A nova experiência de visitação no Parque Nacional do Iguaçu
Trilhas, ciclovias, polos regionais e investimentos que redesenham a visitação com foco em conservação, pesquisa e desenvolvimento.
Exclusivo Alamanque Futuro
Após os impactos da pandemia e da retração do turismo global, o Parque Nacional do Iguaçu voltou a bater recordes históricos de visitação. Em 2025, a unidade recebeu 2.058.539 visitantes, superando a marca registrada em 2019, até então o melhor ano de sua história. O número simboliza mais do que êxito turístico: inaugura um novo ciclo de responsabilidades. Receber mais pessoas exige planejamento, diversificação de experiências e, sobretudo, reforço das estratégias de conservação de um patrimônio natural único no planeta.
Desde o início da atual concessão, a gestão da Urbia + Cataratas promoveu uma requalificação profunda da experiência de visitação no Parque Nacional do Iguaçu, ampliando o acesso à natureza de forma ordenada e sustentável. O foco passou a ser a descentralização do fluxo turístico, a diversificação consciente dos percursos e a valorização do contato direto com a Mata Atlântica, preservando a integridade ambiental da unidade.
O passeio mais emblemático segue sendo a Trilha das Cataratas, porta de entrada para uma das Sete Maravilhas Mundiais da Natureza. Com início no Centro de Visitantes e acesso por ônibus panorâmicos, o percurso de cerca de 1,5 quilômetro oferece vistas sucessivas do maior conjunto de quedas-d’água do mundo, culminando na passarela sobre o Rio Iguaçu e na visão frontal da Garganta do Diabo, experiência que sintetiza a grandiosidade do Parque.
A mobilidade sustentável ganhou protagonismo com a implantação da ciclovia de 11,6 quilômetros, totalmente imersa na Mata Atlântica, conectando o Centro de Visitantes à Trilha das Cataratas. Outras experiências ampliam o repertório do visitante, como o Circuito São João, com áreas de banho de rio e pontos histórico-culturais; o Caminho do Poço Preto, referência para observação de aves e interpretação ambiental; e o Caminho das Bananeiras, que conduz até o Espaço Taupá, às margens do Rio Iguaçu.

A atual concessão também ampliou o olhar para além do Polo Cataratas, estruturando novos territórios de visitação, como os polos Silva Jardim, Rio Azul e Ilhas do Iguaçu e Gonçalves Dias, integrando trilhas, educação ambiental, atividades aquáticas e valorização regional.
Esse conjunto de ações é sustentado por um plano de investimentos de R$ 600 milhões, além da aplicação mínima de 6% da receita, ao longo de 30 anos, em pesquisa científica, manejo de espécies, educação ambiental e integração com os municípios do entorno.
Com mais de 26 milhões de visitantes desde 2000, o Parque Nacional do Iguaçu deixou de ser apenas um ponto de chegada para tornar-se um território de experiências integradas. Caminhar, pedalar, observar e aprender passaram a ser formas de pertencimento. O visitante já não é apenas espectador da paisagem: torna-se parte ativa de um projeto de preservação que compreende o movimento humano como aliado — nunca como ameaça — à continuidade da vida.
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