-alturas-nao-me-intimidam-disse-santos-dumont-se-equilibrando-no-tronco-rente-ao-salto-floriano/ Fri, 07 Feb 2025 15:48:38 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=20530

Mitos e verdades Como hoje é sábado encaixa um texto mais dissertativo, com base histórica. A passagem de Alberto Santos Dumont por Foz do Iguaçu em 1916 foi possivelmente um dos fatos mais marcantes do século. Rezam as lendas, algumas devidamente documentadas e outras não, porém calçadas na oralidade como fonte histórica, que o “pai […]

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Mitos e verdades

Como hoje é sábado encaixa um texto mais dissertativo, com base histórica. A passagem de Alberto Santos Dumont por Foz do Iguaçu em 1916 foi possivelmente um dos fatos mais marcantes do século. Rezam as lendas, algumas devidamente documentadas e outras não, porém calçadas na oralidade como fonte histórica, que o “pai da aviação”, a maior celebridade da época, estava em Buenos Aires quando foi instigado a conhecer as Cataratas do Iguaçu.

 

Depressão

A Primeira Guerra Mundial e a utilização bélica dos aeroplanos deram um nó na cabeça de Santos Dumont. Ele retornou ao Brasil depois de décadas na França e se dedicou a criação de clubes aeronáuticos, participando de eventos e convenções do novo segmento. Acometido pela esclerose múltipla e profunda depressão, em 1916, aos 43 anos, aceitou ser o patrono da 1ª Conferência Pan-Americana de Aeronáutica, no Chile. No retorno passou em Buenos Aires e foi quando conheceu Moisés Bertoni. Isso aconteceu em frente a uma gráfica que se dedicava a produção de cartões postais. Havia uma vitrine com imagens de todos os recantos paradisíacos e cidades. Naquele exato momento, um funcionário acomodava uma bela paisagem fotográfica das Cataratas do Iguaçu, colorida em “ecoline”. Ao se interessar pelo objeto de arte, topou com o autor, que lá estava para a divulgação. Certamente a amizade foi instantânea, levando em conta a inquietude e criatividade de Dumont e Bertoni, dois personagens históricos que gostavam da ciência, tecnologia, fotografia e comungavam o pacifismo.

 

Rios e mares

Viajar, naqueles tempos, demandava muita paciência. Para ir ao Chile, embarcavam em navios ou enfrentavam meses atravessando selvas, montanhas e desertos. Os brasileiros, em geral, saíam de portos no Rio de Janeiro, São Paulo e Uruguai e davam a volta no continente, até o Oceano Pacífico. Buenos Aires era parada obrigatória. Segundo a dona Elfrifa Engel, em entrevista a este colunista no início dos anos 80, Dumont teria relatado com paciência e, para várias pessoas, a aventura de conhecer as Cataratas do Iguaçu. Ao tornar-se amigo de Bertoni, foi com ele de navio até o norte da Argentina e chegou a Puerto Victória, hoje a localidade de Iguazú, maior cidade da época na região, bem como havia muita prosperidade no Território de Missiones. Falamos do apogeu na extração da erva-mate, com dezenas de companhias britânicas devastando as florestas.

 

Em Iguazú  

Segundo teria relatado o próprio Dumont, o amigo Bertoni trocou de “vapor” em Corrientes, com destino a Assunção. Depois de um ou dois dias em Puerto Victória os brasileiros foram buscá-lo e organizaram uma agenda de passeios, festas e comemorações, muitas das quais recusadas pelo ilustre hóspede. Dumont era avesso a bagunças, folia, barulho, prezava pelo silêncio, leitura, sempre em busca da concentração para o pensamento. Chega a ser estranho homenageá-lo no Carnaval de Foz, em 2025.

 

As Cataratas

Para ir até a propriedade do uruguaio Jesus Val era necessário antes pedir sua permissão e depois organizar uma expedição, fazendo inclusive o uso de batedores, gente que ia na frente removendo galhos, árvores e afugentando as onças. Frederico Engel, o principal anfitrião do inventor organizou um almoço para cerca de 20 pessoas que formavam a comitiva, incluindo crianças, empregados e idosos. Levava-se um dia até chegar na estalagem onde é hoje o Hotel Belmont. Perto, nas proximidades do atual Porto Canoas havia um quiosque coberto de folhas de palmito e era de onde partiam para descer os rochedos e contemplar as quedas.

 

Acomodações

Ao chegarem, havia um acampamento com lonas emprestadas pela Companhia de Fronteira. Santos Dumont não descansou um segundo, escrevendo e desenhando as paisagens. Ao lado, sempre a menina Elfrida e duas primas. Em certo momento, na beirada do Salto Floriano, Dumont se equilibrou em um tronco e apavorou a todos, e foi quando disse: “as alturas não o intimidavam”. Os relatos são os mais diversos e muito se perdeu no tempo e sua frágil memória, mas um fato é que o ilustre visitante foi tomado pela ansiedade e se embrenhou mata, em lombo de burro até Guarapuava; de lá foi cumprir audiência com o Presidente do Estado (como eram denominados os governadores), Affonso Camargo; as Cataratas do Iguaçu não poderiam pertencer a um particular, sobretudo estrangeiro. As maravilhas naturais eram, para Dumont um patrimônio de todos. O governador não encontrou saída a não ser desapropriar a área, indenizando o uruguaio. Dizem que ele Jesus Val praguejou até o dia de sua morte.

 

Garoto propaganda

Santos Dumont afirmou aos novos amigos em Foz, que falaria das maravilhas a todos que encontrasse e pelo visto cumpriu a promessa. Há relatos de um encontro com Candido Rondon, onde a pauta foi a necessidade de uma demarcação federal em todo o perímetro de mata, uma vez que a área corria sérios riscos de invasão e devastação. Rondon acabara de completar uma missão de anos revisando as fronteiras e cravou estacas próximo às Cataratas. Ao longo da vida, Dumont passou a relacionar várias localidades que mereciam um olhareis mais cuidadoso por parte do Estado, com medidas de proteção ambiental. Ele sempre demonstrou preocupação com o meio ambiente, o extrativismo e a dilapidação das riquezas naturais. Foi um dos percussores das causas ambientais.

 

Não engoliu

Jesus do Val, por sua vez, se soubesse que Santos Dumont causaria tanto rebuliço em sua vida, nunca que permitiria que adentrasse suas terras. Ele tentou em vários episódios reverter a desapropriação, por meio de medidas de reintegração de posse. Quis inclusive devolver o dinheiro, mas o governo não aceitou desfazer a medida. Os reflexos do embate judicial perduram, porque é baseado no ato de desapropriação que o Estado do Paraná e a União brigam pela posse da área.

 

Equívocos

Há de se mencionar, que a decisão do Tribunal Regional Federal, em Porto Alegre, não abarca toda a área do Parque Nacional do Iguaçu, como muita gente anda comentando e até espalhando. O PNI compreende 185 mil hectares e o imbróglio abarca menos de 10% do espaço. Refere-se às propriedades de Jesus Val, as que foram desapropriadas e quitadas no início do século passado. A pendenga também não compromete e tampouco interfere nas gestões da área, hoje importantíssima na recomposição da Mata Atlântica, ligando milhares de quilômetros por meio do corredor da biodiversidade. No mais, a visitação ao Parque Nacional do Iguaçu é um modelo de sustentabilidade festejado em todo o mundo e copiado por muitas unidades em vários países. Como vão fazer com a divisão da renda decorrente da arrecadação, e de que maneira isso será reaplicado ou devolvido, são outros quinhentos.

 

Vai longe

O assunto não acaba com a decisão do TRF4, certamente isso vai prosperar nas instâncias superiores e dá-lhe anos até uma solução final. Se serve de consolo, saber que um pedaço do PNI é dos paranaenses, oras tratem de festejar!

 

Carnaval sem álcool?

Que barbaridade hein? Porque não realizam então uma romaria, procissão, ou algo assim? Carnaval brasileiro sem cerveja e chopp? Os foliões querem saber se é verdadeiro ou falso, mas é o que andavam espalhando com certa veemência, que a venda de bebidas alcoólicas no Carnaval de Foz será proibida. A decisão seria “made in Procuradoria Geral do Município”.

 

Parece que é sério

Segundo consta, não haverá a venda de bebidas alcoólicas na área pública do evento, ou seja, nas barracas que atendem os foliões, mas eles não estarão impedidos de levar os seus “coolers”, o que dá praticamente na mesma. A situação pode ser outra em restaurantes, bares e locais especializados em bebidas, mas a ideia é evitar os vidros e objetos inseguros para os frequentadores. Como sabemos, a venda de bebidas para menores de 18 anos é proibida e cada município tem autonomia de administrar o problema da comercialização para os adultos, como bem entender. Todavia, segundo informações, o tema estava sendo bastante discutido ontem na prefeitura.

 

Volta às aulas

Para descontrair: o prefeito General Silva e Luna e a secretária de Educação de Foz posaram para uma foto, registrando a volta às aulas em Foz do Iguaçu como “uma alegria contagiante!”. Bom se depender da expressão dos alunos no mesmo recinto, isso não confere. Essa alegria toda só se viu nos gestores. (Foto).

 

Drama acalorado

O vendaval e as chuvas da quinta-feira, além dos incômodos rotineiros com a queda de árvores e postes, causaram desligamentos de luz e, na manhã da sexta-feira, o que se escutava era reclamação sobre a quebra de aparelhos, a começar por ar-condicionado. Dá para viver sem a Tv, o rádio e até a internet, mas sem ar-condicionado? Um bom final de semana a todos e que ele seja um pouco refrescante.

 

 

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O Parque Nacional do Iguaçu integra as comemorações dos 150 anos de Alberto Santos Dumont e prepara, junto com a Força Aérea Brasileira, uma apresentação especial da Esquadrilha da Fumaça, na quinta-feira, 3 de agosto, a partir das 16 horas. A Esquadrilha da Fumaça realizará uma apresentação no céu das Cataratas do Iguaçu para celebrar […]

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O Parque Nacional do Iguaçu integra as comemorações dos 150 anos de Alberto Santos Dumont e prepara, junto com a Força Aérea Brasileira, uma apresentação especial da Esquadrilha da Fumaça, na quinta-feira, 3 de agosto, a partir das 16 horas. A Esquadrilha da Fumaça realizará uma apresentação no céu das Cataratas do Iguaçu para celebrar esse marco histórico e a importância do aviador para o Brasil e, claro, seu papel decisivo para a transformação da unidade de conservação, que abriga as quedas-d’água e protege uma riquíssima biodiversidade em seus 185 mil hectares.

Considerado o Pai da Aviação, Patrono da Aeronáutica Brasileira e, entre muitas outras conquistas, um dos padrinhos da criação do Parque Nacional do Iguaçu, unidade de conservação com referência mundial, localizada no Oeste do Paraná, fronteira com a Argentina, na província de Missiones.

Espetáculos das águas e no céu das Cataratas – A Esquadrilha da Fumaça, conhecida mundialmente por suas acrobacias aéreas de tirar o fôlego, é um símbolo de excelência na aviação brasileira e personifica a inspiração e dedicação de Dumont ao campo da aviação. A apresentação aérea poderá ser vista por todos que estiverem visitando o Parque Nacional do Iguaçu, na tarde de 3 agosto, quinta-feira, a partir das 16 horas. O maior conjunto de quedas-d’água do mundo será o cenário para a apresentação, unindo a relevância do brasileiro para a aviação e para a formação do Parque Nacional do Iguaçu.

História – Em 1916, durante uma visita às Cataratas do Iguaçu, Santos Dumont vislumbrou a importância de preservar aquela área como propriedade pública. Impulsionado por sua visão de conservação, ele empreendeu uma cavalgada até Curitiba, onde se encontrou com o governador. Graças aos esforços conjuntos, ainda naquele mesmo ano, a região foi desapropriada, dando início à criação do Parque Nacional do Iguaçu, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial Natural.

Foto: Parque Nacional do Iguaçu – Urbia Cataratas

Parque Nacional do Iguaçu – O parque se consolidou como referência na preservação da natureza e no turismo sustentável no mundo. A unidade de conservação brasileira, localizada no Oeste do Paraná, faz fronteira com a Argentina, na província de Missiones. O Parque Nacional do Iguaçu é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia responsável pela administração das unidades de conservação federais do Brasil, e tem a gestão da visitação turística da Urbia Cataratas S.A.

Novo momento – A concessionária Urbia Cataratas está implementando um projeto robusto, moderno, inspirado nas melhores referências mundiais, para encantar ainda mais os visitantes e promover o desenvolvimento econômico da região.

Dúvidas e outras informações sobre a visita turística, basta entrar em contato pela Central de Atendimento ao Visitante no WhatsApp: +55 45 3521 4438.

Serviço
Aniversário Santos Dumont – apresentação da Esquadrilha da Fumaça
Local: Parque Nacional do Iguaçu
Data: 3 de agosto, a partir das 16 horas

Mais informações
www.cataratasdoiguacu.com.br
contato@catarataspni.com.br
Telefone: +55 (45) 3521-4400

 

(Urbia Cataratas – Parque Nacional do Iguaçu)

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