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Arquivo de Pix - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/pix/ Foz do Iguaçu em todas as suas formas Mon, 31 Aug 2026 12:47:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://almanaquefuturo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Logo-32x32.png Arquivo de Pix - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/pix/ 32 32 244322787 Receita Federal paga último lote da restituição do Imposto de Renda 2026 https://almanaquefuturo.com.br/aviso-importante/receita-federal-paga-ultimo-lote-da-restituicao-do-imposto-de-renda-2026/ Mon, 31 Aug 2026 10:40:05 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=37031

A Receita Federal realiza nesta segunda-feira (31) o pagamento do quarto e último lote regular de restituição do Imposto de Renda 2026. Ao todo, 521.935 contribuintes serão contemplados, com a liberação de R$ 1,24 bilhão. O pagamento também inclui restituições residuais de exercícios anteriores. Do total liberado, R$ 704,12 milhões são destinados a contribuintes com […]

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A Receita Federal realiza nesta segunda-feira (31) o pagamento do quarto e último lote regular de restituição do Imposto de Renda 2026. Ao todo, 521.935 contribuintes serão contemplados, com a liberação de R$ 1,24 bilhão. O pagamento também inclui restituições residuais de exercícios anteriores.

Do total liberado, R$ 704,12 milhões são destinados a contribuintes com prioridade legal. Entre os beneficiados estão pessoas com mais de 80 anos, contribuintes entre 60 e 79 anos, pessoas com deficiência física ou mental ou doença grave e profissionais cuja principal fonte de renda é o magistério.

Também recebem neste lote contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e optaram pelo recebimento da restituição via Pix, além de pessoas que não se enquadram nos critérios de prioridade.

A consulta ao lote está disponível nos canais oficiais da Receita Federal. Para verificar se foi contemplado, o contribuinte deve acessar a área “Meu Imposto de Renda” e selecionar a opção “Consultar a Restituição”. A consulta também pode ser realizada pelo aplicativo da Receita Federal.

O calendário regular de restituições do Imposto de Renda 2026 contou com quatro lotes, pagos entre maio e agosto. Quem não foi contemplado deve verificar a situação da declaração e possíveis pendências junto à Receita Federal.

 

 

 

 

 

Crédito Imagens Agencia Brasil
Da Redação Almanaque Futuro

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Pix amplia participação nos pagamentos em bares e restaurantes https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/pix-amplia-participacao-nos-pagamentos-em-bares-e-restaurantes/ Fri, 07 Aug 2026 18:16:18 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=36074

O Pix respondeu por 20,5% das vendas presenciais em bares e restaurantes do país, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Embora o cartão de crédito permaneça como principal meio de pagamento, o sistema de transferência instantânea ganhou espaço principalmente entre pequenos estabelecimentos, redes de alimentação rápida e empresas das regiões Norte e […]

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O Pix respondeu por 20,5% das vendas presenciais em bares e restaurantes do país, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Embora o cartão de crédito permaneça como principal meio de pagamento, o sistema de transferência instantânea ganhou espaço principalmente entre pequenos estabelecimentos, redes de alimentação rápida e empresas das regiões Norte e Nordeste.

O levantamento foi realizado com 2.109 pontos comerciais. Embora a pesquisa de conjuntura seja mensal, esta é apenas a segunda vez que a Abrasel inclui uma sondagem sobre meios de pagamento. Na primeira edição, em 2024, foram ouvidos 1.466 comerciantes.

Na edição de 2024, o Pix respondia por 16,5% das transações. O crescimento ocorreu principalmente à custa do dinheiro em espécie, que hoje representa apenas 8,3% das vendas presenciais. O cartão de crédito continua liderando em todas as regiões, com participação de 41,5% das vendas, seguido pelo cartão de débito, com 25,1%. O dinheiro em espécie aparece na sequência, com 8,3%, à frente do voucher, com 4,6%. O cheque, que já foi o principal meio de pagamento no país, responde por menos de 1% das transações.

A pesquisa também mostrou que a adesão ao Pix é mais intensa entre as empresas de menor porte. Nos estabelecimentos com faturamento anual de até R$ 130 mil, o meio de pagamento responde por 30,4% das vendas de salão e balcão. Entre as empresas com faturamento de R$ 130 mil a R$ 360 mil, a participação é de 22,6%, enquanto nas que faturam entre R$ 360 mil e R$ 1 milhão o índice chega a 24%.

O avanço é mais lento entre as empresas com faturamento anual superior a R$ 1 milhão, nas quais a participação do Pix varia entre 14,9% e 17,5% das vendas.

O tipo de estabelecimento também influencia o uso do meio de pagamento. Nos estabelecimentos de alimentação rápida, o Pix já representa 24,6% das vendas. Nos restaurantes especializados, a participação chega a 21%. Em bares e casas noturnas, responde por 19,9% das transações, enquanto nos restaurantes que servem refeições completas alcança 17%.

“O cliente quer rapidez, praticidade e segurança no momento do pagamento. Ao mesmo tempo, o empresário busca soluções que reduzam custos e tragam mais previsibilidade ao fluxo de caixa. O Pix conseguiu atender a essas duas necessidades e, por isso, se tornou uma ferramenta essencial para os bares e restaurantes”, afirmou, em nota, o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci.

O uso dos meios de pagamento também varia conforme a região do país. O Norte continua liderando o uso do Pix em bares e restaurantes, com participação média de 29,8% nas vendas de salão e balcão, acima dos 25,5% registrados no levantamento anterior da Abrasel e também superior à participação do cartão de débito, de 24,5%. O Nordeste aparece em seguida, com 24,2%, enquanto o cartão de débito responde por 23,4%.

Nas demais regiões, o Pix ocupa a terceira posição entre os meios de pagamento. No Sudeste, representa 18,1% das transações; no Centro-Oeste, 17,9%; e, no Sul, 16,5%. Ainda assim, a Abrasel considera o sistema um meio de pagamento consolidado em todo o país.

O dinheiro em espécie, por sua vez, continua perdendo espaço. Em todas as regiões, sua participação permanece abaixo de 11% das vendas. Para a Abrasel, os números evidenciam o avanço da digitalização do consumo no país.

“O Pix não é apenas uma forma de pagamento. Ele cria oportunidades para que bares e restaurantes desenvolvam programas de fidelidade, integrem pedidos digitais e ofereçam novas experiências ao consumidor, além de abrir espaço para mais eficiência, inovação e competitividade no setor”, concluiu Solmucci.

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Entenda por que a cobrança diferenciada por transações com Pix é ilegal https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/entenda-por-que-a-cobranca-diferenciada-por-transacoes-com-pix-e-ilegal/ Fri, 17 Jan 2025 10:00:00 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=19746

O governo federal publicou no Diário Oficial da União, medida provisória (MP) que proíbe a cobrança de tributos e valores adicionais em pagamentos e transações via Pix. O texto classifica como prática abusiva a exigência, pelo fornecedor de produtos ou serviços, em estabelecimentos físicos ou virtuais, de preço superior, valor ou encargo adicional em razão […]

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O governo federal publicou no Diário Oficial da União, medida provisória (MP) que proíbe a cobrança de tributos e valores adicionais em pagamentos e transações via Pix.
O texto classifica como prática abusiva a exigência, pelo fornecedor de produtos ou serviços, em estabelecimentos físicos ou virtuais, de preço superior, valor ou encargo adicional em razão da realização de pagamentos por meio de Pix à vista.
A prática, de acordo com a publicação, sujeita o infrator às penalidades previstas na legislação do direito do consumidor. “Fornecedores de produtos ou serviços, em estabelecimentos físicos ou virtuais, deverão informar os consumidores, de forma clara e inequívoca, sobre a vedação de cobrança de preço superior, valor ou encargo adicional para pagamentos por meio de Pix à vista.”
Ainda segundo o texto, o Ministério da Justiça e Segurança Pública vai disponibilizar um canal digital de orientação e recebimento de denúncias de ilícitos e crimes contra a relação de consumo.
“O pagamento realizado por meio de Pix à vista equipara-se ao pagamento em espécie. Não incide tributo, seja imposto, taxa ou contribuição, no uso do Pix”. A medida provisória entra em vigor na data da publicação.

Revogação
Diante da onda de fake news (notícias falsas) em torno da modernização da fiscalização do Pix, a Receita Federal revogou nesta quarta-feira (16) o ato normativo que estendia o monitoramento das transações aos bancos digitais, fintechs e instituições de pagamento.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciaram a revogação da instrução normativa e a edição da medida provisória.
Segundo o governo, a MP reforça princípios garantidos pela Constituição nas transações por Pix, como o sigilo bancário e a não cobrança de impostos nas transferências pela modalidade, além de garantir a gratuidade desse meio de pagamento para pessoas físicas.
“Essa revogação se dá por dois motivos: tirar isso que tristemente virou uma arma nas mãos desses criminosos e inescrupulosos. A segunda razão é não prejudicar a tramitação do ato que será anunciado [a medida provisória]”, explicou Barreirinhas.
Com a edição da MP, nenhum comerciante pode cobrar preços diferentes entre pagamentos via Pix e em dinheiro, prática que começou a ser detectada nos últimos dias. Para Haddad, a medida provisória deve extinguir a onda de fake news em relação à taxação do Pix, que tomou conta das redes sociais desde o início do ano.
O pagamento realizado por meio de Pix à vista equipara-se ao pagamento em espécie – Foto: Marcello Casal JR.

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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Receita Federal irá monitorar dados de cartão de crédito e Pix https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/receita-federal-ira-monitorar-dados-de-cartao-de-credito-e-pix/ Sat, 04 Jan 2025 13:29:43 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=19417

As operadoras de cartões de crédito e instituições de pagamento que movimentam recursos financeiros devem prestar informações à Receita Federal sobre operações financeiras de contribuintes. O envio dos dados será semestral. A regra começou a valer nesta quarta-feira (1º) e está prevista na Instrução Normativa 2.219, de 2024 do órgão federal. Em nota, a Receita Federal afirma que as […]

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As operadoras de cartões de crédito e instituições de pagamento que movimentam recursos financeiros devem prestar informações à Receita Federal sobre operações financeiras de contribuintes. O envio dos dados será semestral.

A regra começou a valer nesta quarta-feira (1º) e está prevista na Instrução Normativa 2.219, de 2024 do órgão federal.

Em nota, a Receita Federal afirma que as medidas têm o objetivo de melhorar o controle e a fiscalização das operações financeiras, por meio de uma maior coleta de dados.

“[As medidas] reforçam os compromissos internacionais do Brasil, contribuindo para o combate à evasão fiscal e promovendo a transparência nas operações financeiras globais”, reforçou a nota da Receita Federal.

A norma atualiza e amplia a obrigatoriedade de envio de informações à Receita Federal via e-Financeira, que é o sistema eletrônico da Receita Federal que faz parte do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped).

A e-Financeira monitora e coleta informações sobre operações financeiras. Os arquivos digitais incluem dados de cadastro, abertura, fechamento, operações financeiras e previdência privada.

Instituições

As instituições financeiras tradicionais, como os bancos públicos e privados, financeiras e cooperativas de crédito, já eram obrigadas a enviar à Receita Federal as informações sobre movimentações financeiras de seus clientes, como saldos em conta corrente, movimentações de resgate e investimentos dos correntistas, rendimentos de aplicações e poupanças.

Com a mudança que entra em vigor em 2025, a obrigação de prestação de informações relativas às contas pós-pagas e contas em moeda eletrônica passa a ser também de operadoras de cartões de crédito e instituições de pagamento.

Estas últimas são empresas autorizadas pelo Banco Central a oferecer serviços financeiros relacionados a pagamentos, como transferências, recebimentos e emissão de cartões. Entre elas estão as plataformas e aplicativos de pagamentos; bancos virtuais; e varejistas de grande porte, a exemplo de lojas de departamentos, de venda de eletrodomésticos; e atacadistas.

Envios

As novas entidades listadas na norma da Receita Federal estão obrigadas a apresentar as informações mencionadas quando o montante movimentado no mês for superior a R$ 5 mil, para pessoas físicas; ou R$15 mil, para pessoas jurídicas.

Os dados deverão ser apresentados via e-Financeira semestralmente:

·   até o último dia útil do mês de agosto, contendo as informações relativas ao primeiro semestre do ano em curso; e

·   até o último dia útil de fevereiro, contendo as informações relativas ao segundo semestre do ano anterior.

Desta forma, dados de pagamentos via Pix e cartões de crédito superiores aos valores citados serão informados à Receita Federal – via e-Financeira – em agosto de 2025.

 

Por Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

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Novas regras do Pix passam a valer a partir de hoje  https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/novas-regras-do-pix-passam-a-valer-a-partir-de-hoje/ Mon, 02 Jan 2023 14:06:35 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=7850

Sistema de transferências instantâneas em vigor desde novembro de 2020, o Pix entra em 2023 com novas regras. A partir de hoje (2), o limite individual por transação deixa de existir, o horário noturno passará a ser personalizado e os valores das modalidades Pix Saque e Pix Troco aumentarão. As mudanças haviam sido anunciadas pelo Banco Central (BC) no […]

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Sistema de transferências instantâneas em vigor desde novembro de 2020, o Pix entra em 2023 com novas regras. A partir de hoje (2), o limite individual por transação deixa de existir, o horário noturno passará a ser personalizado e os valores das modalidades Pix Saque e Pix Troco aumentarão.

As mudanças haviam sido anunciadas pelo Banco Central (BC) no início de dezembro. Segundo a autoridade monetária, as novas regras oferecerão mais segurança e flexibilidade ao mecanismo de pagamento, que bateu recorde de 104,1 milhões de transações por dia com o pagamento da segunda parcela do décimo terceiro, em 20 de dezembro.

Segundo o BC, a sugestão para abolir o limite por operação foi feita em setembro pelo Fórum Pix, grupo de trabalho coordenado pelo órgão e secretariado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que reúne as instituições participantes do Pix. Segundo o grupo, o valor máximo por transação era pouco efetivo porque o usuário pode fazer diversas operações pelo valor do limite, desde que respeite a quantia fixada para o período diurno ou noturno.

Confira as mudanças

Fim do limite por transação
•   A partir de hoje, o Pix deixa de ter um limite individual por transação, passando a valer apenas os limites diários por período (diurno ou noturno). Dessa forma, o cliente poderá transferir de uma vez todo o limite do período ou fazê-lo em diversas vezes. As regras para o cliente personalizar os limites do Pix não mudaram. As instituições financeiras terão de 24 a 48 horas para acatar a ampliação dos limites e deverão aceitar imediatamente os pedidos de redução.

Flexibilização do limite noturno
•   Até agora, o período noturno, em que os limites de transferência são mais baixos, começavam às 20h e iam até as 6h do dia seguinte. Com a mudança, o correntista pode escolher se o período noturno começará às 22h, terminando às 6h.

Pix Saque e Troco
•   Aumento dos valores disponíveis nas modalidades. Até agora, era possível sacar ou receber como troco R$ 500 via Pix durante o dia e R$ 100 à noite. As quantias passaram para R$ 3 mil no período diurno e R$ 1 mil no período noturno.

Transferências a empresas
•   BC retirou limite para transferências a contas de pessoas jurídicas pelo Pix. Caberá a cada instituição financeira determinar o valor máximo.

Compras
•   Os limites das operações Pix com finalidade de compra passarão a ser iguais aos da Transferência Eletrônica Disponível (TED). Antes, eram atrelados aos limites dos cartões de débito.

Aposentadorias e pensões
•   Tesouro Nacional poderá pagar aposentadorias, pensões e salários ao funcionalismo por meio de conta-salário associada ao Pix. Até agora, o PagTesouro, sistema da Secretaria do Tesouro Nacional que permite pagamentos pelo Pix, estava disponível apenas para  receber taxas e multas, substituindo a Guia de Recolhimento à União (GRU).

Correspondentes bancários
•   O BC facilitará o recebimento de recursos por correspondentes bancários por meio do Pix. Cada correspondente bancário poderá ter uma conta em seu nome para movimentação de valores relativos à prestação de serviços, desde que usada apenas para receber recursos.

Todas essas regras valem a partir de hoje (2). Na instrução normativa editada em dezembro, o BC estabeleceu que, a partir de 3 de julho de 2023, as instituições financeiras estarão obrigadas a oferecer, no aplicativo associado ao Pix, uma funcionalidade para o cliente gerir os limites e personalizar o início do horário noturno. A maioria das instituições já oferece o recurso aos usuários, de forma facultativa.

Agência Brasil

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Faz um Pix: mais de 80% dos pequenos negócios paranaenses utilizam meio de pagamento https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/faz-um-pix-mais-de-80-dos-pequenos-negocios-paranaenses-utilizam-meio-de-pagamento/ Fri, 14 Jan 2022 21:39:08 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=4333 Lançado em outubro de 2020, transações pelo Pix já movimentaram mais de R$623 bilhões em todo o País “Aceita Pix?”. Essa, talvez, tenha sido uma das perguntas mais frequentes entre as transações comerciais desde que o sistema de pagamento eletrônico instantâneo foi lançado no Brasil, em outubro de 2020. A modalidade já conta com 115,2 […]

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Lançado em outubro de 2020, transações pelo Pix já movimentaram mais de R$623 bilhões em todo o País

“Aceita Pix?”. Essa, talvez, tenha sido uma das perguntas mais frequentes entre as transações comerciais desde que o sistema de pagamento eletrônico instantâneo foi lançado no Brasil, em outubro de 2020. A modalidade já conta com 115,2 milhões de adeptos no Brasil e, segundo pesquisa realizada pelo Sebrae e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), 82% dos pequenos negócios do Paraná fazem uso desse meio para receber pagamentos dos clientes na hora da venda.

O levantamento foi realizado entre novembro e dezembro de 2021, contou com a resposta de 6.833 pessoas de todos os estados brasileiros e indicou crescimento de 77% em relação à pesquisa feita entre agosto e setembro do mesmo ano.

No Paraná, a realidade não é diferente. Segundo o levantamento, entre os empresários que responderam, mais de 380 passaram a adotar o Pix como forma de pagamento e recebimento. É o caso da microempreendedora individual Keila Silveira da Silva Bett, proprietária do ateliê Mariah Laís, de Pato Branco. Em 2021, o recebimento via Pix representou 58% de todos os pagamentos realizados pelos clientes. A empresa, que produz e vende lembranças artesanais personalizadas para pessoas de todo o Brasil ainda teve 12% dos recebimentos via market place e 30% em dinheiro, cartões de crédito e débitos, entre outros.

“Como os produtos são específicos e personalizados, o cliente paga 40% de forma antecipada, para confirmar o pedido, com Pix. E muitos deles pagam o restante também por Pix, pela comodidade”, conta Keila.

Além de o dinheiro entrar na hora, o sistema também proporcionou outras vantagens para o ateliê.

“Antes, para facilitar a vida dos clientes, eram cinco contas em instituições financeiras. Agora, consegui centralizar em uma. Os recebimentos por Pix proporcionaram aumento do fluxo de caixa e, consequentemente, posso negociar pagamento à vista com fornecedores para ter mais descontos e margem de lucro maior”, completa a empreendedora.

Em Colombo, a designer de sobrancelhas Fernanda Ceccon dos Santos Bontorin também adotou o Pix e, de acordo com ela, desde dezembro de 2020, isso tem facilitado as transações. Só em 2021, a média mensal de recebimentos pelo sistema foi de cerca de R$6 mil.

“Melhorou muito na rapidez do recebimento e na economia de taxas com instituições financeiras. Ainda não enfrentei nenhuma dificuldade com o Pix e é uma excelente opção para o meu negócio. Para mim, é a melhor forma de pagamento e recebimento que tem disponível no mercado”, detalha Fernanda.

Em todo o País, segundo o levantamento, 9 em cada 10 empresas vendem utilizando o Pix – sendo que a maioria é composta por Microempreendedores Individuais. Dentre os setores que mais utilizam, estão: academias e atividades físicas e serviços de alimentação (94%); oficinas e peças automotivas e beleza (93%) e comércio varejista (91%). Desde que foi criado, há pouco mais de um ano, o Pix já foi responsável por mais de 1,2 bilhão de transações que
movimentaram R$ 623 bilhões.

Para o presidente do Sebrae, Carlos Melles, alguns dos motivos para este crescimento expressivo estão na própria essência do Pix.

“É um sistema ágil que não onera o consumidor, mais barato que uma taxa de cartão e que pode ser usado 24 horas por dia e com 115,2 milhões de adeptos, de acordo com dados do Banco Central, de novembro desse ano”, ressalta Melles.

Assessoria

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