Colonoscopia pode salvar vidas, alertam especialistas da Gastroclínica Foz
Procedimento é fundamental para a prevenção do câncer de intestino e permite detectar e remover pólipos antes que evoluam para a doença
A colonoscopia é considerada um dos exames mais importantes para a prevenção do câncer colorretal. Estudos indicam que sua realização pode reduzir em mais de 30% a incidência da doença e diminuir a mortalidade em até 50%, reforçando a importância do diagnóstico precoce.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer colorretal é o segundo tipo mais comum no Brasil, representando cerca de 9,2% dos casos entre homens e 9,7% entre mulheres.
Especialistas da Gastroclínica Foz destacam que a colonoscopia é considerada o principal exame para o rastreamento da doença. O procedimento permite identificar pólipos , pequenas lesões que podem evoluir para câncer, e também possibilita a remoção dessas alterações durante o próprio exame, reduzindo o risco de desenvolvimento do tumor.
Mesmo com sua importância para a prevenção, muitas pessoas ainda deixam de realizar o exame por medo, desinformação ou tabus relacionados ao procedimento. No Brasil, apesar da relevância do rastreamento preventivo, a adesão à colonoscopia ainda é considerada baixa.
Segundo a Dra. Andressa Tome, colonoscopista e gastroenterologista, o câncer colorretal geralmente começa a partir de pequenas lesões chamadas pólipos, que muitas vezes não causam sintomas.
“Na maioria dos casos, os pacientes não sentem nada nas fases iniciais. Por isso, mesmo sem sintomas ou fatores de risco aparentes, é importante realizar a colonoscopia”, explica a médica.

Ela também destaca que muitas pessoas acabam deixando a saúde em segundo plano. “É fundamental investigar qualquer sintoma e não acreditar que é possível conviver com desconfortos sem procurar avaliação médica”, ressalta.
De acordo com Dr.Luiz Carlos Bremm, Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião bariátrico, Cirurgião geral e Gastroenterologista- um dos principais desafios no enfrentamento da doença é que, na maioria das vezes, ela se desenvolve de forma silenciosa. Muitas pessoas não apresentam sintomas nas fases iniciais, o que pode atrasar o diagnóstico. Por isso, o médico destaca a importância dos exames de rastreamento para identificar alterações precocemente.

O rastreamento inadequado pode levar ao diagnóstico tardio da doença. Quando o câncer colorretal é identificado nas fases iniciais, as chances de tratamento e cura são maiores.
A recomendação atual é que o rastreamento comece a partir dos 45 anos, mesmo em pessoas sem sintomas. Para quem possui histórico familiar da doença, a orientação é iniciar o acompanhamento dez anos antes da idade em que o familiar foi diagnosticado.
Entre os principais fatores de risco estão:
– idade acima de 50 anos
– histórico familiar de câncer colorretal
– obesidade
– tabagismo
– consumo excessivo de álcool
Além do acompanhamento médico, a adoção de hábitos saudáveis também contribui para a prevenção. Manter uma alimentação equilibrada, praticar atividades físicas regularmente e realizar exames de rotina são medidas importantes para a saúde intestinal.
Embora a preparação para a colonoscopia possa causar algum desconforto, o exame é considerado seguro e bem tolerado, sendo uma ferramenta fundamental para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer colorretal.
Gastroclínica Foz
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