OUÇA O NOSSO CANAL WEB RÁDIO
ALMANAQUE WEB TV UM NOVO JEITO DE CONHECER FOZ DO IGUAÇU

Mais de 70 mil crianças já receberam a Pneumo 20 no Paraná

Mais de 70,4 mil crianças menores de cinco anos já foram vacinadas com a Pneumo 20 pelo SUS no Paraná. O imunizante…

R$ 514 mil em patrocínios: veja os seis eventos apoiados pela SMTU

A Secretaria Municipal de Turismo de Foz do Iguaçu destinou R$ 514 mil em patrocínios institucionais para seis…

Wonder Park Foz torna Show das Águas gratuito permanentemente para…

Moradores de Foz do Iguaçu ganharam mais um motivo para conhecer e aproveitar o Wonder Park Foz. A partir de agora,…

IV Sarau Sopro de Sol celebra a primavera com arte, permacultura e…

Há encontros que começam antes da primeira música. Começam na chegada, no abraço, na roda que se forma, na…

ACIFI homenageia Mario Camargo por três décadas de dedicação ao…

Natural de Soledade (RS), Mario Camargo tem escrito uma longa trajetória no associativismo empresarial. De 2004 e…

Inovação, talentos e novos negócios marcam primeiro dia do Summit Iguassu…

Empresários, empreendedores, pesquisadores, investidores, representantes de universidades, cooperativas, startups,…

Itaipu Parquetec vence duas categorias no Prêmio Iguassu Valley 2026

As ações do Itaipu Parquetec para o cenário cultural de Foz do Iguaçu e a promoção da inovação foram…

Interdição de vias no centro de Ciudad del Este altera trânsito e exige…

A realização de eventos culturais e comunitários em Ciudad del Este provocará o fechamento temporário de…
1 De 1.699
Arquivo de água potável - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/agua-potavel/ Foz do Iguaçu em todas as suas formas Sat, 17 May 2025 13:44:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://almanaquefuturo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Logo-32x32.png Arquivo de água potável - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/agua-potavel/ 32 32 244322787 O reservatório como capital natural: a base viva da energia de Itaipu https://almanaquefuturo.com.br/uncategorized/o-reservatorio-como-capital-natural-a-base-viva-da-energia-de-itaipu/ Sat, 17 May 2025 13:44:37 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=23530

A potência de Itaipu começa antes das turbinas — começa na água. O reservatório da usina, com seus 1.350 km² de superfície, é muito mais do que um corpo hídrico acumulado para gerar energia: é um sistema vivo, interligado a uma bacia hidrográfica de mais de 820 mil km², que se estende por três países […]

O post O reservatório como capital natural: a base viva da energia de Itaipu apareceu primeiro em Almanaque Futuro.

]]>

A potência de Itaipu começa antes das turbinas — começa na água. O reservatório da usina, com seus 1.350 km² de superfície, é muito mais do que um corpo hídrico acumulado para gerar energia: é um sistema vivo, interligado a uma bacia hidrográfica de mais de 820 mil km², que se estende por três países (Brasil, Paraguai e Argentina) e afeta direta ou indiretamente a vida de mais de 30 milhões de pessoas.

Formado em 1982, o “Lago de Itaipu” é hoje o sexto maior reservatório artificial do Brasil – pequeno, quando se leva em conta sua capacidade produtiva. Com cerca de 170 km de comprimento, ele funciona como pulmão hídrico do sistema de geração, garantindo regularidade mesmo em períodos de estiagem prolongada.
Essa estabilidade, no entanto, depende da conservação da Bacia do Paraná 3, composta por centenas de microbacias e subafluentes. Cada nascente, cada mata ciliar, cada lavoura manejada com cuidado contribui para manter o reservatório em condições adequadas de volume, qualidade e produtividade energética.

Água boa começa na terra
Desde os anos 2000, Itaipu vem tratando o reservatório não como um fim, mas como um elo de um ciclo que começa muito antes — no solo. A percepção de que a geração de energia depende de práticas sustentáveis no uso da terra levou à criação de diversos programas de Gestão por Bacias Hidrográficas e investimentos em reflorestamento, saneamento rural e manejo do uso agrícola.

Atualmente, mais de 1.300 microbacias são monitoradas nos dois lados da fronteira. Em áreas prioritárias, a usina investe na recuperação de nascentes, contenção de erosão, proteção de matas nativas, recomposição de matas ciliares e capacitação de produtores para adoção de sistemas conservacionistas. Os resultados são visíveis: a redução da carga de sedimentos, a diminuição do assoreamento do lago e a melhoria na qualidade da água utilizada para a geração.

Itaipu apoiou o plantio de mais de 24 milhões de árvores nativas, formando corredores ecológicos e cinturões verdes que protegem margens, regulam o microclima e sustentam a biodiversidade local. Essa vegetação também atua como barreira natural contra pesticidas e contaminantes.

Um reservatório produtivo e preservado

Ao contrário de outros grandes lagos artificiais, o reservatório de Itaipu não se tornou uma paisagem estéril. Ele é ambiente de pesquisa, recreação, subsistência e conservação. Pesquisadores de universidades brasileiras e paraguaias utilizam o lago para estudos limnológicos, ictiológicos e climáticos. A pesca artesanal, regulamentada e assistida, garante sustento a centenas de famílias. Em trechos específicos, há atividades de lazer, esportes náuticos e turismo ecológico servindo às comunidades do seu entorno.

Além disso, o lago serve como barreira natural contra queimadas e como regulador térmico da região. Sua manutenção exige vigilância constante: estação hidrometeorológica, sensores de qualidade da água, drones e monitoramento via satélite formam a rede que acompanha dia e noite as condições do espelho d’água.

A água como ativo estratégico

Ao tratar seu reservatório como capital natural, Itaipu assume um papel que transcende a engenharia: o de gestora de um patrimônio ambiental e geopolítico de valor incalculável. Em um mundo onde a água doce torna-se escassa e motivo de disputa, a proteção da bacia do Paraná é também um ato de segurança regional.
A energia produzida em Itaipu começa na chuva que cai sobre a floresta, no curso de um riacho limpo, na preservação de um lençol freático. Ao reconhecer isso, a usina reafirma seu compromisso com um modelo de desenvolvimento onde natureza e tecnologia coexistem — não por idealismo, mas por estratégia.

 

Veja a Edição Especial de Aiversário de Itapu 51 anos em PDF. Clique Aqui!

O post O reservatório como capital natural: a base viva da energia de Itaipu apareceu primeiro em Almanaque Futuro.

]]>
23530
Itaipu investe R$ 45 milhões para levar água potável a aldeias indígenas no MS https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/itaipu-investe-r-45-milhoes-para-levar-agua-potavel-a-aldeias-indigenas-no-ms/ Thu, 23 May 2024 19:44:29 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=15763

A Itaipu Binacional vai investir R$ 45 milhões no sistema de abastecimento de oito aldeias indígenas do Mato Grosso do Sul, levando água potável a aproximadamente 35.000 indígenas. O convênio com a Empresa de Saneamento do Estado do Mato Grosso do Sul (Sanesul) foi anunciado nesta quinta-feira (23), pelo diretor de Coordenação da Itaipu, Carlos […]

O post Itaipu investe R$ 45 milhões para levar água potável a aldeias indígenas no MS apareceu primeiro em Almanaque Futuro.

]]>

A Itaipu Binacional vai investir R$ 45 milhões no sistema de abastecimento de oito aldeias indígenas do Mato Grosso do Sul, levando água potável a aproximadamente 35.000 indígenas. O convênio com a Empresa de Saneamento do Estado do Mato Grosso do Sul (Sanesul) foi anunciado nesta quinta-feira (23), pelo diretor de Coordenação da Itaipu, Carlos Carboni, durante o durante o Fórum Mundial da Água, que acontece em Bali, na Indonésia.

Com o valor investido, mais a contrapartida de R$ 15 milhões da Sanesul, serão elaborados os projetos básicos e executivos de sistemas de abastecimento de água em oito aldeias localizadas em seis municípios sul-mato-grossenses: Amambai e Limão Verde (Amambai); Tey Kuê (Caarapó); Taquara (Juti); Porto Lindo (Japorã); Pirajuí (Paranhos); e Sassoró e Jaguapiré (Tacuru).

Também fazem parte da parceria o governo do Mato Grosso do Sul e a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde. Segundo o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri, “esse arranjo institucional inédito no Brasil permitirá significativos investimentos, aproveitando da expertise de uma empresa de saneamento para executar os sistemas de abastecimento de água em terras indígenas”.

“Embora a região de atuação prioritária da Itaipu seja classificada como de elevada segurança hídrica, populações tradicionais como indígenas e quilombolas e rurais, em geral, não têm acesso a este serviço e muitas vezes são marginalizadas e excluídas dos processos decisórios”, afirmou Carboni. “Por isso, esses investimentos são tão importantes.”

As obras serão executadas pela Sanesul, com supervisão do Distrito Sanitário Especial Indígena do Mato Grosso do Sul (DSEI-MS). Segundo o engenheiro Rafael Ceccim, do Serviço de Edificações e Saneamento Indígena (Sesani), serão várias intervenções, incluindo ligações de água para famílias sem acesso, manutenção e melhorias nos poços existentes, perfuração de novos poços, redimensionamento da rede, estações elevatórias, melhorias e aumento da reservação e substituição de ligações.

Segurança hídrica
Essa não é a primeira iniciativa da Itaipu que tem como objetivo proporcionar segurança hídrica a comunidades indígenas. Em agosto de 2023, a partir de um convênio entre a Prefeitura de São Miguel do Iguaçu e a Binacional, foi construído um poço na comunidade indígena Tekoha Ocoy, que fica naquele município.

A reparação aos povos originários é uma das principais pautas da nova gestão de Itaipu, que tem ampliado suas ações para a melhorar as condições de vida dessas populações em todas as cidades atendidas pelo programa Itaipu Mais que Energia – 399 no Paraná e 45 no Mato Grosso do Sul.

Fórum Mundial da Água
Carboni participou da mesa “Água potável: desafio para as comunidades vulneráveis da América Latina”, no Pavilhão Latino-Americano do evento. As outras participantes da mesa foram Edith Paredes, da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), e Viviane Luiza, Secretária de Estado da Cidadania do MS.

De 20 a 25 de maio, empregados da Itaipu participam do 10º Fórum Mundial da Água apresentando pesquisas e participando de painéis sobre recursos hídricos. A comitiva é formada pelo diretor de Coordenação, Carlos Carboni; Simone Benassi, Jussara Elias de Souza, Celso Carlos Buglione e Daniel Bartiko, da Divisão de Reservatório da Itaipu; Lucas Henrique Garcia, da Divisão de Apoio Operacional da Diretoria de Coordenação; Luiz Henrique Maldonado, da Divisão de Estudos Hidrológicos e Energéticos; Ligia Leite Soares, chefe do escritório de Itaipu em Brasília; e Alexandre Marchetti, da assistência da Diretoria de Coordenação.

Imprensa de Itaipu

O post Itaipu investe R$ 45 milhões para levar água potável a aldeias indígenas no MS apareceu primeiro em Almanaque Futuro.

]]>
15763