O valor do aperto de mão na pista: a humanização que move os postos
Enquanto o mundo caminha para o autoatendimento, postos brasileiros mantêm a tradição de cuidado e confiança de profissionais que zelam pelos veículos, muitas vezes, mais do que os próprios donos.
Redação Almanaque Futuro
No mundo contemporâneo, onde a automação dita as regras e o autoatendimento isola as pessoas em telas frias, a figura do frentista resiste como um dos últimos baluartes do atendimento personalizado. Em países como os Estados Unidos ou na Europa, o motorista é o protagonista solitário de seu abastecimento: ele desce, opera a bomba e segue viagem sem trocar uma palavra com ninguém. No Brasil, no entanto, a história é escrita de outra forma. Aqui, o abastecimento é um ritual de confiança, intermediado por profissionais que são, muitas vezes, o rosto da cortesia nas estradas e cidades.
A profissão, que nasceu junto com os primeiros roncos de motores no início do século passado, evoluiu de um simples operador de bombas para um verdadeiro consultor de pista. Não é exagero comparar o frentista ao barbeiro de confiança ou ao açougueiro que conhece o corte preferido do cliente. A dedicação é tamanha que, em muitos casos, esses profissionais cuidam da saúde do veículo com mais zelo e atenção do que os próprios proprietários. É o olhar clínico do frentista que identifica um vazamento sutil, uma correia ressecada ou um nível de óleo crítico antes que o problema se torne uma pane no meio da rua.
Essa característica humanizada das redes de combustíveis brasileiras oferece um suporte que vai muito além da gasolina, etanol ou do diesel. É o cuidado em higienizar o para-brisa para uma viagem segura, a atenção minuciosa aos fluidos do motor e a presteza em calibrar os pneus — tudo isso sem custos adicionais para o cliente. É um serviço que gera emprego, dignidade e, acima de tudo, cria um elo de respeito entre quem serve e quem é servido. Não à toa, o frentista já foi estrela de grandes campanhas publicitárias de petroleiras; ele é o elo final de uma cadeia gigantesca, o profissional que mantém o contato direto com o público e garante que a jornada do motorista seja mais tranquila e segura.
NOTA DE SERVIÇO: Oportunidade de Trabalho em Foz do Iguaçu
Para quem busca ingressar ou se consolidar nesta profissão que é sinônimo de atendimento e cuidado, a Rede Oklahoma, empresa de destaque no mercado de combustíveis em Foz do Iguaçu, está com processo seletivo aberto para a contratação de frentistas.
Destaques da vaga:
Remuneração: Vencimentos acima do valor de referência da categoria.
Benefícios: Adicional de assiduidade, vale-alimentação, vale-transporte ou vale-combustível.
Diferenciais: Oportunidades reais de crescimento profissional dentro da rede.
Requisitos: Os interessados devem ter disponibilidade de horários. A empresa aceita candidatos com ou sem experiência, valorizando o perfil proativo e o bom atendimento.
Como se candidatar: O contato deve ser feito diretamente com o setor de Recursos Humanos pelo telefone/WhatsApp: (45) 99976-6194.
