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Arquivo de aterro Sanitário - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/aterro-sanitario/ Foz do Iguaçu em todas as suas formas Thu, 28 Nov 2024 00:14:10 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://almanaquefuturo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Logo-32x32.png Arquivo de aterro Sanitário - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/aterro-sanitario/ 32 32 244322787 Programa de Coleta Seletiva deu a destinação correta a quase 15 mil toneladas de materiais recicláveis https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/programa-de-coleta-seletiva-deu-a-destinacao-correta-a-quase-15-mil-toneladas-de-materiais-reciclaveis/ Thu, 28 Nov 2024 00:03:34 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=18928

Desde que foi criado pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, em junho de 2018, o programa de Coleta Seletiva contabilizou quase 15 mil toneladas de materiais recicláveis em todas as regiões da cidade, garantindo a destinação correta e contribuindo com a vida útil do Aterro Sanitário. Neste período, mais de R$ 20,2 milhões foram investidos […]

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Desde que foi criado pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, em junho de 2018, o programa de Coleta Seletiva contabilizou quase 15 mil toneladas de materiais recicláveis em todas as regiões da cidade, garantindo a destinação correta e contribuindo com a vida útil do Aterro Sanitário.

Neste período, mais de R$ 20,2 milhões foram investidos no programa, o que proporcionou a reforma e a ampliação das Unidades de Valorização de Recicláveis (UVRs), aquisição de novos maquinários e caminhões, além da ampliação e formalização no número de catadores e catadoras.

O município tem atualmente cinco cooperativas credenciadas, cerca de 140 pessoas trabalhando em 7 Unidades de Valorização de Recicláveis (UVRs), entre cooperados, técnicos administrativos e motoristas. Outras duas UVRs serão entregues ainda no final deste ano.

Melhores condições de trabalho

O programa de Coleta Seletiva proporcionou a melhoria na qualidade de vida dos catadores e catadoras. Hoje, cerca de 140 trabalhadores estão vinculados às cooperativas, que operam em todas as regiões da cidade.
A renda média destes catadores(as), que na informalidade não passava de 600 reais, hoje chega a 2 mil reais por mês, além dos benefícios. A atuação dos catadores (as) conta com condições dignas de trabalho, com estruturas modernas e todo apoio da Secretaria de Meio Ambiente.

Biodigestores

Em 2023, o município também ampliou a instalação de biodigestores em unidades de ensino, UVRs, prédios públicos e em regiões de vulnerabilidade. Com 30 equipamentos instalados, foi possível reduzir em 80,4 toneladas a quantidade de resíduos que iriam para o Aterro Sanitário, além de produzir 80 mil litros de fertilizantes líquidos e reduzir em 755 quilos as emissões de gases de efeito estufa. Com os biodigestores, o Município teve uma economia de R$ 64.800 no ano passado, recursos que seriam utilizados para a compra de botijões de gás (GLP) nestas unidades.

Projeto Caçambas
O projeto “Caçambas”, criado para atender comunidades em situação de vulnerabilidade, os atendimentos realizados já recolheram mais de 762 toneladas de materiais, garantindo a destinação correta dos resíduos.

As regiões são atendidas de acordo com o mapa de calor da proliferação do mosquito Aedes Aegypti e casos de dengue.

Fonte: AMN

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Como um “lixão” se tornou um “aterro Sanitário”, tratando até o chorume https://almanaquefuturo.com.br/meio-ambiente/como-um-lixao-se-tornou-um-aterro-sanitario-tratando-ate-o-chorume/ Mon, 04 Jul 2022 12:33:14 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=6494

Os investimentos transformam líquidos com altíssima carga poluidora em água para a irrigação e lavagem de veículos   Especial Meio Ambiente   Aterros sanitários devidamente manuseados mantém a saúde da cidade, coletando e dispondo da forma correta os resíduos e rejeitos das casas, estabelecimentos, instituições e outros, sempre colocando o meio ambiente e a saúde […]

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Os investimentos transformam líquidos com altíssima carga poluidora em água para a irrigação e lavagem de veículos

 

Especial Meio Ambiente

 

Aterros sanitários devidamente manuseados mantém a saúde da cidade, coletando e dispondo da forma correta os resíduos e rejeitos das casas, estabelecimentos, instituições e outros, sempre colocando o meio ambiente e a saúde como prioridades.

A área onde está o aterro sanitário de Foz do Iguaçu, fica na região norte da cidade. Inicialmente, evoluiu de um “lixão” para “aterro controlado”, e em 2001, foi implantado o conceito de “aterro sanitário”. É um terreno cuja área total ocupa 21.2365 hectares, sendo 81.096,73 m² em operação e 132.672,44 m² encerrados, com a capacidade média de recebimento de resíduos de 86.964,20 toneladas por ano. O aterro recebe cerca de 320 toneladas de resíduos diariamente. A previsão de vida útil é até o ano de 2039, prazo que pode diminuir caso haja o aumento da geração de resíduos pela população.

Diante dessa quantidade de resíduos acomodados no aterro sanitário de Foz do Iguaçu, há, consequentemente, uma grande produção de chorume e o volume é variável em função das chuvas e do processo de decomposição.

O Chorume é o nome dado ao líquido escuro que contém alta carga poluidora e é proveniente de matérias orgânicas em putrefação. Esse líquido viscoso, de odor muito intenso e desagradável, é frequente nos aterros sanitários, devido à alta carga de matéria orgânica recebida, proveniente dos resíduos produzidos pela população. Um material que procede de reações e processos físicos, químicos e biológicos juntamente com a água das chuvas que percolam através da massa de líquido aterrada.

Como agente poluente, o Chorume pode causar sérios danos ao meio ambiente, pois além da baixa biodegradabilidade, possui metais pesados, os quais os organismos são incapazes de eliminar.

O tratamento do chorume é de grande importância para o planeta e visa evitar que esse líquido atinja a água dos mananciais, contaminando os recursos hídricos e, por conseguinte, os seres aquáticos e inclusive os frutos e vegetais, que dependem da água para evoluírem.

Em 2019 foi adquirida e instalada no aterro sanitário uma estação de tratamento de chorume por osmose, capaz de tratar até 40 m3/dia de chorume bruto.

A osmose reversa é um processo de separação de substâncias através de uma membrana que retém o soluto, ou seja, a substância que pode ser dissolvida, pois é “solta”, sem vínculos. O solvente flui do meio mais concentrado para o menos concentrado, e, isola-se do soluto, por uma membrana que permite a sua passagem.

O chorume é drenado nas células onde são aterrados diariamente os resíduos, passando por canos subterrâneos até três áreas de lagoas; lá é armazenado, sendo posteriormente bombeado para a estação de tratamento, devolvido em formato de água não potável, mas em condições de uso para a irrigação e lavagem dos caminhões de coleta de resíduos, utilizados pela concessionária Vital Engenharia Ambiental.

Essa estação de tratamento teve um custo de R$ 1.800.000,00 e em 2021 tratou aproximadamente 7.256,27m³ de chorume, recuperando cerca de 5.079,38 m³ de água. A prática contribui para a minimização de impactos ambientais como a poluição do solo, rios e mananciais, provendo grande economia de água.

 

 

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