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Arquivo de Sergio Moro - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/sergio-moro/ Foz do Iguaçu em todas as suas formas Wed, 29 Apr 2026 23:48:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1 https://almanaquefuturo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/cropped-Logo-32x32.png Arquivo de Sergio Moro - Almanaque Futuro https://almanaquefuturo.com.br/tag/sergio-moro/ 32 32 244322787 O Corvo e a política no “jogo do estica e puxa” https://almanaquefuturo.com.br/artigo-de-opiniao/o-corvo-e-a-politica-no-jogo-do-estica-e-puxa/ Wed, 29 Apr 2026 23:47:48 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=33390

Sem explicação A impressão que tudo isso nos passa é que o governador parece não se importar muito com as reações do eleitorado. Ele, afinal, é armado de pesquisas até os dentes e joga com o tempo. O arcabouço de informações é complexo e, naturalmente, assusta a oposição, mas assusta mais os aliados, com certeza. […]

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Sem explicação
A impressão que tudo isso nos passa é que o governador parece não se importar muito com as reações do eleitorado. Ele, afinal, é armado de pesquisas até os dentes e joga com o tempo. O arcabouço de informações é complexo e, naturalmente, assusta a oposição, mas assusta mais os aliados, com certeza.

No gramado
Como no futebol, grupos políticos escalam o time dependendo dos jogadores que o adversário vai usar. É assim que reforçam o ataque, a defesa, as laterais e o meio-campo. Se o Ratinho fosse técnico de futebol, usaria a Lei Chacrinha: a que veio para confundir e não para explicar. Bom, o problema é que o tabuleiro eleitoral não requer chuteiras. Pelo visto, isso mexe com a cabeça de Sérgio Moro e as alas indecisas. Se é estratégia, aí é difícil saber.

O redemoinho
O fato é que, no meio da confusão que aparenta indecisão, Ratinho testa as cartas do seu baralho. Mediu a força de Guto Silva, agora está de olho no desempenho de Sandro Alex e alguns observadores garantem que deve testar pelo menos mais um nome antes de chegar ao Rafael Greca — alguém que, francamente, nem precisaria ser testado. Criaram uma mania de dizer no Palácio que Rafael só possui votos em Curitiba. Ledo engano; há eleitores de todos os lados que o apoiam.

Ortodoxia
Vamos combinar: o paranaense não é muito chegado em aventuras ou novidades que causem algum desconforto no modo de vida. Olha o que fizeram com a Cristina Graeml. Ela despontou para a corrida pela prefeitura da capital com a mesma força meteórica do Moro ao governo e no que deu? Venceu o Dudu, calçado no jeito curitibano de ser, ao estilo “leite quente”. A manobra foi conduzida pelo Greca, contra todos os prognósticos. Escrevam: se o Rafael for candidato pra valer, vai bagunçar o coreto. Vai ver a “Ratolândia” sabe disso e quer fazer o jogo da elasticidade, até a borrachinha chegar ao ponto de rompimento. Vamos ver. O problema é que essa lenga-lenga cansa. É tiro para todo lado.

Arranca-rabo
Matheus Vermelho de faca nos dentes. Pra quem era uma espécie de santinho, sempre colado nas caravanas governamentais, agora parece o diabo da tasmânia, o Taz, andando de um lado ao outro igual a um tufão, resvalando em tudo! Barbaridade! Mas tenho licença para escrever que a fruta não caiu longe do pé. Pisem no calo do Vermelho (pai) para verem o que acontece. O fato é que a encrenca na ALEP nos revela um Matheuszinho com luz própria, enfim, e dá para ter ideia do que virá, ao lado do Moro, Felipe, etc.

Finalmente o Corvo ganhou vida! Por meio de um projeto gráfico, o personagem ganhou voz e movimentos e atuará nas redes sociais fazendo um resumo dos principais assuntos da coluna. Seja bem vindo Corvo!

 

Olha lá
Mudando de saco para mala: Foz do Iguaçu brilhou mais uma vez em premiação de “Melhor do Turismo Brasileiro” — que novidade? —, conquistando duas categorias e reforçando sua posição entre os grandes destinos do país. Chamou a atenção a premiação de destino ecoturístico e de aventura e, aqui entre nós, isso se deve muito ao Macuco Safari. Navegar nas corredeiras do Iguaçu e depois tomar um banho de cataratas faz o passeio de buggy nos Lençóis Maranhenses parecer um brinquedo de autorama.

Papo reto
Vamos tratar aqui de um outro assunto, um tema muito presente e, de certa forma, chato de ser abordado: a “crise das nomenclaturas”. É uma questão de ética social. Muitas pessoas não sabem e ainda não descobriram a diferença entre autoidentificação e o reconhecimento externo, ou seja, o que os outros atestam.

O que é verdade
Títulos se conquistam. Isso é por meio de estudo, dedicação ou performance social. O que estamos vivenciando é uma quase guerra perdulária entre adjetivos e substantivos. Esses dias, uma jovem se apresentou como “influenciadora” para um grupo de empresárias. Ela não faz ideia de que para ser um influenciador, teoricamente, é necessária métrica de resultado. Se ninguém muda de comportamento ou opinião através do que se diz, a “influência” não existe. Quando se autointitulam assim antes de possuir uma audiência que valide, confundem a aspiração com a realidade.

Os imbecis de plantão
Olha, o que mais há hoje é gente se autodefinindo como “influenciador”, “patriota”… e já escutei alguém se definindo como “herói”, o que é uma barbaridade! O patriotismo é simplesmente ético e dispensa crachá; nada mais é que uma prática cívica cotidiana e muitas vezes silenciosa. Ser um patriota é algo que requer reconhecimento histórico. Quando a palavra “patriota” vira um adjetivo de autoafirmação, ela geralmente perde seu sentido de união e, convenhamos, isso é o oposto do conceito original de amor à pátria.

“La morale della favola”
Em resumo: antigamente, as pessoas realizavam o feito para depois receber o título. Hoje escolhem o que acreditam ser, esperando que a realidade se molde ao que não existe. Como diz o ditado popular, “elogio em boca própria é vitupério”. No caso de títulos como herói, mestre ou influenciador, a validação é sempre o olhar do outro.
Um bom dia, leia este e outros assuntos na coluna No Bico do Corvo!

Rogério Romano Bonato assina a coluna No Bico do Corvo há mais de duas décadas, atravessando jornais e muitos carnavais. Agora, com o suporte da Inteligência Artificial, o Corvo ganha forma, voz e movimentos próprios. O personagem passa a ocupar as redes sociais do Almanaque Futuro com o mesmo olhar ácido de sempre. Assista à performance de estreia do passarinho!”

 

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Com apoio de Flávio Bolsonaro e Sergio Moro, Deputado Matheus Vermelho se filia ao PL https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/com-apoio-de-flavio-bolsonaro-e-sergio-moro-deputado-matheus-vermelho-se-filia-ao-pl/ Mon, 06 Apr 2026 16:54:02 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=32727

De casa nova. O deputado estadual Matheus Vermelho anunciou sua filiação ao Partido Liberal (PL) na última quinta-feira (02), em um movimento que integra a reestruturação da sigla no Paraná com foco nas eleições gerais de 2026. A mudança ocorre em meio à consolidação de um grupo político liderado pelo senador Sérgio Moro, pré-candidato ao […]

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De casa nova. O deputado estadual Matheus Vermelho anunciou sua filiação ao Partido Liberal (PL) na última quinta-feira (02), em um movimento que integra a reestruturação da sigla no Paraná com foco nas eleições gerais de 2026. A mudança ocorre em meio à consolidação de um grupo político liderado pelo senador Sérgio Moro, pré-candidato ao Governo do Estado, e pelo deputado federal Filipe Barros, pré-candidato ao Senado.

Durante o ato de filiação, Sérgio Moro destacou o fortalecimento da legenda no Estado. “Estamos montando um grande time para apresentar para os paranaenses nessas eleições gerais de 2026. Eu estou dizendo o seguinte, no final do ciclo eleitoral a bancada do PL na ALEP vai ser gigante, mas ela já está ficando grande agora. Estamos filiando aqui o deputado estadual Matheus Vermelho, que será nosso pré-candidato à reeleição pelo PL”, afirmou.

O deputado federal Filipe Barros também celebrou a chegada de Matheus ao partido. “Seja muito bem-vindo ao nosso partido, filho do meu amigo, querido amigo deputado federal Vermelho. É uma alegria receber você aqui”, declarou.

Em seu discurso, Matheus Vermelho ressaltou a afinidade com o projeto político do partido e o alinhamento com as lideranças nacionais e estaduais. “Alegria toda minha estar aqui junto com pessoas do bem, pessoas que querem o bem do Paraná, senador Sérgio Moro, nosso pré-candidato a governador, juntamente com a liderança do partido e grande irmão Felipe Barros, nosso pré-candidato ao Senado aqui pelo PL, e juntamente com meu pai que retorna à casa do PL, pois sabemos que o Partido Liberal agora está em boas mãos e no caminho certo, no caminho do bem. Isso que a gente precisa: lealdade. E junto com o PL fazer um Brasil diferente, levando o nome do nosso querido Flávio Bolsonaro, nosso pré-candidato à Presidência da República. Deus, Pátria, Família e Liberdade”, afirmou.

Matheus também fez questão de agradecer ao Progressistas pela trajetória construída até aqui. “Tenho muita gratidão ao Progressistas por todo o espaço, aprendizado e pelas parcerias firmadas ao longo dos últimos anos. Levo comigo o respeito e a consideração por todos que caminharam ao meu lado nesse período, gostaria de nominar a grande parceria que tivemos com o Ricardo Barros, a Maria Victoria, a sempre governadora Cida Borghetti e a todos os membros deste partido que sempre estará no meu coração”, declarou.

Ele ainda destacou sua relação de parceria com o secretário de Cidades do Paraná, Guto Silva, reforçando o respeito e a amizade construída ao longo de sua trajetória política. No entanto, segundo ele, a conjuntura atual e a demora nas definições partidárias foram determinantes para a mudança de posicionamento, optando por apoiar o projeto político do PL, alinhado à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. Matheus segue os passos do seu pai, o deputado federal Vermelho, também filiado à legenda na última semana.

Mandato municipalista

Empresário, Matheus Vermelho foi eleito deputado estadual em 2022 com mais de 29 mil votos. Natural de Salto do Lontra e criado em Foz do Iguaçu, o parlamentar atualmente preside a Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) e é vice-presidente da Comissão de Esportes. Com forte atuação municipalista, tem se destacado pelo trabalho em áreas como saúde, infraestrutura, educação e segurança pública, sendo reconhecido como um importante parceiro das demandas dos municípios paranaenses.

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Uma Páscoa de malhações e revelações https://almanaquefuturo.com.br/artigo-de-opiniao/uma-pascoa-de-malhacoes-e-revelacoes/ Mon, 30 Mar 2026 12:16:10 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=32555

Curta e decisiva Será assim a Semana Santa neste ano eleitoral, até porque o calendário lunar não se move em acordo com o TSE. Em pleno feriado da Sexta-Feira Santa, teremos um delinear partidário e o panorama político começará a se desanuviar. Mesmo assim, as negociações devem se arrastar por um bom tempo.   No […]

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Curta e decisiva

Será assim a Semana Santa neste ano eleitoral, até porque o calendário lunar não se move em acordo com o TSE. Em pleno feriado da Sexta-Feira Santa, teremos um delinear partidário e o panorama político começará a se desanuviar. Mesmo assim, as negociações devem se arrastar por um bom tempo.

 

No poste

Qual será a máscara que colocarão no boneco do tipo Judas a ser malhado este ano? A piazada no bairro mantém a tradição. Uns arranjam roupas velhas e as enchem com capim seco; outros elegem uma fotografia e imprimem na papelaria (a dona faz a cortesia), colam no papelão e, depois de enforcarem o espantalho, descem o cacete e tacam fogo. Tomara que as labaredas não alcancem o transformador da Copel, para não corrermos o risco de passar a Páscoa no escuro, como já aconteceu.

 

16 apagões

Falando em Copel, os moradores da região Sul estão bastante chateados com a série de desligamentos ocorrida na noite de sexta-feira. Em algumas localidades, foram até 20 interrupções, o que põe qualquer eletrodoméstico em pane. A Alexa de casa já estava pedindo reza! Muita gente jantou à luz de velas. Vamos retomar o rumo da política:

 

Vai ou não vai?

O General Silva e Luna agiu como Vicente Matheus ao dizer que “dirigir um time de futebol é uma faca de dois legumes”. É verdade! “Quem sai na chuva é para se queimar”. Na sexta-feira, ele fez algumas considerações a um amigo próximo: “Estarei ao lado do projeto político do governador Ratinho no Paraná. Estou confortável no PL e pretendo continuar. Tenho relação pessoal com o ex-presidente Bolsonaro. Como homem de posição, avaliarei com meu grupo a decisão no tocante à permanência no partido. Uma coisa está definida: meu apoio ao projeto do governador”. Se fica ou sai do PL, o assunto é recorrente nas bolsas de apostas dos botecos mais frequentados. A outra opção que diverte os apostadores é adivinhar em qual partido ele entraria.

 

A coisa está fervendo

Os lances políticos no Paraná são sensacionais para quem gosta da peleja. É um enforca-gato atrás do outro, e nada de o governador Ratinho ungir o nome de um sucessor. No sábado pela manhã, este colunista recebeu uma mensagem credenciadíssima: Guto Silva deixa a secretaria para ser candidato ao governo e pode antecipar a saída para esta segunda-feira. Segundo uma fonte, muito mais de meio caminho já foi percorrido; Guto conta com apoio inconteste de várias alas do Palácio Iguaçu e da Alep. Vários deputados disseram a este colunista que estão com ele, mas essas declarações sempre acompanham a frase: “se o governador assim decidir”.

 

E haja decisão

Não está errado avaliar que muitos dizem o mesmo e fazem juras a outros nomes. Alexandre Curi, Rafael Greca e agora Eduardo Pimentel recebem tais promessas de fidelidade, mas sempre no condicional. Uns amigos curitibanos andam torcendo o nariz; preferem o “Pimentelzinho” na prefeitura, sem o arrepio da passagem de bastão ao Paulo Martins. Creiam: até ele se mostra desconfortável.

 

Procura esfuziante

Quem quer a todo custo impedir a eleição de Sérgio Moro não deveria, no mínimo, fazer propaganda para ele. A proposta de Ratinho Jr., por si, “enche a bola” do senador e o faz subir ainda mais nas pesquisas. Em algum lugar, o governo induz uma guerra do “bem contra o mal”, mas falta combinar melhor com os eleitores. As intenções de voto, por enquanto, não acompanham a aprovação do governador.

 

Moro e Giacobo

Este humilde colunista escutou algumas falas do senador nas redes sociais. Entre uns pitacos e outros, disse que Fernando Giacobo foi “expulso do PL” por Valdemar da Costa Neto. Isso fez brotar sangue no “zóio” do deputado. É o jeito Moro de entrar no ônibus e já querer sentar na janelinha. Disse ainda que “o PL está bem melhor agora”. Pudera, se o vazio é coisa boa, aí são outros quinhentos. Enquanto isso, uma penca de prefeitos se acomoda em outras legendas, cada um arrastando pelo menos meia dúzia de aliados.

 

Espaços preenchidos

Enquanto não ocorre o desenlace (dos nós aparentemente cegos em Curitiba), a vida segue o curso no interior. Há muita gente pensando seriamente em mudar de partido, mas isso parece ser o menor dos problemas. O fato é que os políticos andam pisando firme na fronteira, já há até dobradinha de pré-candidatos, como o caso de João Morales e Deoclecio Duarte.

 

Michê tabelado

Faz tempo que a sociedade não vê o deputado Luciano Alves se queixar do preço dos alimentos ou das contas de luz. Mas ele se queixou do valor de um michê; para ele, uma extorsão! O que falta é apresentar um projeto na Câmara para tabelar a atividade. Seria hilário ver as “trabalhadoras do prazer” ostentarem faixas em plenário. Atentos: ainda não vimos tudo nesta vida!

 

Prostituição em Brasília

Habitantes da capital garantem que a cidade possui os metros quadrados de calçada mais caros do mundo, disputados frequentemente por cafetões. Mulheres que atuam como acompanhantes de luxo fazem um rodízio nos restaurantes mais badalados. É para esses locais, segundo serviços de transporte, que chamam a mulherada após a farra. E haja farra! Se Brasília é o paraíso das concessões, acertos e mumunhas, dá-lhe festa o tempo todo.

 

Chega, Lulu

O deputado deve curtir uma ressaca após o “arranca-rabo” com a trabalhadora noturna, episódio que infelizmente entrará para sua biografia pública devido à repercussão internacional. O vídeo está sendo assistido até no Japão. Em nota, diz tratar-se de uma situação pessoal, da vida privada; o problema é que a população não separa as coisas como ele gostaria. Melhor seria não se defender tanto em vez de procurar desesperadamente uma saída para a pisada no excremento. Vai levar tempo para o cheiro sair da sola do sapato. Quanto mais tenta consertar, pior fica. O vídeo em que se diz vítima de extorsão é uma peça de cinema; já a retratação é um primor da contradição. Após defender o episódio como “vida pessoal”, ele assina embaixo: “essa postura não condiz com a responsabilidade que exerço na vida pública”. Fez como todo mundo: a mistureba.

 

A “NOTA OFICIAL”

“Diante das informações que vêm sendo divulgadas nos últimos dias, esclareço de forma objetiva: Não houve programa. Não houve qualquer tipo de relação sexual. Não houve agressão física. O que ocorreu foi uma discussão em ambiente privado, fora do exercício da função pública e também fora de expediente. Trata-se de um episódio da minha vida pessoal, que acabou sendo exposto de forma distorcida e ampliada, gerando interpretações que não correspondem à realidade dos fatos. Reitero que o próprio registro da ocorrência não sustenta as versões que vêm sendo propagadas. Reconheço que houve troca de ofensas e, por isso, peço desculpas pela forma como reagi. Essa postura não condiz com aquilo que acredito e com a responsabilidade que exerço na vida pública. Seguirei trabalhando com seriedade e compromisso por Foz do Iguaçu e por todo o Paraná, focado nas pautas que realmente impactam a vida da população. A verdade precisa prevalecer”. (Nota do deputado L.A.).

 

E vamos que vamos…

Alguém conferiu o preço dos chocolates? Ovo de Páscoa em casa será o de galinha, preenchido com cri-cri, um dos confeitos artesanais da dona Nice. Definitivamente, a Semana Santa não será como antigamente, apesar da economia de guerra para comprar uma fatia de bacalhau. Os que não puderem, não fiquem tristes; o sentido da celebração é mais forte e o que estará sobre a mesa alimentará, antes de tudo, a alma. Não esqueçamos o que havia na Santa Ceia: pão, óleo, sal, sementes, frutas secas, ovos, ervas amargas e um osso de cordeiro. Uma ótima semana a todos!

 

Rogério Bonato (@rogerio.ro.bonato) • Facebook

Rogério Romano Bonato publica a coluna No Bico do Corvo de segunda a sexta-feira no portal Almanaque Futuro e meios eletrônicos da Rádio Cultura de Foz do Iguaçu. A semana será curta, mas a dor de cabeça promete ser longa no setor político

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Sugestão de Pauta: Codetri recebe senador Sergio Moro para debater agenda da fronteira nesta segunda-feira https://almanaquefuturo.com.br/comunicacao/sugestao-de-pauta-codetri-recebe-senador-sergio-moro-para-debater-agenda-da-fronteira-nesta-segunda-feira/ Fri, 13 Mar 2026 20:48:39 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=32107

Segurança, desenvolvimento e fortalecimento da região, temas decisivos para a dinâmica social e econômica das Três Fronteiras, serão pauta de reunião do Conselho de Desenvolvimento Trinacional (Codetri) com o senador Sergio Moro (União Brasil-PR). A plenária pública ocorrerá nesta segunda-feira, 16, das 8h15 às 9h30, na sede da ACIFI. A participação estará aberta a empresários, […]

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Segurança, desenvolvimento e fortalecimento da região, temas decisivos para a dinâmica social e econômica das Três Fronteiras, serão pauta de reunião do Conselho de Desenvolvimento Trinacional (Codetri) com o senador Sergio Moro (União Brasil-PR). A plenária pública ocorrerá nesta segunda-feira, 16, das 8h15 às 9h30, na sede da ACIFI.

A participação estará aberta a empresários, lideranças da sociedade civil e agentes políticos dos poderes Legislativo e Executivo em níveis municipal, estadual e federal, com inscrição prévia pelo link: https://forms.gle/31rRWYSTng2eJtGE9. Antes do diálogo, será oferecido um café da manhã, a partir das 7h30.

Autoridades legislativas das províncias de Alto Paraná (Paraguai) e Misiones (Argentina) confirmaram presença no encontro. A finalidade da reunião com o senador e pré-candidato a governador do Paraná é aprofundar uma agenda comum em torno das oportunidades e de alguns gargalos fronteiriços.

Moro também fará uma exposição à plenária sobre a atuação legislativa no Congresso Nacional, o que inclui assuntos relacionados ao desenvolvimento do território trinacional. Em julho do ano passado, o senador discutiu e alinhou em Foz do Iguaçu assuntos da esfera parlamentar que impactam a cidade e a região.

“É um diálogo institucional, em torno de pautas vitais para a fronteira”, realça o presidente do Codetri, Roni Temp. “Essa reunião com um representante do Senado do Brasil ocorre em um momento em que temos clamado por interlocução governamental para abordar questões como trânsito e segurança transfronteiriça, mas temos recebido pouca ou nenhuma devolutiva”, expõe.

Fronteira, gargalos e oportunidades

A região trinacional vive um momento excepcional em setores como turismo, comércio e logística — que agrega o transporte internacional. O território está no radar de investidores que operam uma gama diversificada de segmentos econômicos.

O estudo Foz em Números revela cerca de um milhão de habitantes em 11 cidades, em um raio de 50 quilômetros, abrangendo Argentina, Brasil e Paraguai, com Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 82 bilhões. Em novo recorde, o Porto Seco de Foz do Iguaçu movimentou quase US$ 10 bilhões em 2025.

Para potencializar esse cenário de prosperidade, é preciso vencer gargalos e antecipar-se a limitadores futuros. Imediatamente, por exemplo, é necessário o aproveitamento integral das obras estruturantes prontas, como a Perimetral Leste e a Ponte da Integração, com segurança, além da otimização do fluxo de veículos para tornar mais fluido o trânsito na Ponte da Amizade.

O acesso ao novo porto seco, previsto para ser inaugurado no fim do ano, e a fluidez na BR-277, entre Santa Terezinha de Itaipu e Foz do Iguaçu, também são temas pendentes. Instrumentos norteadores do crescimento das cidades, como planos diretores e de desenvolvimento econômico, devem ser elaborados em conjunto, a fim de retratar a realidade e projetar as potencialidades da Região Metropolitana Trinacional.

AI Codetri

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Independência: entre o mito do Ipiranga e a realidade da História https://almanaquefuturo.com.br/artigo-de-opiniao/independencia-entre-o-mito-do-ipiranga-e-a-realidade-da-historia/ Sat, 06 Sep 2025 11:52:31 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=27069

  Almanaque do dia 6 de setembro Hoje é sábado, 6 de setembro de 2025, a 250ª jornada do ano — restam 115 dias até o réveillon. No calendário religioso, a Igreja Católica celebra São Zacarias, papa e mártir do século VIII, e São Magno, bispo missionário que difundiu a fé cristã no norte da […]

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Almanaque do dia 6 de setembro

Hoje é sábado, 6 de setembro de 2025, a 250ª jornada do ano — restam 115 dias até o réveillon. No calendário religioso, a Igreja Católica celebra São Zacarias, papa e mártir do século VIII, e São Magno, bispo missionário que difundiu a fé cristã no norte da Itália e Suíça. Na história, em 1522, a nau Vitória, comandada por Juan Sebastián Elcano, retornava a Sevilha, tornando-se o primeiro navio a completar a volta ao mundo iniciada por Fernão de Magalhães. Em 1620, o navio Mayflower partia de Plymouth, levando os peregrinos ingleses que fundariam a colônia de Massachusetts. Em 1822, no Brasil, D. Pedro recebeu a carta das cortes portuguesas exigindo seu retorno a Lisboa — episódio que antecedeu o Grito da Independência. Já em 1901, o presidente norte-americano William McKinley foi alvejado em Buffalo, falecendo dias depois. Em 1991, a União Soviética reconheceu a independência dos Estados bálticos — Estônia, Letônia e Lituânia. No campo cultural, em 1943 nascia Caio Fernando Abreu, escritor e jornalista brasileiro que se tornou voz marcante da literatura contemporânea. Em 1997, morria o educador Paulo Freire, cuja pedagogia crítica é referência mundial.

 

Por falar em política…

Vira quase um número de circo a engenhosidade para tentar salvar Jair Bolsonaro da condenação. Rascunham anistias, costuram brechas, ensaiam discursos — um espetáculo em busca do perdão eterno. Esse filme é velho: no século passado, líderes como Hitler e Mussolini também desafiaram tribunais, zombaram do sistema e pagaram. Hitler, inclusive, usou os dois anos de cadeia para escrever Mein Kampf — prova de que a História não costuma ter paciência com quem brinca de atropelar instituições. Mas, e o que veio depois? Não se trata de comparar Bolsonaro aos piores e nem aos melhores personagens da humanidade, mas de lembrar que julgamento existe justamente para separar culpa de inocência. O que atrapalha não são as provas, mas a horda de aliados que só acredita na fé cega e na faca amolada que no fim também acaba em autoritarismo. No Congresso, a proposta do PL soa como um balacobaco, quase tão extravagante quanto as intenções de Donald Trump para livrar o Brasil do tarifaço. Entre entraves, manobras e labirintos, ironia das ironias: a absolvição no STF parece ser o atalho menos complicado. O problema é que condenam a Justiça, antes que ela decida o destino do réu. Assim fica difícil.

 

Por falar em julgamento…

A história mostra que julgamentos moldam destinos. Nelson Mandela enfrentou décadas de prisão, Tiradentes foi enforcado, e tantos outros carregaram o peso de sentenças que se transformaram em símbolos. Para quem se diz injustiçado, a culpa sempre recairá sobre as instituições: o sistema vira vilão, a Justiça é acusada de cega demais ou indulgente de menos, e o réu, por ironia, é coroado com auréola de anjo. No caso de Jair Bolsonaro, a opinião pública não é indiferente. Pesquisas recentes apontam que a maioria dos brasileiros deseja o julgamento e confia na imparcialidade do Judiciário. O país quer saber, com clareza, se houve trama golpista e se ela configurou crime. Antecipar perdões ou costurar anistias, antes mesmo de se ouvir o veredito, equivale a vestir a carapuça e admitir a culpa sem defesa. A lição ética é simples: cabe esperar o resultado do julgamento — é aí que se mede a grandeza das instituições e se define a verdade diante da história. Incomode a quem incomodar, é assim que deve ser.

 

O Paraná é dos paranaenses

Historicamente, o protagonismo eleitoral brasileiro esteve concentrado em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia… o Paraná, no entanto, começa a se projetar de forma distinta, impulsionado pelo governador Ratinho Júnior. Diferente de seus antecessores, ele tem se apresentado mais como gestor institucional do que como articulador político, o que o coloca em posição de ser visto como novidade em um cenário ainda marcado por práticas antigas. A dúvida é se essa imagem de “novo” terá fôlego para romper as barreiras do sistema consolidado. A questão é como fazer o furo na bolha.

 

Cenário em aberto

Para se lançar como presidenciável, Ratinho Júnior dependerá de variáveis complexas: o desempenho de Lula, as alianças possíveis e a disputa direta com nomes como Tarcísio de Freitas, que também ocupa espaço no campo de novidades, mas com ritmo mais estridente. Nesse tabuleiro, existe ainda a alternativa de Ratinho disputar o Senado, mas ainda inserido em composições maiores. O cansaço dos eleitores com a “velha política” abre uma oportunidade, mas o desfecho ainda é incerto. Afinal, conjecturas eleitorais mudam rápido, e a política brasileira é pródiga em surpresas.

 

Uma coisa é certa…

Todo governante bem avaliado enfrenta um dilema: como transferir a popularidade conquistada para um sucessor? No Paraná, Ratinho Júnior tem aprovação alta, mas parece ainda não encontrar alguém que desperte a mesma empatia junto ao eleitorado. Ele pode ter um afilhado predileto, mas ainda não apontou o dedo. Essa lacuna fragiliza a base governista e atrasa a escolha de um nome capaz de manter a unidade. Enquanto o grupo perde tempo em debates internos, opositores como Sergio Moro já se movimentam com clareza de projeto, ganhando terreno e reduzindo a vantagem que um apoio oficial de Ratinho poderia garantir. O fenômeno é antigo: a popularidade não se herda, e a ausência de um herdeiro político claro costuma abrir espaço para que adversários avancem. Ratinho não precisaria de um “herdeiro”, bastaria investir seu apoio em alguém com experiência e carisma para somar essa herança política. Mas se a aposta é esperar pelas pesquisas, que seja — apenas não esqueçam que o relógio corre mais rápido em ano eleitoral.

 

Enquanto isso…

Pesquisas eleitorais são retratos de momento, mas servem como termômetro do humor político. A mais recente, da Neokemp, confirma Sergio Moro como favorito ao governo do Paraná em 2026, liderando todos os cenários de 1º e 2º turno. O favoritismo se explica tanto por sua projeção nacional quanto pelo vácuo deixado pela impossibilidade de reeleição de Ratinho Júnior, cuja gestão mantém altíssima aprovação (quase 70%). Esse capital político, mesmo sem candidato próprio, terá peso decisivo na composição de alianças. No Senado, o quadro é mais fragmentado: Deltan Dallagnol e Cristina Graeml surgem na frente, mas a soma de indecisos e votos brancos mostra que o jogo está aberto. Curiosamente, a Neokemp incluiu Rafael Greca em alguns cenários, talvez para testar o alcance de um dos nomes mais conhecidos e carismáticos do estado, mantido até aqui fora da disputa oficial.

 

Moro no comando

Assumir a presidência do União Brasil no Paraná dá a Sergio Moro não apenas o controle da legenda, mas também acesso a estrutura, fundo partidário e tempo de TV — ativos fundamentais para uma campanha majoritária. O acordo com Felipe Francischini encerra uma disputa interna e, ao mesmo tempo, expõe fissuras entre União e PSD que podem mudar o equilíbrio no Centro Cívico. A ascensão de Moro acende sinal de alerta em duas frentes: para Ratinho Júnior e aliados, que veem surgir um concorrente competitivo fora de sua órbita, e para a oposição, que terá de decidir se o encara como adversário prioritário ou figura circunstancial. A janela partidária de 2026 dirá muito sobre a fidelidade dos atuais aliados e a real capacidade de articulação do novo comandante.

 

Caminho aberto

Com mandato no Senado até 2030, Moro joga sem risco imediato e ganha tempo para articular alianças, lapidar discurso e se projetar como alternativa de poder. Mas transformar vantagem em pesquisa em vitória eleitoral exige mais que números: requer base sólida, narrativa convincente e habilidade para navegar pelos labirintos da política tradicional. Por isso, enquanto os institutos testam cenários em Curitiba, Moro foca nas grandes cidades do interior, articulando presença constante e estruturando apoios. Em Foz do Iguaçu e região, por exemplo, conta com aliados como José Elias Castro Gomes, presença garantida em seus atos e um dos nomes que ajudam a sustentar a rede de contatos. Moro já entendeu que a eleição paranaense se decide em território amplo e diverso — e está pavimentando o caminho antes de entrar oficialmente em campanha.

 

Janela de movimentos

A proximidade da janela partidária de 2026 deve acelerar a dança das cadeiras no Paraná. União Brasil e PP já sinalizam fissuras com o governo Ratinho, enquanto Republicanos e Podemos se movem para atrair quadros estratégicos. Deputados federais e estaduais tendem a priorizar sobrevivência eleitoral, mais do que fidelidade às siglas. Esse realinhamento pode redefinir bancadas e alterar os palanques regionais, abrindo espaço para novas alianças — e também para disputas internas que não tardarão a vir à tona.

 

E vai lá saber?

Entre as leituras que circulam nos bastidores da política paranaense, uma se destaca pelo grau de ousadia: a hipótese de Ratinho Júnior desistir de lançar um sucessor e apoiar diretamente Sergio Moro ao governo do Estado. Oficialmente, isso nunca seria admitido, mas não é de se descartar. A cabeça de um político costuma processar cenários mais rápido que qualquer máquina. A matemática é simples: com Moro fortalecido, Ratinho preservaria seu capital político e ainda poderia ampliar as chances de vitória em um futuro projeto pessoal, seja no Senado ou até em uma corrida presidencial. O tormento, claro, seria para os partidos de esquerda, que veriam se consolidar uma fatura difícil de reverter. Não seria política convencional, mas uma jogada com requintes de radicalidade. E, convenhamos, em política, nunca se deve duvidar do improvável. A política é afinal, a arte do imprevisto.

 

O Brasil independente

Neste domingo vamos comemorar 203 anos de independência “dar cortes portuguesas”. *Nem sei a razão de sempre escreverem isso no plural, uma vez que havia apenas uma corte, a de D. João VI, que deve ter fervido o sangue ao saber do desejo do filho, em se libertar de Portugal. Segundo os relatos o rei sofreu bastante e já se questionava sobre a monarquia. Os portugueses andavam bastante inquietos. A Independência do Brasil, enfim, continua sendo a data cívica mais importante do calendário, mesmo mantendo a monarquia no poder. A república nasceria 67 anos depois.

 

Cortes Gerais

Explicando: tratavam o assunto no plural em razão das colônias, a extensão do “Reino de Portugal”, sobretudo diziam “as Cortes” porque se referiam às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, uma assembleia que reuniu representantes do reino de Portugal e seus domínios ultramarinos. Isso aconteceu após a Revolução do Porto em 1820, as Cortes tinham o objetivo de elaborar uma constituição e reverter a situação de autonomia que o Brasil havia conquistado durante a fuga da família real. Acho que assim não pagarei mico e nem dirão que fui de alguma aula na Faculdade de História. Mas o leitor entende o humor coloquial.

 

A história trabalha

O processo de livrar o Brasil das amarras portuguesas ainda segue no processo de clareamento. Aos poucos o brilho heroico e retumbante vai sendo substituído pela simplicidade, o “Grito”, por exemplo, não se deu em cima de um cavalo puro-sangue, e tampouco a tropa estava fardada com elmos e armaduras cintilantes, ora pois, era apenas uma comitiva que deixara a casa da amante do príncipe, e, acabara de escalar os paredões e picadas da Serra do Mar. Estavam sujos, enlameados e montados em burros e jumentos. Os camponeses e habitantes da Vila do Ypiranga não faziam a mínima ideia do que estava acontecendo. Mas tudo isso, de jeito algum, diminui o ato. Foi quando o Brasil nasceu de verdade e andou com as próprias pernas.

 

E hoje?

Depois do tarifaço, certamente muitos de nós avaliam com mais profundidade esse conceito de “independência”. Está mais para a dependência que outra coisa, porque dependemos dos acordos internacionais, da vontade dos políticos, da inteligência de gente que não consegue evoluir, dos parceiros que mais parecem inimigos e de um mundo que dá um passo à frente dois para trás. Impressionante. Infelizmente é a realidade, medida pelas confusões internas e a soberba externa. Olha o desfile na China, com milhares de soldados armados até os dentes, foguetes e ogivas nucleares? O que é isso gente? Aquilo tudo é para ser usado contra seres humanos, o que nos faz pensar que o medo é bem maior que a esperança em um mundo melhor. Barbaridade.

 

O dia de amanhã

Enfim, uma data como o 7 de Setembro é mais importante para a reflexão do que outra coisa. Qual Brasil queremos no futuro? Em que mundo queremos viver? É meus amigos passa sim esse filme. Mas tomara que tudo se acerte e os dias sejam melhores, pensar assim, com simplicidade, otimismo e a obstinação de que tudo dará certo, já é um bom caminho. É desta maneira que me despeço, desejando a todos um bom final de semana!

 

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Sergio Moro recebe pautas de Foz do Iguaçu em reunião na ACIFI https://almanaquefuturo.com.br/fatos-relevantes/sergio-moro-recebe-pautas-de-foz-do-iguacu-em-reuniao-na-acifi/ Tue, 29 Jul 2025 20:11:19 +0000 https://almanaquefuturo.com.br/?p=25619

O senador Sergio Moro (União Brasil) recebeu demandas vinculadas ao desenvolvimento de Foz do Iguaçu, durante agenda institucional na Associação Comercial e Empresarial (ACIFI) nessa segunda-feira, 28. A deputada federal Rosangela Moro participou da reunião, que contou com empresários, lideranças da sociedade civil e agentes públicos. As pautas permeiam as esferas estadual e federal. São […]

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O senador Sergio Moro (União Brasil) recebeu demandas vinculadas ao desenvolvimento de Foz do Iguaçu, durante agenda institucional na Associação Comercial e Empresarial (ACIFI) nessa segunda-feira, 28. A deputada federal Rosangela Moro participou da reunião, que contou com empresários, lideranças da sociedade civil e agentes públicos.

As pautas permeiam as esferas estadual e federal. São seis: 1) novo Porto Seco: ampliação da área; 2) pedágio: preço alto e ausência de obras importantes em Foz do Iguaçu; 3) Ponte da Integração: gargalos para abertura; 4) Hospital Municipal: modelo e financiamento; 5) combate sistêmico à corrupção; 6) desenvolvimento econômico trinacional.

O parlamentar reforçou a disposição de contribuir com a cidade, comentou cada item da pauta e se comprometeu em analisar como poderá encaminhar os pedidos. “Farei o máximo para atendê-los, pois os interesses de Foz do Iguaçu são os interesses do Paraná e também são meus”, sublinhou Sergio Moro.

Presidente da ACIFI, Danilo Vendruscolo explicou que as seis pautas estão conectadas, pois aliam desenvolvimento e qualidade de vida. “Nossa economia avançou em formalidade, o que traz justiça social, segurança e progresso. Nossos pedidos entregues ao senador buscam solucionar gargalos e aproveitar oportunidades para seguirmos neste caminho”, frisou.

O presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Debrito (PL), destacou a importância do diálogo e enfatizou as particularidades da saúde em um contexto de fronteira, exemplificando com o número de cartões do SUS, muito acima do total de habitantes. “Mais de 30% do orçamento do município são investidos na saúde. Essa conta não fecha”, pontuou.

Reivindicações do setor turístico foram apresentadas pelo secretário municipal de Turismo, Jin Bruno Petrycoski, como a agilidade na aduana argentina, ampliação de voos e efetivo para o setor de migração. “O problema da fila pode ser pautado pela Comissão de Relações Exteriores, a qual o senhor integra”, reforçou ao senador.

Tarifaço, corrupção e infraestrutura

O senador Sergio Moro cobrou que a Presidência da República tem a responsabilidade de buscar solução para evitar o tarifaço anunciado pelos Estados Unidos ao Brasil, dialogando e negociando,em vez de entrar em rota de colisão. Apontou setores da economia do Paraná que poderão ser afetados, como da madeira, suco de laranja e produção de tilápia.

Para ele, o país enfrenta o aumento da criminalidade por falta de política robusta de enfrentamento. E opinou que o combate à corrupção foi enfraquecido. “É ilustrativo disso o desmonte da Operação Lava Jato. Passamos por uma inversão de valores morais, em que bandidos são protegidos, enquanto quem defende o império das leis chega a ser hostilizado”, disse Moro.

O senador demonstrou preocupação com a infraestrutura do Paraná, citando estradas que não evoluíram, o alto custo do pedágio e a qualidade da energia elétrica como pontos frágeis. “Nosso setor privado é pujante, e cada ano vemos o crescimento econômico. O agro bate recorde. Mas temos de reconhecer que a vulnerabilidade é a nossa infraestrutura”, mencionou.

Durante a reunião da ACIFI, relatou que votou contra o aumento de impostos no Congresso Nacional, como o IOF, que é oposição ao governo federal, do qual diverge em visão. “O governo acredita em um modelo ultrapassado, baseado em gastos governamentais, que não deu certo em lugar nenhum. A gente acredita na livre iniciativa, no indivíduo, na liberdade e na família”, concluiu Sergio Moro.

PRESENÇAS – Também participaram da reunião o presidente do Codefoz, Marcelo Brito; o presidente do Conselho Superior da ACIFI, RodineyAlamini; os vereadores Dr. Ranieri Marchioro (Republicanos) e Sidnei Prestes (Mobiliza); os secretários municipais de Desenvolvimento Econômico, Edinardo Aguiar, e de Obras, Thaís Escobar; e o presidente da Fundação Cultural, Dalmont Benites.

(AI ACIFI)

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