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Arquivo de IDESF - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/idesf/ Foz do Iguaçu em todas as suas formas Thu, 13 Mar 2025 17:16:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://almanaquefuturo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Logo-32x32.png Arquivo de IDESF - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/idesf/ 32 32 244322787 Pesquisadores do IDESF e UFG firmam parceria para elaboração de Atlas sobre a fronteira https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/pesquisadores-do-idesf-e-ufg-firmam-parceria-para-elaboracao-de-atlas-sobre-a-fronteira/ Thu, 13 Mar 2025 17:16:35 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=21430

Após reunião de planejamento, pesquisadores do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF) e do Limes, grupo de pesquisa na área de geopolítica e fronteiras da Universidade Federal de Goiás (UFG), firmaram parceria para o desenvolvimento de um atlas sobre a fronteira oeste do Brasil, focado nas 33 cidades gêmeas. O intuito é […]

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Após reunião de planejamento, pesquisadores do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF) e do Limes, grupo de pesquisa na área de geopolítica e fronteiras da Universidade Federal de Goiás (UFG), firmaram parceria para o desenvolvimento de um atlas sobre a fronteira oeste do Brasil, focado nas 33 cidades gêmeas. O intuito é reunir informações relacionadas a dados socioeconômicos, geográficos, das áreas de logística, comércio exterior e demais aspectos passíveis de estudos.

O IDESF já lançou, em 2018, um diagnóstico do desenvolvimento das cidades gêmeas do Brasil e, constantemente, em suas publicações, aborda dados e informações relacionados às fronteiras. Em consonância, sob coordenação do professor Camilo Pereira Carneiro, o Limes (UFG) publica diversas informações por meio de mapas. Um deles, por exemplo, mostra as interligações entre os países fronteiriços, as pontes internacionais em cidades gêmeas, as hidrelétricas, as estradas, e uma série de outras informações.

Luciano Stremel Barros, presidente do IDESF, reforça a necessidade de fazer o levantamento e publicizar os dados, que podem contribuir com o desenvolvimento das fronteiras. “Queremos demonstrar todos esses dados não só do ponto de vista da cartografia, mas também sob os aspectos da geografia humana. Esse atlas busca viabilizar ações de desenvolvimento territorial sustentável e fazer com que a sociedade e os governos tenham conhecimento sobre as fronteiras”.

Por meio do atlas, por exemplo, será possível representar em mapas as áreas naturais transfronteiriças, universidades localizadas nas cidades gêmeas, usinas de energia, aeroportos, malha viária, unidades de conservação, terras indígenas, hidrografia, PIB, controles de fronteira, aglomerações populacionais etc. Luciano complementa que este tipo de pesquisa utiliza diferentes metodologias e informações que continuamente precisam ser atualizadas. Nos próximos dias será organizada a equipe que coletará os dados. A equipe que coletará os dados está sendo organizada. A próxima fase consiste em buscar parcerias e investimentos para custeio do projeto.

Camilo destacou que os estudos sobre a fronteira são um dos principais tópicos do Limes, grupo de estudos sediado no Instituto de estudos socioambientais da UFG, onde funciona o curso de geografia. “Será muito útil a produção de um atlas sobre a fronteira do Brasil, focado nas 33 cidades gêmeas, com informações tanto das cidades brasileiras quanto de seus pares nos respectivos países. Essas informações poderão subsidiar políticas públicas de diferentes escalas que vão ser aplicadas nessas cidades gêmeas e vão reverberar por toda a faixa de fronteira do Brasil e também pelas áreas de fronteira dos países vizinhos”.

Assessoria IDESF

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Seminário sobre tráfico humano reúne autoridades do Brasil, Paraguai e Argentina https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/seminario-sobre-trafico-humano-reune-autoridades-do-brasil-paraguai-e-argentina/ Thu, 25 Jul 2024 20:58:27 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=16622

A Itaipu Binacional participou da abertura do 10º Seminário Internacional da Tríplice Fronteira, nesta quinta-feira (25), em Foz do Iguaçu (PR). O encontro reuniu autoridades do Brasil, Paraguai e Argentina para discutir tráfico de pessoas na região e a formação de profissionais que atuam no combate e prevenção desse crime transnacional, considerado um dos mais […]

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A Itaipu Binacional participou da abertura do 10º Seminário Internacional da Tríplice Fronteira, nesta quinta-feira (25), em Foz do Iguaçu (PR). O encontro reuniu autoridades do Brasil, Paraguai e Argentina para discutir tráfico de pessoas na região e a formação de profissionais que atuam no combate e prevenção desse crime transnacional, considerado um dos mais lucrativos do mundo, segundo estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU).

Com patrocínio da Itaipu, o evento foi organizado pela Cáritas Brasileira – Regional Paraná, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf) e a Câmara Técnica de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas de Foz do Iguaçu. O seminário também é uma das ações do projeto Todos os Povos, lançado em fevereiro pela Itaipu e Cáritas Paraná, e que prevê investimentos de R$ 8,4 milhões em três anos.

“O crime de tráfico de pessoas é difícil de ser identificado e muitas vezes a própria vítima não se identifica como vítima nesse processo, apesar de ter seus direitos e sua dignidade roubados e explorados por outras pessoas. Por isso é importante debater o tema e formar profissionais capacitados”, afirmou o gerente da Divisão de Iniciativas de Responsabilidade Social da Itaipu, Kleber Vanolli, que representou o diretor-geral brasileiro, Enio Verri.

Organizador do evento, José Carlos Souza da Silva, da Cáritas, lembrou que tráfico humano foi tema da Campanha da Fraternidade de 2014, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), data da primeira edição do encontro. De lá para cá, segundo ele, houve avanço no combate ao crime e na conscientização da população. Porém, o tráfico humano merece atenção permanente. “Toda vez que vemos notícias sobre trabalho escravo, crianças nos semáforos, exploração sexual, tudo tem relação com o tráfico de pessoas”, enfatizou.

Também participaram da abertura do evento o bispo da Arquidiocese de Foz do Iguaçu, Dom Sérgio de Deus, e representantes das forças de segurança da região, dos consulados paraguaio e argentino, dos poderes públicos municipal, estadual e federal, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre outras instituições.

A coordenadora-Geral de Enfrentamento do Tráfico de Pessoas e Contrabando de Migrantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Marina Bernardes de Almeida, abriu o primeiro painel de debates do seminário. Por videoconferência, Almeida falou sobre a política nacional de enfrentamento ao tráfico humano. O juiz de Direito Ariel Nicolai Cesa Dias, representando o Poder Judiciário Estadual, e o representante da Câmara Técnica de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, Everson Cadaval Madruga, compuseram a mesa. A programação do seminário seguiu no período da tarde.

Casa do Migrante

Dentro do projeto Todos os Povos, a Itaipu Binacional e a Cáritas Brasileira – Regional Paraná inauguraram na última terça-feira (23), em Foz do Iguaçu, a Casa de Acolhimento à Família Migrante, também chamada de Casa de Passagem. O objetivo é prestar o atendimento emergencial a migrantes, refugiados, apátridas e vítimas de tráfico de pessoas.

“Essa estrutura presta acolhimento, desde a alimentação até a acomodação. E há outros locais que oferecem cursos, palestras e tudo mais para recepcionar os refugiados e migrantes que chegam ao Brasil. Ela foi inaugurada em uma cidade de tríplice fronteira, uma das maiores entradas de migrantes e de refugiados do País”, explicou o superintendente de Responsabilidade Social de Itaipu, Eduardo Scirea, na inauguração do espaço.

Além de Foz do Iguaçu, Cascavel conta com uma Casa de Passagem. Outras duas, em Campo Mourão e Curitiba, serão inauguradas em breve.

 

Imprensa de Itaipu

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Editora IDESF lança o livro: “Geografia do vinho: as grandes regiões vitivinícolas do Brasil” https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/editora-idesf-lanca-o-livro-geografia-do-vinho-as-grandes-regioes-vitivinicolas-do-brasil/ Fri, 30 Jun 2023 19:21:02 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=10228

Livro intitulado “Geografia do vinho: as grandes regiões vitivinícolas do Brasil” será lançado em 15 de julho   Mapear as regiões vitivinícolas do Brasil significa, além da importância geográfica e dos estudos sobre a atividade, rememorar que a vitivinicultura tem trazido desenvolvimento e oportunidades a diferentes partes do país. Atualmente, a produção de uvas e […]

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Livro intitulado “Geografia do vinho: as grandes regiões vitivinícolas do Brasil” será lançado em 15 de julho

 

Mapear as regiões vitivinícolas do Brasil significa, além da importância geográfica e dos estudos sobre a atividade, rememorar que a vitivinicultura tem trazido desenvolvimento e oportunidades a diferentes partes do país. Atualmente, a produção de uvas e de vinhos concentra-se em áreas onde o terroir ou a geografia são favoráveis: nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. Segundo uma das autoras do livro, a obra vale-se de uma frase muito conhecida no mundo do vinho: “Vinho se faz no vinhedo”. Com isso, são apresentados todos os aspectos geográficos e geológicos que exercem influência sobre a atividade, como o relevo das regiões, os movimentos da terra, as estações do ano, o clima, precipitações, ventos, umidade, rochas, etc. “Se a uva chegar na vinícola com qualidade inferior, nem mesmo o melhor enólogo do mundo poderá fazer um vinho de boa qualidade. Com isso, esmiuçamos os aspectos geográficos e geológicos que interferem na produção e na qualidade da uva quando ela ainda está no campo, porque depois que ela chega na vinícola, não tem mais como ser modificada”, explica a autora Tania Maria Sausen, que é Geógrafa e Doutora em Geografia. Outro autor do livro, o Professor e Geólogo Dr. Marco Antonio Fontoura Hansen, destaca: “Esses conhecimentos são fundamentais para o desenvolvimento de habilidades enológicas, aprimoramento da produção de vinho e ampliação do repertório de sabores e estilos. O livro representa uma valiosa fonte de conhecimento, inspiração e prazer para enólogos, sommeliers, estudantes, amantes do vinho, vitivinicultores e o público em geral, ao oferecer uma imersão nas diversas regiões vitivinícolas e suas peculiaridades”.
A obra é editada e será publicada pela Editora IDESF e estará disponível para compra em 15 de julho, no site www.idesf.org.br. Para Luciano Stremel Barros, editor responsável pelo livro e Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF), “É uma honra ser editor desta obra porque é um marco na potencialidade da vitivinicultura brasileira e contribui sobremaneira com a atividade, uma vez que os autores se preocuparam em observar toda a potencialidade do território nacional por meio dos seus aspectos geográficos, geológicos e climáticos”. Luciano acrescenta que o livro também traz contribuições metodológicas porque apresenta aspectos que podem ser aprofundados em outras pesquisas. “Esse projeto também permite que, em novas edições, mais autores possam contribuir com essa perspectiva e suscitem cada vez mais o debate a respeito das potencialidades do território brasileiro em relação à vitivinicultura”.
O autor convidado e especialista em vinhos Antonio Pedro Coco reforça que a obra contribui para ampliar os conhecimentos em relação ao mundo do vinho brasileiro. “Além de todos os fatores que já citamos, o livro aborda também as indicações geográficas que surgem para diferenciar e valorizar as microrregiões vinícolas. Trata-se de material que atenderá desde o enófilo, interessado em entender as diferenças entre as regiões vinícolas que estão surgindo, como o enólogo e o estudante de enologia”.

Capítulos do livro
Capítulo 1: Introdução, objetivo e estrutura do projeto.
São abordadas as regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste, os biomas brasileiros, as regiões vitivinícolas e a vitivinicultura em números.
Capítulo 2: O clima, o vinho e a vitivinicultura: conceitos gerais.
Macroclima, mesoclima, microclima e o vinho.
Capítulo 3: Os movimentos da terra, as estações do ano e o ciclo da videira.
Os equinócios e os solstícios e o vinho.
Capítulo 4: Os elementos climáticos e o vinho: conceitos gerais.
Radiação solar global, radiação ultravioleta, insolação, temperatura do ar, precipitação, umidade, ventos, pressão atmosférica e nebulosidade.
Capítulo 5: Os fatores geográficos que afetam o clima e a vitivinicultura: conceitos gerais.
Latitude e faixas climáticas, altitude, continentalidade e maritimidade, massas de ar e vegetação.
Capítulo 6: Os fatores ambientais que interferem na vitivinicultura brasileira – geologia e relevo: conceitos gerais.
A geologia e o vinho (rochas e ambientes geotectônicos), relevos do Brasil.
Capítulo 7: Os fatores ambientais que interferem na vitivinicultura brasileira: declividade, orientação e forma de vertente, solos e hidrologia.
Capítulo 8: A vitivinicultura e os eventos extremos.
Granizo, vendaval, geada e estiagem.
Capítulo 9: As indicações geográficas do Brasil.

Sobre os autores
O livro intitulado “Geografia do vinho: as grandes regiões vitivinícolas do Brasil” é resultado de anos de pesquisa e de estudos. Abaixo, o minicurrículo dos autores.


Tania Maria Sausen: Geógrafa, Mestre em Sensoriamento remoto e Doutora em Geografia.


Marco Antonio Fontoura Hansen: Geólogo, Mestre em Geociências, Doutor em Engenharia de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental, com Pós-doutorado (Especialista visitante do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).


Antonio Pedro Coco: Bacharel em Física pela Universidade de São Paulo, Pesquisador no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares e Winemaker certificado pela Universidade da Califórnia-Davis.

Luciano Stremel Barros, editor responsável pelo livro e Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF)

Informações editoriais
“Geografia do vinho: as grandes regiões vitivinícolas do Brasil”
Ano: 2023
396 páginas
ISBN: 978-65-88169-10-0
Editora IDESF

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