A engenharia da emoção: segurança, tecnologia e impacto global
Como o rigor técnico transforma aventura em experiência segura, sustentável e reconhecida no mundo.
Exclusivo Almanaque Futuro
A evolução do Macuco Safari no século XXI consolidou-se como um dos mais sólidos exemplos de integração entre engenharia, segurança e conservação ambiental. Sustentar uma operação que hoje recebe visitantes de 183 nacionalidades exigiu soluções próprias, pensadas a partir da realidade do Parque Nacional do Iguaçu. Sob a condução estratégica de seu fundador, a empresa estruturou núcleos internos especializados na construção, manutenção e revisão de seus equipamentos. Embarcações, sistemas de transporte e veículos elétricos adaptados são projetados e operados por equipes próprias, submetidos a protocolos técnicos rigorosos que asseguram padrões internacionais de excelência.
A segurança tornou-se a espinha dorsal dessa experiência. Se nos anos 1980 os motores eram simples, hoje as embarcações contam com bimotores de alta potência — 250 HP ou mais — oferecendo redundância operacional e total controle nas corredeiras. Esse compromisso permanente com a vida rendeu certificações internacionais de referência, como a ISO 14001, de gestão ambiental, e a ISO 21101, específica para segurança no turismo de aventura.

A operação funciona sob um Sistema Integrado de Gestão que monitora desde o consumo energético até os protocolos de emergência, garantindo que a aventura seja tão robusta quanto sustentável.

O impacto do Macuco Safari, contudo, ultrapassa a tecnologia e os números. A empresa tornou-se um agente social ativo no Oeste do Paraná. Por meio de programas como o Passe Comunidade, democratiza o acesso dos moradores locais a um patrimônio que é, antes de tudo, deles. Em datas simbólicas, como o Dia Internacional da Água e o Dia da Árvore, o Rio Iguaçu e as trilhas do Parque transformam-se em salas de aula a céu aberto. Alunos da rede pública aprendem, junto a biólogos e educadores ambientais, que preservação não é discurso, mas prática cotidiana.
“Chegamos ao presente com um legado que atravessa fronteiras. O modelo de ecoaventura desenvolvido em Foz do Iguaçu inspirou outros destinos e consolidou a imagem do Brasil como referência mundial em turismo de natureza”, destaca Juliana Pereira Nunes, diretora da empresa. Com sistemas como o Plano Inclinado e os bondinhos que garantem acessibilidade plena a pessoas com mobilidade reduzida, o Macuco Safari reafirma que o paraíso deve ser inclusivo.
Ao completar 40 anos, a operação fundada por Ademir Fernandes mantém-se fiel à sua essência: um turismo que emociona sem colocar em risco, que encanta sem destruir e que transforma cada visitante em aliado da preservação. No encontro entre água, tecnologia e consciência, o Macuco Safari prova que o futuro do Iguaçu passa, inevitavelmente, por respeitar a força que o tornou eterno.
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