Sarah: uma pequena chama que ilumina o futuro
Por Paulo Mac Donald Ghisi
Neste Dia da Mulher, minha homenagem vai para uma mulher que ainda é criança. Seu nome é Sarah, tem apenas cinco anos, mas já carrega dentro de si algo que encanta quem a observa: um talento raro, uma curiosidade viva e uma alegria de descobrir o mundo.
Quando vemos uma criança assim, percebemos que o talento nasce cedo, como uma semente cheia de energia. Mas nenhuma semente floresce sozinha. É preciso solo fértil, cuidado, incentivo e amor. E Sarah tem isso.
Tem pais que compreenderam algo essencial: o maior presente que se pode dar a uma criança é permitir que ela explore aquilo que existe de melhor dentro dela.
Sarah representa muito mais do que o brilho de uma menina talentosa. Ela simboliza um futuro possível. Um futuro em que todas as meninas terão espaço para aprender, criar, perguntar, experimentar e desenvolver seus dons sem limites.
Durante séculos, o mundo desperdiçou talentos femininos por falta de oportunidade. Quantas cientistas, artistas, inventoras e líderes ficaram escondidas apenas porque eram mulheres? Felizmente, esse tempo está mudando.
Cada menina que cresce com liberdade para desenvolver suas aptidões abre uma nova porta para a humanidade. Cada Sarah que surge nos lembra que o talento não tem gênero, mas a oportunidade precisa ser garantida.
Imagino um mundo em que todas as meninas possam florescer como Sarah. Um mundo em que a inteligência, a sensibilidade, a criatividade e a força das mulheres não sejam exceção, mas parte natural da vida de todos nós.
Se conseguirmos construir esse mundo, ele será mais inteligente, mais humano e mais bonito.
Hoje celebramos as mulheres. E celebramos também as meninas que estão chegando para reinventar o futuro.
Sarah é uma delas.
Uma pequena estrela que já começou a brilhar.

O engenheiro e sociólogo Paulo Mac Donald Ghisi, ex-prefeito de Foz do Iguaçu, dedica este sensível texto à pequena Sarah Raphaela, de apenas seis anos. Filha da psicóloga Samantha Fertrin e do jornalista Rafael Rodrigues, Sarah é uma pequena artista que se expressa de forma única. Através do hiperfoco no artesanato com massa de modelar, ela materializa o próprio mundo, esculpindo os brinquedos que deseja. “Ela verbaliza e interage pouco, mas revela-se pela doçura e pelo talento. Ver suas criações emociona a todos, como aconteceu com o Paulo, a quem agradecemos imensamente a homenagem”, destaca o pai, Rafael.

